Enquanto estamos no helicóptero, o Sr. Ferrari vai-me mostrando as coisas pelo caminho.
— Veja aquela ilha ali.
— Essa cidade é linda, precisa conhecer.
E assim seguimos.
— Sr. Ferrari quantas horas de voo?
— Vamos parar com a formalidade. Agora é minha esposa. Pode me chamar de Enzo. São 8 horas de voo.
— Tudo bem, se não se importa. Pode me chamar de Anne.
Seguimos a viagem.
— Anne não sei muito sobre você. Descobri o nome dos seus pais, mas pouco há sobre vocês. Sobre o seu ex-marido Ray encontrei mais coisas. Vídeos e postagens. Mas não tem nada. Nem uma foto. Não gosta? Pergunta ele intrigado.
— Ray ganhava com isso. Dava palestras e cursos precisava ser visto. Diferente de mim. Não vejo a necessidade de mostrar a minha vida a desconhecidos. Respondo.
— E você Enzo, também é um fantasma como eu? Tem algum motivo?
— Huummm! Queria saber mais sobre mim? Ele diz rindo. Anne sou bilionário. Não quero ninguém me agradando ou se aproximando por interesse. Procuro pessoas verdadeiras. Responde ele com convicção.
- Me diga, com verdade. O que lhe fez aceitar o contrato? O prêmio no final?
- Claro que não. Na verdade, acertei por ter onde morar e uma esperança de recomeçar. Se tivesse apenas me oferecido um teto ou um emprego também teria aceitado.
- Então posso refazer o contrato e retirar o Prêmio? Pergunta ele para me testar.
- Pode sim. Aproveita e já retire também o salário mensal. Acho exagero. Eu digo.
Ao ouvir as minhas palavras e sentir a sinceridade em mim. Ficou estampado no seu rosto a felicidade. Como quem dissesse, "acertei".
Acabo pegando no sono.
Quando acordo estamos chegando a ilha. E pousando em uma mansão a beira-mar.
- Acordou! Ele diz.
- Porque não me chamou Enzo?
- Você dormia tão tranquila, não quis incomodar.
- Obrigada. Eu não dormia bem a meses.
Pousamos e descemos. A mansão é linda. Com características de vilarejo. Casa típicas da Itália. Toda em branco com portas e janelas azul e piso de caquinhos. Alguns arabescos pintados em azul decoram alguns cantos. Tudo tem um ar romântico.
Descemos uma escadinha e entramos na casa.
Tudo muito lindo e simples. Mas com detalhes típicos da cidade.
Enzo carregava as duas malas e a bengala.
- Espere Enzo. Eu te ajudo. Ele para, olha-me sério.
- Não sou invalido Anne. Ele diz com grosseria.
- Mas eu não disse que era. Só queria ajudar. Já que isso lhe ofende. Então carregue sozinho. Eu digo e viro o rosto.
Sigo a andar atrás dele. Entramos no quarto. Aconchegante, lençol branco de algodão, móveis de madeira maciça. Cama enorme e um banheiro exclusivo com banheira. Havia também uma televisão em frente a cama.
Sento-me na beira da cama.
— Pode deitar. Não paga nada por isso.
Diz Enzo enquanto me empurra para deitar no colchão.
Para me segurar acabo a puxar ele, que cai por cima de mim.
Damos risada.
— Vou tomar banho! Diz ele afastando-se.
Ligo a tv. E fico assistindo.
Ele sai de cabelo molhado, cheiroso, de cueca boxe e sem camisa. E se deita ao meu lado.
Rapido eu me levanto e antes de entrar no banheiro ele fala:
- Anne! Sua camisola.
Pego a camisola e vou tomar banho. Me perfumo, passo hidratante e visto a camisola.
Ao me olhar no espelho, vejo o quanto estou bonita. Mas me sinto envergonhada. Nunca usei esse tipo de roupa com Ray.
Solto o meu cabelo e o coloco de lado. O que me dá um ar bem "sexy".
Eu nunca fui a mais linda. Mas disser que eu era feia é uma grande mentira.
Quando adolescente já chamava a atenção. Mas nunca fui namoradeira. Ray foi meu primeiro namorado e o meu único homem.
Saio do banheiro, meio sem jeito, envergonhada. Os meus braços instintivamente tampam os meus seios que estão praticamente amostra com aquela renda.
Enzo está sentado à beira da cama, respondendo uma mensagem no celular.
Aproximo-me e paro a sua frente.
Ele rapidamente me olha de baixo para cima.
Sem dizer nada. Com as suas mãos, afasta meus braços que cobriam os seios.
Ele me olha novamente dos pés até a cabeça.
Enzo deixa transparecer as suas emoções e continua me admirando, como se estivesse congelado, de boca aberta.
De repente dá um grito:
— Porra! É linda demais. A mulher mais linda que eu já vi. E para minha sorte ou para o seu azar, é toda minha!
O seu olhar muda de desejo, para maldade.
Isso me paralisa.
Enzo me puxa pela cintura para ficar bem próxima dele.
Os meus seios ficam na altura da sua boca.
Ele rapidamente morde um dos meus seios por cima da camisola. O que me faz suspirar.
Ele levanta a minha camisola e beija a minha barriga, retira a minha camisola me deixando apenas de calcinha.
E começa a chupar o meu seio, enquanto o sua mão acaricia o meu sexo já úmido, por cima da calcinha.
