Depois do acontecido com Sabrina eu e a Marina decidimos que vamos estudar a respeito dos direitos de crianças e pessoas vulneráveis e com deficiência. Vamos montar um site de orientação com os direitos e defesas para essa minoria e amparos jurídicos. Para quem não puder pagar, faremos até mesmo de graça, mas chega de injustiça a nossa volta.
Voltamos para casa com Antônio e Alice que contam como tudo o que aconteceu e que, era ele quem estava dançando com ela no momento da briga e as meninas começaram a ofender a Sabrina, chamando- a de retardada e mongol.
Antônio é um menino lindo, pele clara e cabelos pretos. Seus olhos marcantes e seu rosto afeiçoado. Marina morre de ciúmes dele e acha que ele, sempre será um bebê, porém ele já está mudando seu jeito de adolescente e dando sinais de crescimento e porte físico. As meninas enlouquecem com seu sorriso e com seu carisma.
Marina olha pelo retrovisor a carinha dos dois adolescentes atrás e virando-se rapidamente diz:
__ Você está gostando da Sabrina?
__ Não mãe! Ela é minha amiga.
__ Sei! ...
__ Ele está sim, mãe! Eles estão sempre juntos e ela não dá a mínima para ele, o trata como irmão e ele fica suspirando por causa dela. As meninas da escola já perceberam que ele morre de amores por ela e por isso ficam mexendo com a coitada no intervalo da aula.
Alex começa a rir e eu estou assustada. Para mim, são apenas crianças e não pensei que já pensavam em gostar de alguém.
__ Do que você está rindo?
__ É que o padrinho dele vai matá-lo, quando descobrir que ele quer namorar a Sabrina.
__ Pai, eu já disse! Ela é minha melhor amiga e se falarem isso para ela, o padrinho não a deixará mais, sair comigo.
__ Com certeza não falaremos nada, mas você vai me prometer, que não tocará um dedo nela. Pois, vocês dois são apenas crianças.
Eu falo amedrontada e Alex continua rindo com ar de quem não se importa com a idade deles.
__ Já entendi, meu filho! Você gosta dela como amigo e se não quer problema para a sua cabeça, fique longe das mulheres. Elas são problemas ambulantes.
Marina me olha com raiva e Alice puxa a minha orelha e diz:
__ Então é assim, papai! O senhor acha que somos problemas?... O senhor verá problema quando a mamãe chegar linda na praia com esse biquíni que ela comprou.
Ela pega um minúsculo biquíni de uma bolsa que está atrás no banco e balança na minha frente, esticando o seu braço pelo meu ombro e me fazendo olhar para guardanapo com cordinha.
Olho para Marina que está com raiva do que eu falei e a vingança está armada.
__ Não foi para você que comprou esse biquíni, ou foi?
Pergunto duvidando que ela usará uma coisinha desse tamanho.
__ O que você acha, meu amor?
Eu não posso discutir na frente das crianças, Alice está com um sorriso sarcástico e Antônio tentando entender o que está acontecendo.
Chegamos em casa e ela está a socar as coisas e não me dando confiança.
__ Crianças, vão tomar os seus banhos e arrumarem para irmos à casa do seu padrinho.
Eles sobem correndo e Marina sobe para o quarto. Eu subo atrás, pois precisamos conversar a respeito desse pedacinho de tecido que não tampa nem o buraco do dente.
Fecho a porta e vou atrás dela no banheiro e dizendo:
__ Esse biquíni não é para você, ou é?
__ Eu não tenho que lhe responder, afinal mulheres dão dores de cabeça e são problemas, você não falou?
A coloco contra a parede e seguro firme os seus braços acima da cabeça. A nossa respiração está ofegante e ela está com raiva. Olho em seus olhos e sinto a mesma paixão que senti a treze anos atrás. O ciúme do seu corpo me faz desejá-la e minha intenção não é de brigar.
__ Eu disse e repito, você é o problema que eu gosto de ter e enlouquece-me com o seu jeito sapeca e levada. Mas eu não suportaria ver outro homem admirando seu corpo, que é só meu.
O seu semblante vai suavizando e os meus lábios se aproximam dos seus. As minhas mãos descem até a barra da sua blusa e arranco devagar a deixando exposta. A sua ‘lingerie’ é um atrativo para seus seios e os meus olhos pousam por sobre o colo dos mesmos onde o volume macio e firme sentem os meus dedos acariciando a sua pele, a fazendo arrepiar, ficando excitada e me levando a loucura.
__ Vai dizer que não é um problema esse seu corpo e o seu perfume, sua boca e essa entrada!…
Falo beijando o seu pescoço e a fazendo amolecer com a minha mão dentro da sua calça e tocando a sua intimidade encharcada que está pulsando de desejo.
Ela geme no meu ouvido e tomo os seus lábios em devassidão. Ela abre a minha camisa e passa os seus dedos no meu peito que arrepia. A pego nos braços e a levo para cama e mostro a loucura que é amar uma mulher e desejá-la diariamente e noites inteiras.
As entradas são fortes e sua libido é ardente, não mudaram com o tempo, apenas melhoraram com a experiência. Ela sobe no meu corpo num ritmo sensual e se esfregando com volúpia, chegamos ao clímax juntos.
Complementamos o nosso momento com um banho e mais uma rodada de carinho, como todos casais apaixonados já não lembramos mais de como foi o começo da discussão e, que já nos entendemos. Saímos do quarto como se nada tivesse acontecido, estamos conversando normalmente e nos beijando e abraçando a todo momento.
Alice e Antônio nos vendo rindo e brincando um com outro perguntam?
__ Os senhores não estavam com raiva um do outro, agora?
__ Raiva? Eu não fico com raiva da sua mãe, você estava enganada.
Rio da carinha de Alice que tenta entender e Marina diz:
__ Um dia vocês entenderão o que é casamento, e como é difícil encontrar a pessoa certa e querer ficar ao seu lado o resto da vida.
Eles se olham e dão com os ombros sem entender o que a mãe dizia. Chegamos na casa do Sandro e o mesmo está cuidando da churrasqueira, em quanto Salete toma vinho com as garotas no bar do enorme salão de festas.
As crianças estão conversando numa rodinha de amigos e as risadas são ouvidas por todos. Não vejo Sabrina com as outras meninas, olho para Antônio que a está procurando com os olhos.
Ele vai em direção a Salete e pergunta:
__ Madrinha, onde está a Sabrina?
__ No quarto, ela não quer descer, disse que iria dormir. Pode ir lá falar com ela?
__ Posso!
Ele sobe correndo e Marina arregala os olhos para mim, mas eu não posso fazer nada para impedir…
***Faça o download do NovelToon para desfrutar de uma experiência de leitura melhor!***
Atualizado até capítulo 98
Comments
Karla Nubia Lopes
kkkkkkkkkkkkk
2025-02-14
0
Edileuza França
Sandro vai morrer do coração
2024-07-01
2
Imaculada Abreu
Sabrina é bem sapeca
2023-11-20
5