ENZO:
Não posso pernoitar no hospital. Então retorno para casa. Anne ainda está debilitada e não se deu conta do que está acontecendo.
Realmente Roberto é ótimo no que faz.
A reforma foi em tempo recorde. Mas ficou tudo muito bonito. Tânia também caprichou.
Como os pisos de mármore e os azulejos combinam com o restante da casa. Os móveis não poderiam ser diferente.
Agora aquele lugar horrível tem paredes na cor bege, teto branco, não há mofo, goteira, nada mais.
Uma cama de madeira no tamanho solteiro. Um guarda-roupa pequeno, uma poltrona e ao lado uma mesinha com um abajur. Agora uma janela pequena no quarto, pois pela diferença na altura do teto do porão e do piso exterior não comportava uma janela grande.
O banheiro também foi reformado, e agora tem até um "boxe". O restante do porão também foi reformado.
Tudo estava limpo, organizado e não parecia que foi reformado no mesmo dia.
Sigo para o seu quarto e encontro na mesinha de cabeceira a foto do nosso casamento.
E pela primeira vez percebo o quanto Anne é importante para mim. Mas sei que sou um grande desafio.
Não posso negar que ela me trouxe vida, alegria, Anne é doce, delicada e sabe como cuidar de mim.
Por um instante esqueço a minha obsessão e passo a olhar para as suas qualidades.
Pego a camisola que ela usou na lua de mel. Olho lembrando dela, cheiro e seu cheiro ainda está presente.
"Como ela é perfeita, eu penso"
Até que ele acabo adormecendo.
Eu perco a hora e acordo com Maria me chamando.
- Sr.?
- Sr. Enzo?
- Sim, Maria!.Respondo ainda sonolento.
- Sr. o delegado Castilho está aqui.
"Eu sabia" penso.
- Mande o entrar Maria. Já vou descer.
Me troco rapidamente e o Sr. Castilho me aguarda na sala com mais 2 detetives.
- Bom dia! Senhores. Eu digo.
- Sr. Castilho quanto tempo. Ao que devo essa honra? Eu pergunto com ironia.
- Sr. Ferrari estou aqui para verificar uma denúncia. Ele diz.
— Denúncia? Sobre o quê? Eu pergunto fingindo não saber.
- O hospital reportou uma denúncia de abandono e maus tratos. Ele diz.
- Contra Anne? Pergunto como se estivesse espantado.
- Isso Sr...sobre a Sra. Ferrari.
- Bom Sr. Castilho só posso dizer que houve um engano.
- Me disseram que ela estava presa no porão com umidade, sujeira e sem ventilação.
Eu muito inteligente digo:
- Sr. Castilho venha, me acompanhe vou mostrar o porão.
Eles descem a escada e o porão está como o restante da casa.
- Venha. Eu digo os levando até o quarto.
Na cama ainda tinha um livro de Anne, o cobertor dobrado, e uma peça de roupa na cadeira.
Uma garrafa com água na mesinha e um chocolate também.
Dr. Castilho observa e tudo parece normal. Tudo bem ventilado e iluminado. Pois no corredor e lavanderia agora havia janelas como no quarto.
- Bom não vejo nenhuma irregularidade..Ele diz.
- Como eu disse foi um mal-entendido.
- Mas responda-me, porque a sua esposa dormia aqui e não com o Sr.
- Sr. Castilho a quanto tempo é casado? Eu lhe respondo com outra pergunta.
- Ah 38 anos. Sr. Enzo! Ele responde.
- Sabe que mulher quando fica brava é incontrolável. (nós rimos). A Sra. Anne brigou comigo e disse que queria ficar longe de mim e veio dormir aqui. No quarto reserva para funcionários.
E seguimos andando em direção a sala.
- O Dr. Paulo me disse que ela tinha marcas no pescoço e no pulso e também nas costas. Pode me explicar?
- Posso sim. Eu e a minha esposa gostamos de sexo com mais força. Então segurei os pulsos e o pescoço dela durante o ato. Mas não reparamos que eu exagerei na força… As costas ela caiu a andar a cavalo. Eu digo.
