18

Henrique salvou o seu pai, indo no lugar dele. Antônio estava desesperado, por não salvar o seu amigo. Igor e o seu padrinho Theodoro seguiram com cuidados sem serem vistos. An ligou para o seu namorado: — Jean?

— Sim, o que aconteceu?

— Levaram Henrique, no lugar do seu pai. Laura está com você?

— Não, acabei de deixar ela na casa da sua mãe.

— Ótimo, assim ela não fica nervosa e preocupada. Vamos cuidar disso e trazer ele para casa sem ela perceber.

— Ok, então estou indo. Disse ele.

 Jean dirigia, feito raio. Para ajudar o seu irmão. Ao chegar no casino, An estava na frente à espera do seu namorado. O garoto entrou no carro, rastreando o celular de Rique. O dinheiro que ganhou no jogo, foi colocado numa maleta e deixada no banco de trás do carro. — Meu amor, Henrique está saindo da cidade e a conexão está enfraquecendo.

— Ligue para Igor. Pediu Jean.

— Está bem. Disse ele.

 Naquele momento da ligação, Laura fazia a chamada para Antônio. O garoto olhou para o seu namorado com o seu cenho assustado. An atendeu o celular. — Sim, Laura?

— Porque não me falou que o meu marido está correndo perigo, Antônio?

— Não foi a minha intenção, estou tentando entrar em contato com ele.

— O meu marido acabou de ligar-me, pedindo que entrasse com você para dar a localização. Ele está na casa de praia, fora da cidade.

— Hum! sei onde é. Trarei o seu marido e o meu amigo de volta. Prometeu ele.

— E meu sogro?

— Está em casa provavelmente.  Laura, não saia de casa antes de nós voltarmos, está bem?

— Sim, sim, traga ele para mim se não...

— Se não o quê cunhada?

— Se não eu morrerei juntos. Murmurou ela com um nó na garganta.

 Ao desligar o celular. Antônio estacionou o carro perto de uma vala, onde esconderia o seu carro. Os dois saíram, e seguiram até a casa. Jean encontrou a carteira e o relógio do seu irmão no chão. — Provavelmente, Rique que deixou aqui para seguirmos.  Ao redor da casa os garotos avistaram Henrique amarrado e amordaçado na cadeira de madeira.  Igor se aproximou dos garotos e disse:— Senhor, eu irei entrar senhor. Assim irei distrai-los, enquanto entram e tira o patrão daqui.

— Sim, está certo Igor. Onde está o seu padrinho? Perguntou Jean.

— Está no carro, não se preocupe. Disse ele, abrindo a porta. Ao entrar. O garoto encontrou o seu chefe sozinho e teve a oportunidade de tentar desamarrar, quando foi surpreendido pelos homens de Dubai. Igor percebeu estar encurralado, quando Jean e Antônio entraram atirando.  O guarda-costa foi atingido no antebraço, e caiu uivando de dor. Jean desamarrou o seu irmão, deixando-o livre de novo. — Onde está a minha mulher?

— Na sua sogra. Respondeu Antônio.

— Vamos sair daqui. Disse ele. — Me dê o seu celular, Antônio, irei ligar para Diogo e Matheus para vim tirar esses corpos daqui.

— Ei, irmão, não envolva mais ninguém. Deixe esses corpos aqui mesmo. Não der Antônio celular ao Henrique, causará mais transtornos. Disse ele.

 Eles ajudaram Igor, levando para o carro. Onde o seu padrinho a esperava. Em seguida indo para o seu carro.  No caminho, Beta ligou avisando que Francisco estava na mansão. Henrique pediu que o seu amigo deixasse a sua sogra para falar com a sua esposa.

 Ao chegar ao encontro de Laura. Henrique desceu e se despediu dos garotos. A garota estava na varanda, com um xale em volta do seu corpo. Por ser um dia de sol, o dia estava frio. Rique chamou a sua mulher e ela ficou sem acreditar, pasma e parada sem se mexer. Rebeca estava com um copo de leite, quando pediu para a sua filha ir atrás do seu marido. Lala como era chamada por Henrique, se deu conta que era o seu marido. A senhora caminhou lentamente e aproximou-se e disse: — Porque fez isso?

— Estava preocupada comigo, minha esposa?

— Não, não estava. Mentiu ela. Só faz burrada, Henrique. Entretanto, irei levá-lo ao meu quarto para descansar. Está pálido, está ferido?

— Sim, com um corte a faca na minha costela, esquerda. O garoto abraçou a sua esposa. Rebeca estava na cozinha, ao perceber que o seu genro não estava bem. — Mamãe, traga álcool e algodão para limpar a ferida. A garota entrou no quarto, com todo o cuidado, deitando Henrique na cama. Laura desabotoou a camisa do seu marido, percebendo que a ferida estava feia. — Tenho que chamar o doutor da família, Henrique. Sussurrou ela.

— Não chame, eu estou bem. Murmurou ele.

— Não está Henrique, irei chamar, agora

 Laura discou, pedindo para Leonardo Averlade atender o seu marido. O senhor Armengol, estava febril. Ao finalizar a ligação. Rebeca comunicou a sua filha sobre a febre do seu genro. Lala, estava preocupada andando de um lado para o outro. Passava do meio-dia, quando Leonardo chegou na casa de Mazzini. — Deixe-me a sós com ele. Pediu ao médico.

 Rebeca e a sua filha saíram do quarto deixando eles a sós. Na sala Laura estava impaciente, nervosa pela ferida de Rique. Beta ligou várias vezes para a sua nora para falar a respeito do seu filho. A garota gaguejava ao falar e Beta sussurrou: — Fala a verdade, apenas a verdade Laura. Antônio e Jean falaram-me que ele estava bem na sua casa, percebi na voz dele que estava acontecendo alguma coisa. Coração de mãe não falha.

 Laura não poderia esconder e respondeu: — Ele está aqui com uma ferida na costela. Chamei o doutor da família, ele está atendendo ele.

— Estou mais tranquila, filha. Deixe-o aí, até ele se recuperar está bem? Estou aqui na casa de Rodolfo. Respondeu ela aos risos.

— Aproveita minha sogra,faça Francisco entender o que ele perdeu.

Leonardo desceu e disse: — Ele já está medicado, apliquei uma inflamatório, senhora Armengol, o seu marido está adormecido, deixe-o descansar e compreensão todos os remédios na receita. Disse ele entregando na mão da senhora.

 Laura pegou a receita das mãos do médico e em seguida levou até a saída.— Até logo! senhora Armengol.

— Toda senhor.

 Rebeca saiu para pôr a mesa para o almoço.  Enquanto a garota subiu para ver o seu esposo.  A senhora entrou sem fazer barulho, se aproximando da cama. Laura sentou ao lado de Henrique  e sussurrou:— Tão belo e atraente.  Eu não sei se é amor o que eu sinto, o meu coração acelera quando o vejo, a minha barriga faz borboletas…

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Comments

Carla Santos

Carla Santos

Nossa carraca quero a morte de Francisco e tomara que Beta fique com Rodolfo que esse divórcio saia logo

2024-08-28

0

Rosária 234 Fonseca

Rosária 234 Fonseca

caraca velho que situação complicada foi por pouco ufa . alguém esta se apaixonando ahhhhh q lindo

2024-05-03

2

Kaela Kam

Kaela Kam

Estava mais do que preocupada

2024-05-02

1

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