O seu carinho me faz gemer.
Ele se levanta. Beija o meu pescoço, com a sua mão coloca a calcinha para o lado. Enzo acaricia o meu sexo, num ritmo que me faz gemer ainda mais.
Ele fala ao meu ouvido:
— Olha! Já está pronta para mim.
Não esperava fode - la nem tão cedo Anne.
Está me fazendo quebrar o meu próprio contrato.
— Você me quer? Pergunta ele
Entre gemidos respondo:
— Siiiimmm!
- Então implora cadela. Quem sabe me convence.
As suas palavras acertam o meu estômago como um soco. E me fazem me afastar.
Abaixo a cabeça, o meu semblante é de tristeza.
Ele com o dedo levanta o meu rosto.
— Implore, cadela! Diz num tom autoritário.
— Não! Respondo baixinho, pois a palavra quase não sai.
Ele olha com um olhar de raiva.
Eu nunca fui tratada assim. Cadela? Sério? Pensava enquanto digeria aquelas palavras. Parecia tão ofensivo. Me senti como se estivesse traindo Ray. E com um "ogro".
— Se troque! Vamos conhecer a ilha.
Diz Enzo indo em direção ao "closet".
— O que devo vestir?
— Algo confortável e com calçado que lhe possibilite andar sobre qualquer superfície.
Em alguns minutos já estou pronta. Calça, tênis, e uma camiseta que deixava a barriga amostra. Com o cabelo preso num rabo de cavalo.
- Ótimo Sra. Ferrari. Diz Enzo ao ver-me.
Saímos andando pela rua em frente a mansão, reparei que havia mansões maiores que a de Enzo.
Percebo que Enzo observa tudo e algumas coisas anota no seu celular.
• Consertar o muro da Rua A.
• Retirar a árvore em frente ao número 4.
Curiosa pergunto.
— Desculpe. Mas está porque está anotando essas coisas? A empresa administradora do condomínio é sua?
Enzo sorri.
— Não Sra. Ferrari. A Ilha é minha.
Responde ele, me dando uma piscadinha.
O condomínio tinha um lago no meio para pesca.
Quadra de futebol e tenis.
Área de golfe e boliche.
E um clube aquático com várias piscinas e brinquedos aquáticos.
Restaurante, padaria, um mini mercado e até uma loja com roupa de marca luxuosa.
Na área central do condomínio havia muitas pessoas.
Tinha muitas atividades de lazer.
Descemos para a praia. Em um dos lados da ilha havia atividade de árvorismo, "bungee jump", fazendinha com animais para crianças, cavalos para passeio e escalada.
Um "pier" e uma marina com lanchas e iates ancorados. Fora as motos aquáticas.
Lazer para todos os gostos.
Sem falar nos seguranças que estavam por toda a ilha.
Chegamos a praia em um dos lados da ilha. Onde ficava um penhasco onde era feito á atividade de escalada.
Enzo olha-me e diz: - Vamos subir!
— Não! Respondo em choque.
— Vamos sim! É o caminho mais rápido, estaremos quase ao lado da mansão.
— Enzo não! Por favor. Eu digo com medo.
— Sra. Ferrari, os Ferraris não tem medo! Vamos subir sim. Ele diz.
O medo era visível nos meus olhos.
O instrutor coloca o equipamento e nos dá uma aula rápida. Me dá uma aula rápida melhor dizendo. Porque Enzo já estava acostumado, mesmo com a sua limitação física.
Era "sexy" ver aquele homem. Mas meu medo não me permitia apreciar o meu novo marido.
Começamos a subir.
— Tudo bem Anne? Ele pergunta.
— Sim.
Eu então olho para cima, parecia ser impossivel. Olho então para baixo e o medo paralisa-me.
— Anne? Ele me chama.
— Anne?
— Droga Anne. Ele diz.
Estou grudada na parede. Não consigo me mexer. Enzo se aproxima.
— Anne o que foi? Ele pergunta.
— É alto demais! Não consigo! Digo com a voz presa a garganta.
— Consegue sim! Venha! Ele diz.
— Não consigo Enzo. Grito já chorando.
— Se acalme. Respire comigo. Inspire, expire. Ele diz e eu faço.
- Isso. Mais uma vez. Ele diz me acalmando.
— Não olhe para baixo, combinado?
Não respondo.
— Combinado Anne? Ele insiste.
— Siiimmm!!!
— Vamos querida. O pé direito.
Eu subo o pé.
— Isso querida. Ótimo.
— Agora a mão esquerda.
Eu estava conseguindo subir quando escuto um estalo.
Olho para cima o gancho estava se soltando.
- Enzoooo! Eu grito.
- Meu gancho está se soltando. Me ajuda!
Enzo olha e se assusta.
- Anne não se mexa. Estou chegando.
Mas uma pedra impede Enzo de se aproximar.
- Estique a mão Anne. Eu seguro você. Ele diz
Tento esticar a mão. E o meu gancho se solta antes que eu alcance a sua mão.
Apenas escuto o grito de Enzo.
- Anneeeeee!!!...
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Atualizado até capítulo 86
Comments
Eva Garbin
😲😲😲😲😲😲😲
2024-11-06
0
rafamendes
minha nossa
2024-09-27
0
Gisele Lavaqui
meeeee
2024-08-05
3