- Mas pode perguntar a ela. Ela vai lhe responder. Fique a vontade. Eu digo.
- Assim que ela se recuperar conversarei com ela. Ele diz.
- Tenha um bom dia! Diz Castilho indo embora.
Eu sego para o hospital.
Anne conversava com uma enfermeira.
Não consigo esconder o sorriso no rosto estampado ao ver Anne acordada e falando. Meu sorriso é visível a quilômetros.
- Anne! Como está querida? Eu digo.
Ela fica distante, parecia não saber como deveria reagir.
- Estou cansada Sr. Ferrari. Ela responde.
A enfermeira se afasta. Eu pego a sua mão, a abraço e beijo o seu rosto. Os meus olhos se enchem de lágrimas.
- Anne me perdoe! Eu ultrapassei todos os limites ao trata - la daquela forma. Eu não sei porque senti tanto ciúmes e fiz aquilo com a foto. Eu queria disputar com um homem que nem entre nós está. E o homem que sempre lhe ajudou e amou.
As lágrimas escorrem dos meus olhos.
Eu estou dizendo a verdade, estou arrependido.
Mas sinto que ela exita em confiar em mim novamente.
- Tudo bem. Eu lhe perdoo. Enzo sei que não me ama, e que me vê como um prêmio. E teremos ainda anos juntos. Mas queria que respeitasse o meu espaço e me tratasse com respeito. Eu perdi o desejo de viver. Você é instável. Quando penso que estamos bem, você surta sem motivo.Ela diz isso chorando.
Eu me aproximo, limpa as suas lágrimas, a abraço e digo ao seu ouvido:
- Concordo com você. Só está errada em uma coisa. Eu a amo Anne. Amo muito mesmo. Mais do que eu gostaria.
As minhas palavras saem do meu coração. E a beijo. Anne retribui e os nossos lábios dançam, as nossas línguas brincam. É impossível não querer estar ali...nos seus braços.
Castilho nos observa na porta do quarto.
Ele limpa a garganta para chamar a atenção.
"Ram, Ram"
E nós olhamos.
- Sr. Castilho. Eu digo.
- Vim conhecer a Sra. Ferrari e ver se estava melhor..Ele diz.
- Prazer. Delegado Castilho. Ele diz e a cumprimenta com um aperto de mão.
- Prazer! Sou a Anne. Ela responde.
- Bom Anne queria muito saber o que aconteceu com você. Pode me explicar essas marcas no pulso, pescoço e nas costas? Ele pergunta de forma direta.
Eu tento responder.
- Como eu te disse...
- Sr. Ferrari falo com a sua esposa. Deixe ela responder. Ele diz me interrompendo.
Anne me observa. E como se pudesse ler meus pensamentos, ela responde com raciocínio lógico.
- Sr. Castilho fico sem jeito em dizer, mas… eu e Enzo gostamos de sexo… como vou dizer… mais selvagem.
Ela fica vermelha.
- Tudo bem Sra. Não precisa se envergonhar. É sua intimidade e não precisa mais explicar.
Espero que se recupere logo. Se precisar de mim, estou na delegacia de polícia. Melhoras! Ele diz.
Eu a beijo com ainda mais desejo. Anne amolece nos seus braços.
- Você é perfeita! Eu sussurro.
- O que aconteceu? Ela pergunta.
- Eu disse a mesma coisa a ele. Que ficou com marcas durante o sexo. E olha que nem combinamos. Eu digo sorrindo.
- Bom eu sabia que a verdade dessa vez seria má escolha. E sexo é a única coisa que ele não poderia questionar. Ai foi o que resolvi responder. Ela explica.
Enzo me beija novamente.
Ficamos a conversando e tentando alinhar os pensamentos e desejos futuros.
Quando a enfermeira chega com um buquê de flores enorme com rosas-vermelhas e um ursinho de pelúcia.
