Como havia planejado vou ao encontro da Sra. Tolentino no Instituto "Novo Dia".
Chegando ao Instituto estaciono meu carro nas vagas que haviam em frente ao prédio.
Recebo o endereço da rua lateral ao prédio. Pois á Rua em frente é a entrada do hospital infantil.
A recepcionista atende-me e liga para o andar. Onde sou autorizada a subir para o escritório que fica nos 2° andar.
Entro no elevador e em estantes estou nos 2° andar.
Ao sair do elevador estou de frente para
a recepção onde a secretária da Sra. Tolentino atende-me.
- Bom dia! Sra. Ferrari? Pergunta ela.
- Sim! Bom dia!
- Pode entrar. A Sra está lhe aguardando.
- Obrigada!
A uma porta de madeira entalhada com a imagem de uma fênix.
A fénix (ave mitológica) é o símbolo da renovação, bem pertinente ao nome do instituto.
Dou um toque na porta e abro.
- Seja bem-vinda Sra. Ferrari.
- Obrigada Sra. Tolentino. E a Sra. Como está?
- Muito bem querida. Me chame de Margarida.
- Por favor me chame de Anne.
- ok. Anne.
- Nosso Instituto já existe á 25 anos.
Eu e meu falecido esposo criamos o Instituto para atender as crianças carentes que não tinham acesso a saúde de qualidade.
Meu esposo o Sr. Tolentino era um grande médico e doava uma parte do seu tempo para fazer o bem.
E eu sempre o ajudei na organização de tudo.
E aqui estamos! Continuando o legado do meu amado.
Com ajuda de amigos e outras pessoas construimos o hospital que fica no prédio ao lado.
E fazemos atendimento gratuito.
Ela se levanta e diz:
- Venha querida! Vou lhe mostrar o Instituto.
E saímos da sala em direção ao hospital.
Após apresentar-me todos os andares e setores retornamos ao seu escritório.
- Então Anne, gostou do nosso trabalho?
- Margarida eu amei. E queria fazer-lhe uma proposta.
- Sim, pode dizer?
- Eu venho de "Newcity". Uma cidadezinha pequena, mas muito carente. Por ser um distrito voltado a agricultura as nossas crianças vou para a lavoura desde muito pequenas. Eu gostaria de fazer um trabalho para ela terem outra opção, além disso, tanto de saúde como em educação. Eu ajudei a reformar e ampliar a escola local.
- Mas queria fazer ainda mais.
- Isso é maravilhoso Anne e muito nobre.
Mas como posso ajuda - la?
- A câmara municipal da cidade é cheia de burocracia e só permite grandes Institutos ou Organizações fazerem trabalhos sociais na cidade.
Queria fazer uma parceria com o Instituto.
- Sim. Vou pedir para criar um plano de trabalho detalhado descrevendo objetivos, o lugar, os gastas, quem será atendido e quantos atendimentos por mês. E tudo mais que puder detalhar. E quando estiver pronto traz-me.
- Combinado Margarida.
Despedimo-nos e retorno para casa.
Como já era horário de almoço, sigo até o restaurante. Deixo o carro estacionado ao lado do restaurante.
Quando saiu do restaurante em direção ao carro meu veículo está com os 4 pneus furados e na porta do motorista no vidro tem uma faca entre a borracha e o vidro.
"que sacanagem os quatro pneus" eu penso.
Pego o celular e ligo para Enzo.
- Oi querida!
- Oi!
- Desculpe te incomodar. Mas preciso de ajuda.
- Você nunca me incomoda e estou feliz por ter me procurado. O que houve amor?
- Enzo eu vim almoçar no restaurante furaram os quatro pneus do meu carro. E deixaram uma faca entre o vidro e a borracha. Acredito que seja uma ameaça.
- Porra! Não acredito. Anne a esquadra de polícia é próximo?
- Sim, a duas quadras.
- Certo! Vá até lá e registre a queixa. E espere-me lá. Já estou a ir ai
- Não Enzo. Para com isso deve ser a louca da padaria.
- Quem é essa? E, porque ela faria isso?
- Te explico outra hora. O ponto é que não consigo tirar o carro daqui. Pode acionar a seguradora. Eu vou deixa - lo aqui. Até porque não vai andar mesmo. E vou para casa de táxi.
- Anne pode ser outra coisa. Faça o que lhe pedi por favor.
- Você está a exagerar. Preciso ir agora. Nos falamos depois.
E desligo o telefone.
Pego um táxi e retorno para casa.
Algumas horas depois um guincho traz o carro já com os pneus consertados.
Guardo o carro na garagem.
"Um problema a menos" eu penso.
Agora quero focar em fazer o trabalho social que eu sempre desejei.
Começo a escrever tudo no computador.
E peco a noção do tempo.
Quando vejo já são 1h da manhã.
Preciso dormir.
Quando fechar a cortina da sala percebo haver uma pessoa em frente a casa me observando. Próximo à árvore. E ao perceber que eu vi começa a andar até que não a vejo mais.
- "Isso é muito estranho. Não pode ser a louca da padaria.Mas se não é ela quem será?", digo a pensar alto.
Por segurança fecho todas as travas das portas e das janelas e vou deitar, pois já estou exausta o dia foi longo hoje.
