...• Klaus Martini...
Eu já estava cansado daquele jantar, já os conselheiros queriam que durasse o máximo que pudesse ao ver o rumo que tudo estava levando. Mas em nenhum momento Sarah abaixou a cabeça, e quanto mais ela se mostrava irredutível, mais iriam provoca-la.
Notei a sua ansiedade ao olhar para a saída de funcionários. Quão tola ela seria? Apenas um olhar e Luigi entendeu o que eu queria.
Assim que seguimos para uma das salas, ela fez como pensei. Fugiu sem olhar para trás. Servi o copo com uisque e aguardei, enquanto ouvia a discussão entre os homens, de quais deveriam ser os meus próximos passos.
— Deveríamos ir para cima do Magnus o quanto antes.
— Martin, é a segunda vez que preciso dizer a mesa coisa. Não terá uma terceira, sou eu quem comando Ndrangheta, sou eu quem decide quando vamos a guerra, sou eu quem decide que estratégia usar.
— Eu só estou dizendo que...
— Quem dá as ordens aqui sou eu porr*a.
Falo, já cansado dessa merda, Luigi me segue ao me ver saindo da sala, antes que eu mate alguém nesse lugar.
— Klaus, não seja imprudente.
— Não fui eu que fugi.
Disse dando de ombros, e segui para o carro. O furgão estava bem a minha frente, seguindo exatamente para o lugar onde ela menos desejaria estar.
Eu entro primeiro pelos portões, liberando a entrada do furgão, desço do carro e espero.
— Bem vinda de volta.
Disse sarcástico ao abrir as portas do furgão.
— Você é uma coisinha cruel. Na primeira oportunidade que tem já pensa em fugir.
Ela sai de trás dos engraçados, me deparo com a frustração nos seus olhos o se deparar no lugar que queria fugir.
— Acha mesmo que poderia fugir tão facilmente?
— Seria um erro não ter tentado.
Ela retruca ainda mantendo sua crista.
— Foi um erro ter tentado.
Eu praguejuei, agarrando pela pelos braços e fazendo ela sair do carro.
— Vai ter consequências. Eu disse Sarah, que estou contando cada uma das suas ofensas. Chegou a hora de pagar.
Ela se encolhe. Queria saber o que se passa na cabeça dela nesse momento.
— Deixou isso cair.
Disse, entregando-lhe a coleira.
— Eu não deixei cair, só achei que ficaria melhor naquela vadia que está disposta a lamber o chão que você pisa.
— E você Sarah? O que está disposta?
— Estaria disposta a preparar um campo minado para você atravessar.
Sua insolência me tira do eixo, coloco a coleira em seu pescoço e jogo ela em meus ombros, no momento em que ela protesta espalmo sua bunda com força, fazendo ela amaldiçoar o dia em que nasci. Levo ela até um dos meus quartos.
— Não vou ser brando. Vai pagar cada ofensa que me fez.
Disse encarando seus olhos.
— Ajoelhe-se.
— Não.
Meu sangue fervia, abri a porta do quarto fazendo seus olhos curiosos se arregalarem. Peguei a máscara e coloquei eu mesmo, conduzi em até um cavalete.
— Klaus...
Sua voz saiu miseravelmente doce.
— Perdeu a coragem de repente?!
Zombei.
— Primeira coisa, eu disse modesto e discreto.
Rasguei aquela porr*a de vestido, fazendo ela se assustar com agressividade com a qual aquele pedaço de pano saiu do seu corpo.
— Eu não quero.
— Diz isso agora, mas nós sabemos Sarah, logo estará implorando para que eu a fod*a a noite toda.
Mordo seu pescoço, enquanto coloco minhas mãos em cada um dos seios, segurando-os com força. Encosto meu corpo no dela, ela enrijece ainda tensa, sem saber o que lhe aguarda. Ela abraça seu corpo em uma tentativa ridícula de cobrir seus seios.
Eu a giro, colocando ela debruçada sobre o cavalete. Prendo suas mãos mesmo com os seus protestos.
Esfrego meu membro enrijecido nela, quero que ela sinta o que sua insolência faz comigo, como ela me deixa todas as vezes em que me desafia. A minha mão desce contornando sua espinha, me afasto e sigo até a parede, tentando ignorar a vontade se usar a palmatória de madeira. Ela ainda não está pronta para isso. Pego a de couro, a visão da sua raba é tentadora. Atinjo ela pela primeira vez,um gemido engasgado sai da sua garganta.
— Nunca mais faça isso!
Rosno.
— Fugir?
Ela zomba, mas logo sente o couro novamente a atingir, ela geme, enquanto vejo sua boc*eta encharcar.
— Você percebeu que não iria muito longe.
— É uma pena, talvez uma distância entre Terra e Marte ainda seria insuficiente entre nós.
Ela rebate.
Uso a palmatória outras vezes, referindo cada uma de suas ofensas, me afasto e pego um vibrador, as suas pernas tremem, toda sua força vai embora em apenas um orgasmo. Ela geme, baixinho, apertando a corda nas suas mãos.
Me livro das minhas roupas, e depois de solta-la e levar ela em direção a cama, eu castigo seus seios, sugando-os com força, a pele em torno dos seus bicos se tornam vermelhas, a sua respiração é descontrolada, e todo o seu corpo se contorce, ela agarra o meu pulso, o seu toque em mim é estranho, seguro em seu pescoço com a mão esquerda, com a outra mão seguro em sua coxa e ela, entrelaça as pernas em meus quadris, eu a invado fazendo ela gemer e dessa vez não sou sútil ou controlado, me movo de forma bruta e rápida, sentindo ela me estrangular dentro dela.
— Que porr*a!
Praguejo em um urro, Sarah morde os lábios enquanto invisto com força, eu sinto seu corpo tremer em baixo de mim, ela não vai aguentar muito tempo.
Toda sua marra se esvai enquanto eu a estoco, giro ela a deixando de quatro, seguro sua cintura pois seu corpo não a responde mais, eu a estoco em movimentos circulares e de vai e vem com os meus quadris, enquanto tudo que ela pode fazer é gemer, meus tapas estalam nela, deixando marcas vermelhas. Sarah segura os lençóis com força quando sente seu corpo tremer, me derramo de forma intensa nela também, sabendo que seu corpo já colapsou. Ela desaba na cama em silêncio. Eu a levo para o chuveiro, e depois de um banho rápido, tiro sua máscara, encarando seu rosto ainda avermelhado e seus lábios inchados, levo ela de volta ao sótão, e passo parte da noite vigiando seu sono, enquanto reprovo a mim mesmo. Deixo o sótão enquanto travava uma guerra interna, eu a odeio e a desejo na mesma proporção.
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Atualizado até capítulo 110
Comments
Ivanir Fernandes Barbosa
Agora ou daqui a pouco começa a guerra na mente e no coração dele entre o amor e o ódio.
2024-08-29
1
Edna Aparecida Rodrigues Pereira
Que homem nojento
2024-08-17
1
New Biana
confuso
2024-07-21
6