- Sra. são para você! Ela diz.
- Coloque ai na mesa. Obrigada. Eu digo.
Eu olho para ela e pergunto:
- Quem será que mandou?
- Não tem bilhete? Ela me pergunta.
Vou até o buquê, procuro se havia alguma identificação.
Encontro um cartão escrito:
..."Espero que melhore logo....
...Se quiser fugir conte comigo....
...Ass. John Muller"...
Eu me enfureço. Jogo o cartão no chão.
Instintivamente Anne se encolhe na cama e tampa os ouvidos.
Eu percebe o seu desespero.
Corro e a abraço.
Ao sentir meu toque ela implora:
- Enzo Não!
- Não me machuque. Ela diz chorando de soluçar.
Eu percebe o mal que lhe e beijo sua testa.
— Não Anne, não vou machuca - la. Desculpa por tudo. Não farei mais isso. Eu digo enquanto a abraço.
- Não se preocupe. Depois resolvo as coisas com esse safado. Eu digo.
Eu deito na cama com ela e ela apoia a cabeça em meu peito.
Ela coloca a mão sobre o seu peito por baixo da camisa e começa a me acariciar.
Desce para minha barriga, e eu solto um gemido.
Continua descendo a mão, mas eu seguro a sua mão.
- Anne estamos no hospital.
Ela começa a rir.
- Sim, havia-me esquecido. Ela diz e eu dou um sorriso.
Nos beijamos calorosamente.
- Vamos parar Anne, ou vou acabar te devorando aqui mesmo. Eu digo.
Ela olha nos meus olhos, seu olhar é cheio de malicia e desejo.
- Por favor, me devora!
Eu engulo seco, fecho as cortinas do quarto.
Deito novamente ao seu lado e começo a beija - la.
Ela usa aquelas roupas de hospital que as costas são abertas. Eu levanto a barra da roupa deixando as suas pernas e o seu sexo amostra.
Ainda a beijando, eu retiro a sua calcinha e com o dedo acaricio o seu botão do prazer.
Em segundos Anne gemendo nos seus lábios ainda me beijando.
Eu acelero os movimentos do meu toque e ela não consigue se controlar.
Fala entre gemidos: - Eu vou gozar!
Ela geme sentindo o prazer invadir seu corpo, em um orgasmo delicioso. Eu ainda a beijo, e enfio o meu dedo em seu sexo, o meu dedo sai molhado e eu levo seu mel a minha sua boca. Para sentir o seu sabor.
- Você é gostosa demais Anne.
Eu digo.
Então volto a brincar com o seu sexo.
- Enzo por favor.
Ela diz, eu encosto no seu ouvido e digo:
- Goza para mim! Amor. Enquanto continuo a masturbando.
E como que em uma ordem. Ela atinge o orgasmo novamente.
Eu lhe dou um sorriso e a beijo.
- Anne queria te dar prazer o dia todo. Como é gostoso de ver gozar. Mas preciso ir trabalhar querida. Como a noite não tem visita. Nos vemos amanhã. Se cuida por favor. Eu digo.
- Ta bom. Se cuide também.
Eu a beijo e saio.
O restante do dia não passa, aproveito para dormir cedo.
No dia seguinte a acordo com um beijo.
- Bom dia! Amor!
Eu digo.
- Bom dia! Ela diz sorrindo.
O Dr. Paulo entra no quarto.
- Bom dia! Sr. e Sra. Ferrari.
- Bom dia! Dr. Eu respondo.
- Sra Anne tenho boa notícia.
Vou-lhe dar alta hoje.
- Que maravilha. Ela diz animada.
- Mas você deve manter os cuidados em casa. Beber bastante água, se alimentar e tomar os remédios certinho. Explica o Dr.
- Pode deixar Dr. Vou ficar de olho nela. Eu digo dando uma piscada para ela.
- Obrigada Dr. Paulo. Ela diz sorrindo.
- Anne pode arrumar as suas coisas. E se trocar. Já retorno com os seus papéis de alta e receita.
