...• Klaus Martini...
Subi as escadas em direção ao sótão, Sarah estava encolhida e nua na cama, e ao me ver tentou se cobrir ainda mais com o lençol que havia ali.
— De joelhos.
Mandei.
— Não.
Ela respondeu relutante, mas foi só deixar o chicote à frente do meu corpo que ela desceu da cama envergonhada e com raiva. Joguei uma máscara que tinha apenas uma abertura nos lábios para ela, Sarah me olhou tentando entender o porquê daquilo.
— Não quero ter que olhar seu rosto.
Disse tranquilamente, por que era verdade.
— É assim que quero ve-la todas as vezes que vir a esse quarto, de joelhos.
Eu iria submete-la pelo medo, e posso dizer que esse sentimento transborda nela, não que eu fosse usar o chicote nesse momento, mas como eu disse, ela precisava entender seu lugar.
As mãos dela estavam trêmulas, ela pegou a máscara no chão e colocou.
— Eu já assinei os papéis, não era isso que queria? Me deixe em paz.
— Eu disse que assinar aqueles papéis era a parte fácil da coisa. Somos casados querida. E eu vou adorar que o seu papai saiba que você virou mulher, quando ele receber os lençóis manchados com o sangue da virgindade que ele pretendia leiloar a outro.
A minha voz estava carregada de sarcasmo. Tirei o terno, o coldre, e depois peguei o meu cantil, virando todo o uisque que ele continha, e enquanto a observava de joelhos, tirei o restante das roupas.
— Eu não quero, não quero.
Ela disse sem alterar o tom de voz, tentando colocar para dentro todo o sentimentalismo que procurava uma brecha para desaguar furiosamente.
— Eu não vou forçar você.
Ela respirou fundo, como se sentisse alívio. Caminhei na direção dela, passando o indicador levemente pela sua nuca, seu corpo estremeceu.
— Acredite, o seu próprio corpo irá trai-la, no momento em que sentir tudo prazer que eu posso oferecer a ele. E depois você vai se odiar por querer mais. Ah e você vai querer.
Segurei seu braço, a levantando, passei os olhos ligeiramente pelo seu corpo, me agradava o que estava vendo, embora haviam marcas de queimaduras feitas por cigarro em várias partes das suas costas.
— Sabe que isso vai acontecer Sarah. Só pode escolher como vai acontecer. Talvez nessa sua existência miserável essa seja a única coisa boa que vai viver.
Disse no seu ouvido, a minha mão subiu pelo seu braço, agarrei um dos seus seios, a sua respiração se tornou mais irregular.
— Então ande logo com isso. É um lençol manchado que quer não é querido?
Ela devolveu o mesmo tom de ironia que usei anteriormente. Se ela soubesse que a minha vontade cada vez que ela abre essa maldita boca é surrar a bunda dela com uma palmatória de madeira até estar em carne viva ela ficaria quieta.
Minha boca foi de encontro a sua pele, a cada beijo e mordida em seu pescoço, sentia o seu corpo esquentar, olho para a única parte visível no seu rosto, Sarah comprimia os lábios, enquanto sentia seu corpo traí-la como eu avisei.
Levei-a em direção a cama, e abri abruptamente suas pernas, encarando sua entrada molhada, ela tentou fechar as pernas, e com as mãos cobriu os seios, passei o chicote suavemente por seu corpo.
— Eu sinto um put*a tesão em punir. Se não quiser conhecer esse lado hoje, mantenha as pernas abertas para mim.
Ela abriu as pernas novamente quase em câmera lenta, me dando uma visão espetacular.
Fiquei em cima dela, prendendo os seus braços acima da cabeça, deixando seus seios livres, fiquei emputecido ao ver uma marca roxa em seu pescoço, ignorei e segui para seus seios, circulei a auréola com a lingua, e depois o abocanhei e mamei, em resposta seu corpo arqueou, ela tentava se manter fiel à tentativa de não gemer, desci deixando marcas pela sua barriga vendo alguns hematomas e as mesmas marcas de queimaduras que haviam nas costas, me coloquei entre as suas pernas, ela apertou os lençóis e mordeu os lábios como se esperasse algo doloroso.
Contrariando sua expectativa, deixei beijos molhados por todo o interior da sua coxa direita, chegando perto demais a ponto de sentir o cheiro dela, Sarah respirou fundo, e dessa vez não conseguiu conter o gemido engasgado de sua garganta, fiz o mesmo com sua outra coxa, e depois me concentrei em sugar o seu clitó*ris, introduzi um dos meus dedos, e agora, os seus gemidos ecoavam por aquele quarto enquanto sentia os espasmos dela, junto ao seu gozo, seu corpo amoleceu, comprovando minha tese do quão ridiculamente frágil ela era, um orgasmo a destruiu.
— Fod*idamente apertada car*alho.
Rosnei.
Subi em direção aos seios dela novamente e apertei aquela cintura fina e curva, enquanto estimulava o seu ponto sensível, por que iria doer, estendi a mão elevei o quadril dela, e a penetrei, um grito escapou da sua garganta.
— Isso dói.
Ela disse quase em um sussurro enquanto agarrava os lençóis, e só havia ido até a metade.
— Está quase lá.
Minha voz saiu um tanto mais rouca que o habitual enquanto sentia meu cac*ete ser estrangulado por seu aperto, continuei devagar até estar totalmente dentro dela, enquanto movia o polegar em seu ponto sensível, eu posso ser um canalha por fazer o que estou fazendo, mas ainda assim seria incapaz de ir com violência sabendo ser sua primeira vez.
Nós dois estavamos em uma guerra interna, eu jamais iria admitir estar gostando, ela também não, mas cada um dos seus gemidos desenfreadas gritava isso. E enquanto eu urrava as paredes a nossa volta pareciam estar derretendo pelo calor, a maldita cama de madeira rangia enquanto a estocava, eu também estava sendo traído pelo desejo enquanto a boc*eta dela me estrangulava. Ela não tocou em mim, mas suas unhas estavam quase rasgando o colchão, Eu apertava suas coxas indo cada vez mais fundo, enquanto seu corpo subia e descia, senti quando ela atingiu o climax novamente, mas eu não estava nem perto, poderia fod*er ela incansavelmente a noite toda. Olhei para os lençóis manchados com o sangue e o goz*o dela, continuei, cada vez mais rápido, intenso, vendo o seu corpo exausto. Ela não aguentaria outro orgasmo, com um urro me entrego me enterrando o mais fundo que conseguia dentro dela.
Por um momento a minha mente tropeça, entre passado e presente, balanço a cabeça tentando não surtar. Olho aquela máscara, e os lençóis, saio de cima dela, que geme baixinho.
— Pode tirar sua máscara.
Ordenei.
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Atualizado até capítulo 110
Comments
Euridice Neta
Ele está ferido, com raiva querendo vingança e com a alma em frangalhos mais não pode querer se vingar em alguém que não tem culpa de suas perdas e dores....
2025-02-04
1
Aline Linno
Alto confiança é tudo Klaus é puro deboche....
2024-08-28
3
Sandra Regina
Muito bom 👏👏
2024-08-18
1