...• Sarah Coppola...
Depois que eles saíram, eu virei para o lado, ignorando a comida, me sentia tão sozinha e indefesa quanto estava naquele lugar, e mesmo que eu estivesse faminta eu não conseguia comer, me sentia exausta, suspirei e peguei no sono.
— Me tira daqui, por favor!
Gritei, e depois gritei de novo por que Klaus estava em cima de mim, quando foi que ele entrou aqui? E por que diabos ele está aqui?!
— Foi um sonho.
Ele disse, tentando me acalmar e falhando miseravelmente.
Empurrei ele fazendo o mesmo se desestabilizar e cair.
— Não foi um sonho, não foi um pesadelo. FOI REAL!
Gritei.
— É tudo real, em um pesadelo você acorda e sabe que aquilo não aconteceu. Mas não ha nada que possa fazer em relação ao meu tormento por que ele é real.
Cuspi aquelas palavras com ódio, e o seu semblante calmo me irritava.
— O que quis dizer com: Você tirou a minha única esperança? Você disse isso.
— Que diferença isso faz para você?
Disse me virando para o lado e ignorando sua presença, fechei os olhos novamente.
— Nenhuma.
Ele disse algum tempo depois.
— Foi o que pensei.
Retruquei.
— Acha mesmo que Alex poderia te tirar do país? Que você poderia fugir? Não seja tola.
Ele disse. Eu não respondi nada.
Quando amanheceu eu estava sozinha no quarto, levantei e fui em direção ao banheiro, encarei aquele chuveiro e respirei fundo, entrei de cabeça e tudo debaixo da água fria. Fiz as minhas higienes e sai, tinha uma bandeja com o café da manhã em cima da mesa. E Klaus estava de frente a pequena janela, vestindo apenas uma bermuda, havia tatuagens espalhadas por toda suas costas, que eram tão definidas que pareciam ter sido esculpidas.
— Vim aplicar o remédio.
Ele disse voltando seus olhos para mim. Estava enrolada na toalha.
— Eu mesma posso fazer isso.
— Deite-se. É uma ordem.
— Não.
— Sarah, Sarah... Não tem ideia do que sinto vontade de fazer cada vez que me desafia.
— Ah eu tenho ideia sim, é por isso que estou toda ferrada.
Ele me encarou, e dessa vez seus olhos tinham uma malicia diferente, eu acho que não deveria provoca-lo tanto já que não tinha a mínima condição de sobreviver a outra semana como essa.
— Deite-se.
Ele mandou uma segunda vez, mais agora caminhando na minha direção. Me encurralando até estar com o corpo muito próximo ao meu, ele era a porr*a de um pecado, não era apenas um pedaço de mal caminho, ele era o caminho inteiro, como era possível odiar alguém e desejar ao mesmo tempo? Será que eu estou ficando louca? Eu certamente estou.
— Eu estou contando cada uma das suas ofensas, Sarah. O que fará quando eu cobrar cada uma delas?
Ele disse, tão próximo ao meu ouvido, segurou a minha mão, fazendo a toalha cair nos meus pés, os seus dedos circulavam o bico do meu seio, enquanto sentia meu corpo me trair de novo ao estremecer com o toque dele.
— Já conseguiu seus lençóis.
Rosnei próximo ao seu ouvido, Klaus apertou o meu mamilo, me fazendo gemer de forma miserável, enquanto reprovava a mim mesma.
— Seu corpo pertence a mim, e responde a mim, Sarah, vou fazer você entender isso. Agora deite-se.
Ele disse me conduzindo até a cama.
— Abra as pernas para mim, Sarah.
A voz dele exalava imoralidade, o tom rouco e grave, fechei os olhos enquanto sentia sua mão deslizar pela minha coxa, esquentando o meu corpo, me fazendo lembrar daquele dia, e de cada sensação que senti.
— Não faça isso durar mais que o necessário.
Mas ele me ignorou completamente, que merda ele estava fazendo? Abri os olhos apenas para encontrar Klaus encarando o meio das minhas pernas cheio de lascívia, e quando os seus dedos deslizam pelos lábios da minha fenda, eu mordi com força os lábios contendo o gemido que queria sair. Desgraçado. Ele sorriu vitorioso.
— Sensível, muito sensível.
— Eu te o... Ahhh!
Não consegui terminar a frase, seu polegar alcançou o meu clitóris, ele mantinha seus olhos nos meus, me fazendo pensar se era dessa forma que ele estava me olhando aquele dia. Klaus se coloca de joelhos na cama, descendo sua bermuda, fazendo seu membro saltar para fora, arregalei os olhos, o que ele pensa que estava fazendo? Aliás, o que eu penso que estou fazendo, eu deveria fechar os olhos, mas a visão dele segurando seu p*au, movendo a mão para cima e para baixo, enquanto mantinha seus olhos na minha boc*eta era tentadora demais, sensual demais, sua respiração era tão pesada quanto a tensão entre nós. Eu sentia o meu ponto sensível pulsar, meu corpo estava tenso como se esperasse algo, e precisasse do toque imediatamente, mas ele não fez isso, em um impulso libertino levei minha mão até o lugar onde ele estava tocando anteriormente, eu nunca fiz isso, mas eu precisava, todo o meu corpo estava queimando.
— Coloque mais pressão.
Ele ordenou, a sua voz estava ainda mais rouca, nem mesmo questionei por que deveria obedece-lo, mas eu fiz, e todo o meu corpo ficou rígido e em seguida uma sensação tão gostosa se apoderou de mim, que levou todas as minhas forças, Klaus urrou enquanto eu assistia ele chegar ao seu climax.
Só então me dei conta de que fiz exatamente o que ele queria. Ele levantou e foi até o banheiro, voltou trazendo uma toalha úmida e me limpou,e depois aplicou o remédio. Saindo em seguida. O muro entre nós estava erguido novamente, e eu soube de outra coisa naquele momento: Ele me mostra um pedaço do paraíso, mas arranca isso logo em seguida quando saia por aquela porta me lembrando como ele me via, uma propriedade que pertencia a ele.
Eu tomei café, e me deitei. Para mim não ha diferença entre aquela solitária e esse é sótão. Lá estava presa a correntes. Aqui estou presa ao Klaus.
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Atualizado até capítulo 110
Comments
Maia Maia
E vem bebe por aí né, pois o comprido que a bruxa levou ela não tou na bagunça, 🤭🤣🤣
2024-12-24
1
Edna Aparecida Rodrigues Pereira
coitada da Sara que vida que tá vivendo tudo por causa do seu irmão
2024-08-17
4
chayene Barros
😍😍🙏🏼
2024-08-15
1