...Miguel Rodrigues...
Caminhei para o quarto, levando comigo o copo com o resquício de uísque que ainda restava, e fui bebendo pelo caminho. Chegando lá deixei o copo em cima do criado-mudo, despi-me e entrei no banho. Enquanto a água quente escorria pelo meu corpo, ouvi um leve ruído vindo do quarto. Abri os olhos e, através do vidro embaçado, vi Isadora adentrando o cômodo. Uma onda de desejo percorreu meu corpo, mas me mantive imóvel, apenas observando-a. Ela parecia hesitante, como se não soubesse ao certo o que fazer ali.
Ela me viu através do vidro transparente e ficou sem reação. Me olhou por alguns segundos, e percebendo sua ação, levou as mãos até o rosto cobrindo-o.
— Meu Deus. — exclamou, virando-se rapidamente.
Aquela reação foi engraçada de se ver. Enquanto ela se virava, dei um jeito de ajeitar o meu päu dentro da toalha, que se armou devido aos meus pensamentos voltados para ela de uma forma prazerosa quando eu a vi.
Sai do box, observando-a caminhar devagar em direção à porta, ela estava de olhos fechados enquanto procurava pela mesma. No entanto, parou ao sentir seu corpo colidir com o meu. Isa tentou recuar para trás, mas não permite que ela passasse.
— Me deixe passar, Miguel. — pediu.
— Ah, mas você caiu na toca do lobo, e acha que vai sair assim? Nem pensar. — falei, aproximando meus lábios dos dela. — Saí do seu quarto porque você me pediu, e eu respeitei porque lá é sua privacidade, mas agora você está no meu quarto, onde a privacidade não existe. — Sussurrei sentindo seu corpo tremer.
Diante da minha proximidade, ela engoliu em seco, seus olhos refletiam uma mistura de medo e desejo. Percebi que meu toque a deixava inquieta, mas algo dentro de mim ansiava por mais, por sua rendição.
— Miguel, por favor... — sua voz saiu em um sussurro, mal audível.
Ignorei suas súplicas, deixando-me levar pelo desejo que pulsava em minhas veias. Minha mão alcançou o rosto dela, acariciando suavemente sua pele macia. Era como se uma corrente elétrica percorresse o meu corpo ao tocar sua pele.
— Você não pode negar, Isa. — murmurei, minha respiração quente acariciando seu rosto. — Desde o momento em que nos encontramos nesta fazenda, algo entre nós mudou completamente. E agora, aqui estamos, presos nesta atração inegável.
Ela me encarou, seus olhos transmitindo uma mistura de conflito e desejo. Percebi sua luta interna, mas também percebi algo mais profundo, uma centelha de desejo que ardia em seu olhar.
Senti meu corpo reagir ao contato próximo com o dela, uma sensação intensa e avassaladora. Por um instante, o mundo ao nosso redor pareceu desaparecer, deixando apenas nós dois naquele quarto.
— Miguel, eu... — começou a dizer, mas as palavras pareciam se perder em sua mente.
Sem esperar por mais, inclinei-me lentamente, aproximando meus lábios dos dela. O calor do seu hálito se misturava ao meu, criando uma conexão única e irresistível. Nossos lábios se tocaram suavemente, como se estivéssemos testando as águas, mas logo a intensidade do momento nos consumiu.
O beijo foi um fogo que se acendeu, uma chama que nos consumiu pouco a pouco. Suas mãos encontraram meu peito, enquanto as minhas exploravam sua cintura, trazendo-a ainda mais para perto de mim. Cada toque, cada respiração compartilhada, era uma confissão silenciosa de um desejo que há muito tempo ansiamos.
— Miguel, por favor... isso não está certo. — ela murmurou, tentando se afastar, mas seus olhos brilhavam com uma intensidade que contradizia suas palavras.
— Não podemos negar o que está acontecendo entre nós, minha Isa. — respondi, minha voz rouca de desejo. — Desde sempre houve algo mais do que amizade de criança entre nós, algo que ambos tentamos ignorar.