Acordo com o sol forte na janela.
"Nossa já amanheceu", eu penso.
Ao olhar o relógio percebo que são 11h45 minutos. Nossa dormi demais.
Tomo um café e vou andar pela cidade procurando um imóvel apropriado para realizar o meu projeto.
É bem dificil pensar em um, já que a maioria das casas são antigas, algumas bem destruidas e com pouco espaço.
Sigo andando de casa até o centro da cidade.
Quando alguém toca meu ombro.
Rápidamente olho para trás.
- Sra.... Ferrari? Diz John ao ver-me.
- Sim. Como ousa vir falar comigo depois do que fez.
Ele abaixa a cabeça.
E com um timbre de voz baixo diz-me:
- Vim desculpar-me. Eu havia bebido muito e por ser uma mulher linda acabei-me excedendo. Desculpe.
Eu fico-lhe olhando.
- Depois vou desculpar-me com o Sr. Ferrari também. Não quero que fique um clima ruim entre nós. Posso dar-lhe um abraço?
Eu balanço a cabeça afirmando que sim.
- Desculpa mais uma vez. Diz ele ao ir a andar.
Achei tudo bem estranho. Mas continuei a andar pela cidade pensando e procurando o imóvel ideal.
Chego até a única livraria da cidade. E por amar os livros, fico ali por um bom tempo. Escolho dois títulos, os compro e retorno para casa, quando o sol já está se pondo.
Quando estou a chegar. Vejo Enzo ao telefone em frente a casa, andando de um lado para o outro. Com um segurança e Thomaz.
"O que será que aconteceu?", pergunto-me.
Quando me aproximo. Os cumprimento:
- Boa noite! Sr's!
Enzo está transtornado.
- Porra Anne!
Pega-me pelo braço, arrasta-me para dentro e me joga no sofá.
- Você está louco! O que é isso Enzo!
- Louco? Louco? Foi para isso que queria a sua liberdade Anne? Para ter um amante?
- Ah! não! Essa conversa denovo Enzo.
Hoje não! Estou cansada.
- Onde você estava? Porque está a voltar agora? Porque sem carro e sem celular?
- Eu fui procurar um imóvel para meu projeto. Resolvi ir a pé, pois queria pensar e exercitar-me um pouco, depois passei na livraria. Olha ai comprei 2 livros, olha o recibo. E o meu celular eu estava com ele olha. Tiro do bolso e mostro-lhe.
Quando o toco e vejo que descarregou.
- Ah! Descarregou. Não vi! Digo surpresa.
- Quer que eu acredite nisso? E projeto é esse? Não me falou nada Anne.
Mas antes de responder-me, explica-me essa foto. Ou vai dizer que não é você?
- Que foto?
Enzo mostra-me a foto no celular.
Estou abraçada a John.
- Não! Enzo não, por favor. Eu posso explicar.
- Fale. Diz Enzo
E eu conto que aconteceu:
- Ele deve ter feito já pensando, por isso ele tirou a foto. Como ele não presta.
- Precisa acreditar em mim amor.
- Você já sabia o que aconteceu. Porque aceitou falar com ele. E pior o abraçou. Ou você está mentindo, ou é mesmo muito ingénua.
- Anne eu já estou cansado desse cara.
E de você longe de mim. Volta para a Mansão hoje. E se disser não, eu amarro-lhe e vai à força. Pegue as suas coisas nós vamos voltar.
Eu balanço a cabeça dizendo sim.
- Enzo você acredita em mim? Pergunto.
- Vamos Anne, não tenho a noite toda.
- Enzo responde-me?
- Anne estou realmente me esforçando para não brigar anda logo.
Eu afasto-me e começo a separar as coisas.
Pego tudo que preciso. Thomaz ajuda-me a colocar no porta malas. Enzo está sentado no banco de trás e eu sento ao seu lado.
Tento segurar a sua mão, mas ele afasta-a.
Durante a viagem acabo a adormecer. E apoiando-me na porta. Mas Enzo coloca-me encostada ao seu ombro.
Chegamos a Mansão. Entramos e eu vou em direção ao meu quarto.
- Onde você pensa que vai? Pergunta Enzo com irritação.
- Para o meu quarto!
- Sem essa Anne. Essa palhaçada acabou. Você é minha mulher. Dormimos no mesmo quarto.
Suas coisas estão todas aqui.
Sigo para o quarto. Enzo me pega pelo pescoço. Encosta-me na parede. Beija o meu pescoço. És um desafio Anne.
Estou tão bravo com você. Que queria bater muito nesse rabo perfeito.
Ele respira bem fundo, como se tentasse engolir os desejos. E passa as mãos pelos cabelos.
- Tome seu banho e vamos dormir. Estou cansado.
E assim o obedeço, tomo banho e deitamos para dormir.
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Atualizado até capítulo 86
Comments
Michele Mendes
nossa que mulher burra
2024-12-02
0
Isabel Esteves Lima
John é um escroto. imbecil. 😡😡😡😡😡
2024-10-13
0
Ester
pra um um Dom ele é muito inseguro credo que babaca e ela aceitando tudo burra mesmo
2024-09-02
2