Sexo na Academia

Samuel

Eu gosto de ver, saber onde estou tocando e as reações que isso causa. Mas mudo de ideia ao ouvir seu vestido caindo no chão e seus saltos sendo deixados para trás, então o silêncio absoluto que dura alguns segundos de apreensão e me faz arrepiar. Não há janelas no vestiário, então nem mesmo a lua pode me dar alguma luz, me mantenho de costas para a entrada da cabine, esperando naquela tortura.

- Posso entrar?

Sua voz está nas minhas costas, doce e suave, parece suplicar.

- Vou deixar a água mais quente para você – toco a parede fria até o registro e viro o da direita\, respiro o vapor – está perfeita agora.

Sinto sua presença quando ela se aproxima e me afasto da ducha, arrisco tocá-la e encontro sua cintura, percebo que seus braços estão levantados, provavelmente prendendo o cabelo longo em um coque, resisto a vontade louca de agarrar seus seios e afundar meu rosto neles, a puxo para mim, ela reclama do cabelo e eu rio, ela me abraça e novamente a estou beijando.

Seu corpo enche minhas mãos de maneira deliciosa, estou me segurando para não ir rápido demais, ela é uma mulher doce e romântica e quero ser seu príncipe encantado da mesma forma que quero me afundar em seu corpo.

Ela treme, ansiosa, mas não pede, aperto meu pau em sua barriga, quero que ela saiba como está duro agora que ela está ali, por ela.

- Me avise se eu for longe demais.

- Já estamos longe o suficiente – ela sussurra.

- Então me avise quando estiver perto.

Ela geme baixinho quando seguro seu seio, me viro até minhas costas estarem na parede gelada, puxando ela sobre mim sem parar de atacar sua boca, aperto seu mamilo duro entre meus dedos e desço a outra mão pela sua bunda preciso me esforçar para encontrar sua entrada por trás, mas quando venço a encontro escorregadia, isso com certeza é tesão, ela geme em meus lábios e empina a bunda em busca de mais.

Sei que está tímida, mas essas reações involuntárias de seu corpo me provam que ela me quer. Não posso decepcioná-la, preciso de dar um jeito de fazer durar.

Escorrego a mão pela sua coxa até o joelho e levanto sua perna, sei que ela deve estar na ponta do pé então a abraço firme para não cair, mantenho a mão espalmada na parte de trás de sua coxa e como esperava meu pau passa por baixo de seu corpo e se acomoda perfeitamente na sua virilha, sendo abraçado por suas dobras.

Bianca começa a rebolar devagar, deslizando a glande com sua pele lisa, eu rosno em sua boca, aquela sensação quente elevando meu prazer como se eu estivesse dentro dela.

Ela arrasta o corpo para o lado e de repente sinto o clitóris escorregadio, ela solta um suspiro assustado e me abraça mais forte, sinto seus mamilos apertando minha pele e tenho minha língua tomada entre seus lábios, que a suga como se fosse a coisa mais deliciosa que já provou.

A parte mais baixa da minha barriga dói e minhas bolas se tornam mais duras e sensíveis, sinto o líquido grosso passando delas pela minha extensão, meu corpo treme e gemo oferecendo minha língua para ser chupada mais uma vez, meu gozo explode em seu clitóris e quero entrar nela imediatamente.

Em segundos meu pau não está tão duro, mas ainda é o suficiente.

Eu inverto as posições e depois a viro de costas, tomando cuidado para que ela não encoste nada mais que as mãos na parede fria, a água quente bate nas minhas costas causando uma ardência incomoda, mas quando acho que vou perder a excitação ema empina, buscando meu pau e não consigo resistir, sinto seu corpo todo com as mãos e abro sua bunda apontando meu pau no meio dela, Bianca geme quando sente minha ponta passando pelo centro e encontrando sua entrada escorregadia, eu forço e ela retrai, então tenho que passar um braço pela sua barriga o que a faz tremer e retrair de novo.

Não é preciso ser um gênio para saber que está incomodada.

- Quer parar?

- Não – ela responde de imediato – só vai com calma.

Beijo seu pescoço e ombros, alcanço seus seios com uma mão e uso a outra para guiar meu pau para dentro dela, ainda não está totalmente duro, mas passo a ponta e ela empurra, Bianca não quer ir com calma, seu corpo diz isso e não entendo por que sua boca diz o contrário.

Eu deslizo e ela resmunga um “ai”. Está apertada, pequena e muito quente.

Meu tamanho é demais para ela, no entanto quando chego ao fundo sinto suas coxas tremerem. Eu empurro de novo, lento e firme.

Bianca coloca um braço para trás e apoia sua mão em minha barriga, entendo que ela não quer que eu vá tão fundo, afrouxo mais a mão em seu seio para senti-lo balançar com minhas estocadas e começo a me mover, seu abraço apertado ainda não me deixa me mover livremente dentro dela.

Seguro sua cintura com firmeza e com meus ouvidos cheios com seus gemidos deliciosos, escorrego os dedos para baixo até sentir seu umbigo, ela estremece outra vez e recua, mas insisto em continuar o caminho até seu clitóris.

- Sim – sua voz sai cortada e assustada\, circulo aquela parte sensível e de repente ela fica mais molhada e consigo meter com mais força\, seu seio balança em minha mão\, estimulando o mamilo na minha palma\, sinto meu membro estourando de tão duro e ela contrai\, sei que notou a diferença.

Ela bate as duas mãos na parede e empurra o quadril para trás, fica mais apertada e então vem aquele aviso que eu estava tão ansioso para ouvir.

- Estou quase lá.

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Atualizado até capítulo 66

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