Nossos olhares se encontraram, e por um momento o mundo inteiro parecia suspenso no ar. O peso das palavras não ditas ecoava entre nós, a tensão palpável alimentando o fogo que ardia em nossos corações.
— Case-se comigo, me dê uma resposta concreta. Não posso torná-la minha de qualquer maneira. Sou um Cowboy bruto, mas para você sou cavalheiro. — sussurrei entre seus lábios, fazendo-a rir.
— Não faça isso. — disse quase em súplicas.
A puxei para mim novamente, dessa vez colocando minhas mãos no coleirinho do seu vestido e o parti ao meio. Não dei tempo para ela protestar, invadi sua boca com a língua sentindo o gosto delicioso de sua boca.
Senti sua resistência ceder lentamente ao calor do momento. Nossos corpos se aproximaram ainda mais, e eu pude sentir seu coração acelerado batendo em sintonia com o meu.
Deitei-a delicadamente sobre a cama, mergulhando nos aromas envolventes de seu pescoço. Deslizei suavemente em direção aos seus seios, tão delicados em minhas mãos, enquanto seus gemidos de excitação preenchiam o quarto. Cada toque, cada movimento, era uma celebração da sua beleza, uma exploração das suas curvas perfeitas, enquanto minha língua traçava caminhos de prazer por sua pele macia.
Ao chegar em seu ponto mais sensível, delicadamente removi sua calcinha de renda preta, capturando o perfume suave de suas essências. Então, separei suas pernas, entregando-me à arte de proporcionar-lhe prazer, mergulhando naquele momento de êxtase compartilhado. Passei minha língua em sua bocet4, alternando entre chupadas e lambidas na sua fenda, sentindo o gosto maravilhoso daquele bocet4 rosadinha.
Peguei um cubo de gelo do copo, coloquei entre os lábios e voltei a movimentar naquela bocet4 deliciosa.
— Me diga, que quer casar comigo... — incentivei, esperando receber um sim a qualquer momento, mas ela não falava nada, apenas gemia enquanto mordiscava os lábios. — diga sim meu anjo.
Insisti, alimentando a esperança de que, entre suspiros de prazer, ela finalmente pronunciasse aquelas palavras que eu tanto ansiava ouvir. Mas, por enquanto, o silêncio era a resposta.
— N-não. — disse, fazendo-me parar abruptamente.
— Porque parou? — Indagou, desnorteada.
— Porque não te darei prazer enquanto não falar um "sim". — Respondi, lutando para controlar meus desejos, enquanto a visão de sua nudez diante de mim me consumia.
Aquilo era uma tortura.
— Você me negou prazer. — disse ela.
— Você que negou prazer a si mesma. Bastava dizer um "sim" e teria tudo que quisesse de mim. — Retruquei, frustrado. — Qualquer outra mulher faria qualquer coisa para se casar comigo e estar em minha cama, você tem sido diferente. — Admiti, sem pensar nas consequências de minhas palavras.
— Não posso simplesmente dizer "sim" só para satisfazer seus desejos. Minha resposta precisa ser verdadeira e genuína. Eu não sou como as outras mulheres que você está acostumado a ter na sua cama. Eu tenho meus próprios princípios, meus próprios sonhos. Eu preciso de mais do que apenas uma proposta impulsiva para me convencer a aceitar um casamento. Eu preciso de tempo para pensar e decidir o que é melhor para mim. — disse, quando dei por mim ela já havia passado pela porta, batendo a mesma ao fechar.
— Merda! — Praguejei.
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Atualizado até capítulo 50
Comments
Rosemare Araujo
poxa Miguel ,a comparou com outras mulheres,foi mal cara🙄
2024-10-08
0
Maria de Fatima Chaves
Ih Miguel fudeu ops não fudeu
2024-09-22
1
Conce Mota
Palavras erradas Miguel..ela não é qualquer mulher 🥴🥴 lamento por você.
2024-07-04
5