- Sr. Enzo pode-me acompanhar e assinar a alta.
- Amor eu já volto. Ele diz.
Saimos do quarto.
O Dr. me entrega tudo. Explica a medicação e fala:
- Sr. Enzo aqui tem um encaminhamento para o psicólogo. O Sr. precisa de ajuda.
Eu o encaro.
- Dr. eu agradeço. Mas eu percebi a loucura que eu estava a fazer por ciúmes. Anne é preciosa demais para mim. Eu digo.
- Verdade! Ela é ótima e carinhosa. Não a perca Sr. Tenham um bom dia! Ele diz.
Eu retorno para o quarto. Anne esta pronta me aguardando.
- Vamos querida? Eu digo.
- Sim. Ela responde.
Eu estendo o meu braço onde me apoio.
Seguimos para o carro e depois para a mansão.
Chegando na mansão, entramos.
- Lar doce lar. Eu digo animado a puxando para o porão.
- Venha! Veja.
Ela começa a chorar.
- Enzo por favor, não faça isso. Não quero ficar pressa. Por favor.
- Calma Anne. Não vou prende - lá.
Só quero-lhe mostrar que reformei o porão.Venha ver! Eu insisto.
Ela trava.
- Enzo não.
- Enzo!!
Eu a abraço.
- Desculpe querida. Tudo bem, não precisa descer.
Eu ajeito os seus cabelos, enxugo as suas lágrimas e a beijo com ternura.
Ela está com medo, tremendo.
Eu a pego no colo e a levo para meu quarto. A coloco na cama.
O quarto está diferente as cortinas pretas não estão mais lá. Agora há cortinas beges.
Na mesinha de cabeceira a foto do nosso casamento.
E as suas coisas estão por todo quarto.
- Anne quero você comigo diariamente. Agora esse é seu quarto também.
Ela balança a cabeça concordando.
- Quer tomar um banho amor? Eu digo
- Sim, por favor.
- Vou preparar a sua banheira, já volto.
Ela fica olhando tudo a sua volta.
Eu retorno sem camisa. Eu olha para meu corpo, e solta um suspiro.
- Venha amor! Eu digo.
Entramos no banheiro. Eu retiro a sua roupa.
Olhando o seu corpo.
Eu faço sinal para que ela entre na banheira.
Eu se aproxima de mim e me beija.
Eu a agarro e a beijo scom desejo.
As minhas mãos percorrem o seu corpo.
A minha boca, abocanha o seu seio.
E eu fico ali, mamando bem gostoso...
*************************************
ANNE:
Estou úmida, meu sexo pisca. Eu o desejo, eu o quero e ele também me quer.
Entro na banheira e Enzo fica-me olhando.
- Venha amor! Digo o chamando para entrar.
Ele para, fica triste e diz:
- Não posso Anne.
E ia saindo do banheiro.
Eu levanto-me molhada. E o abraço por trás.
Beijo as suas costas, acaricio o seu peito, sua barriga.
Passo a mão sobre o seu sexo.
Está firme e evidente.
Abro sua calça ainda estando por trás dele.
Ele tenta tirar a minha mão. Mas insisto.
"Dessa vez você não vai fugir Sr. Ferrari", penso enquanto o toco.
Ele desiste e com a sua mão toca o meu rosto.
Eu me coloco a sua frente.
Beijo o seu peito, sua barriga.
E com a mão tiro o seu membro para fora.
"Caramba! é bem maior do que pensava. E grosso também".
Fico corada com os meus pensamentos.
Começo a masturba - lo enquanto o beijo apaixonada.
Ele se contorce, geme e continua-me beijando.
Eu então retiro sua calça e a sua cueca. O deixando totalmente nu. Passo os dedos pela sua cicatriz. Ele segura a minha mão.
Eu ajoelho-me e beijo a sua cicatriz.
- Ah! Anne. Você é tão especial! Diz Enzo enquanto me olha com ternura.
Eu abocanho o seu membro e o chupo com perfeição.
Enzo geme de prazer.
- Anne!!!
- Anne por favor.
Ele prende o meu cabelo com a mão para poder olhar para meu rosto.
- Você é linda.
Continuo o chupando, lambendo, beijando o seu membro.
- Anne!!
Ele me puxa pelo meu cabelo afastando a minha boca.
- Pare! Ou vou gozar na sua boca.
Eu dou um sorriso.
E volto a chupa - lo.
- Anne!!
- Anne… não pare por favor.
Enzo solta um urro, e sinto o seu leite encher a minha boca. Como o seu sabor é delicioso.
Bebo até a última gota.
Enzo me levanta e me beija com furor.
Eu me coloco de 4 na borda da banheira. Enzo se encaixa atrás de mim. Eu pego o membro de Enzo e o esfrego a minha entrada que pisca de tesão. Enzo estremece. Sinto a sua cabeça me abrindo.
Enzo se afasta.
- Desculpa Anne! Não posso penetra - la. Ele diz.
Me Levanto, olho para Enzo.
Fico sem entender o porquê.
Fico frustrada.
Enzo percebe.
Me coloca na beira da banheira, abre a minha perna. Se abaixa, beija o meu sexo e diz:
- Desculpe Amor. Não posso penetra - la e olha que isso é tudo que eu mais quero fazer agora. Mas não vou te deixar sem prazer. Vou faze - la gozar como nunca.
E sua boca acaricia meu sexo. Sua lingua brinca nele e isso me enlouquece.
Puxo o seu cabelo, fazendo o seu rosto colar em mim e a sua língua entrar ainda mais fundo.
Enzo tinha razão. Isso é mesmo ótimo.
Eram raras as vezes que Ray me chupava. E Enzo era bom com isso.
Enzo introduz 2 dedos na minha fenda enquanto a sua língua habilidosa faz o meu corpo tremer. A sua língua e os seus dedos me causam sensações inexplicáveis.
- Ahhhhhh!
- Meu Deus! Grito ao atingir o orgasmo.
"Queria Enzo dentro de mim, não sei porque não posso, eu penso"
Enzo continua a chupar e antes que eu perceba já estou novamente tendo outro orgasmo.
Perco a noção de quantas vezes gozei. Só sei que estou sem forças.
Enzo me coloca na banheira, e ficamos lá abraçados e nos beijando.
Nos secamos e nos trocamos.
Enzo se deita comigo enquanto assistimos a um filme.
Quando o filme termina Enzo se levanta.
E começa a se trocar.
- Onde você vai? Pergunto com um olhar de malícia.
- Preciso ir para o escritório Amor.
Faço um biquinho de decepção.
- Ah que biquinho lindo. Parece menina mimada. Queria ficar, mas preciso ir e você precisa descansar. Ficou bem cansada após os orgasmos. Não está totalmente recuperada Anne. Não quero ve - la novamente naquele hospital. Diz Enzo com tristeza.
Eu me levanto e lhe dou um beijo.
- Eu sei amor. Logo está totalmente bem.
Você esta cuidando muito bem de mim.
Dou uma piscadinha e uma passa de mão no seu membro por cima da calças.
Eu visto o meu roupão, pois ainda estou de camisola e não quero-me trocar. Acompanho ele até o carro.
- Se cuide querida. Diz Enzo ao me beijar e logo sai para o trabalho.
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Atualizado até capítulo 86
Comments
Anonymous
Nossa pra quem estava com uma pneumonia grave e até correndo risco de vida melhorou de um dia para outro?
Parabéns pela agilidade
2024-12-04
0
MRSLinsprincesadoReiJesus
Ela tem mais do que a síndrome de estocolmo, ela é noutra que precisa de um psiquiatra urgente infelizmente 😔
2024-11-04
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MRSLinsprincesadoReiJesus
Esse ogroooo podreeee e escroto nogentooo não precisa de psicólogo, e sim, precisa de um psiquiatra esse louco 🤮🤨😡😠
2024-11-04
1