Capítulo 20

Estevan Narrando

Saio do quarto em que estava com Olivia e antes de dar início ao meu plano me certifico de que está realmente seguro, dou a Sander e três dos seguranças que nos acompanharam as ordens de vigiar a porta diante deles com a vida, não sou um homem de muitas palavras, nunca precisei de argumentos para conseguir respeito, é exatamente a ausência de diálogo o que me colocou onde estou, enquanto alguns tentavam resolver as coisas na base da boa e velha conversa eu usava o taco de baseball para arreb*entar algumas cabeças, quem se achava melhor por sua calma e discernimento está engrachando meus sapatos até hoje, só diz que vio*lência não resolve nada aquele que não estourou os mio*los do filho da pu*ta que estava lhe enchendo, Ando pelos corredores em silêncio, paro dinte da suite 113 e já sei que é nela que está o meu delicioso jantar, essa noite teremos Alvoro alla ceviche, bato na porta e ouço a voz do covarde ecoar do lado de dentro.

— Quem é?

Pergunta impaciente.

— Serviço de quarto.

Digo tentando controlar minha ira e parece ser o suficiente para convencê-lo, a porta se abre e arranco a surpresa de seu rosto com um chute bem no meio do peito, Álvaro cai de costas, caminho até ele sem qualquer pressa, qual é a graça de sair para caçar se a presa cair no seu colo?

— O que faz aqui?

— Vim retribuir a gentileza que me fez, gosta de tacos? trouxe esse especialmente para você.

Ele tenta correr mais no exato momento em que se move o acerto com força na cab*eça e ele tomba, arrasto Álvaro pela perna em direção a cama, está tão desnorteado quanto eu fiquei mais com uma diferença, não terá alguém para salva-lo, ninguém é capaz de salva-lo de mim, vasculho o quarto a procura de pistas que levem ao motivo de seu interesse doentio por Olivia, mata-lo seria simples, a razão de tudo é o que me intriga, acho uma pasta no meio de seus pertences, dentro delas fotos de Olívia, na academia, no teatro, no vestiário e nua no que parece ser o banheiro de algum camarim, tem também alguns objetos de tort*ura, alguns deles sujos de sangue.

— Deveria ter matado aquela vagab*unda quando eu tive oportunidade, ter feito com ela o mesmo que fiz com as outras que me rejeitaram, se achavam melhores que eu mais não passavam de cad*elas imprestáveis e fáceis.

Agora entendo completamente tudo, todo esse circo ridículo é por puro despeito, me aproximo e ele se encolhe.

— Em minha vida eu conheci homens que me fizeram questionar a existência de Deus, conheci aberrações que assim como eu não temiam a morte nem o que encontrariam depois dela, você não é um desses homens, posso ver covardia em seus olhos, incertezas e medo, mais vou contar algo que irá acalmar seu doce coração, não precisará temer o que te espera porque nem nessa nem em outras vidas encontrara alguém pior do que eu seu filho da pu*ta.

Digo e seus olhos me fitam rasgar alguns lençóis, amarro uma ponta a outra e por mais que ele tente não consegue se levantar da cama, embaixo de sua cabeça já se formou uma poça de sa*ngue e sua fala está arrastada, malditos reflexos de rebatedor, deveria ter batido mais fraco, nos divertiriamos por mais tempo, passo uma das pontas do lençol pela viga no teto , as duas extremidades estão penduradas, tocam o chão exatamente do jeito que eu preciso que esteja.

— Não faça isso.

Ele sussurra enquanto o arrasto até o meio do quarto, tiro suas roupas para facilitar o trabalho, passo o tecido em volta de seu pes*coço de forma que eu consiga içá-lo do chão.

— Sabe como será nosso jogo né, fiz questão de brincarmos de algo que gostasse.

Aperto forte o nó e ele se debate, ando até a outra ponta do tecido e o puxo, puxo fazendo com que seu corpo seja tirado do chão, Álvaro se debate, as mãos tocam o tecido tentando sem qualquer sucesso recuperar o ar que lhe é tirado, amarro o lençol a cama enquanto o assisto sufocar, de dentro de sua mala com objetos de tortura tiro uma faca afiada.

— Me disse que arran*caria os dedos de Olivia, acho que nunca arranquei os dedos de alguém, falou com tanta empolgação que decidi experimentar.

Começo cortando cada um de seus dedos do pé, infelizmente ele não parece tão animado quanto eu, nunca vi alguém demorar tanto para morrer, acho que sou um homem de sorte, mais divertimento para mim, Arranco todos os dedos de suas mãos enquanto sangue fluido pinga no chão do quarto, ele tenta gritar mais o som não sai, 39 deliciosos segundos de agonia, os contei sentindo um prazer quase sex*ual tomar conta de mim, olho esboçar seus últimos suspiros, o sorriso no meu rosto foi a última coisa que viu, está estirado no meio do quarto como um porco morto em um açougue, uso a faca que tenho a mão para arrancar sua pele, desmembro seu corpo e faço questão de arrancar seu cora*ção ainda quente de dentro do peito, em algumas culturas é tradição consumir de sua caça ainda cru depois de mata-la, confesso que no início eu fazia para assustar meus inimigos mais hoje é por puro prazer, o gosto de sangue hu*mano se tornou um dos meus favoritos, de estupr*adores ass*assinos de mulheres então, o meu aperitivo mais apreciado, término de esqu*arteja-lo distribuindo seus pedaços em quatro bolsas grandes quando batem na porta.

— Onde está o corpo?

Andrei o dono do hostel pergunta trémulo ainda do lado de fora, me olha com olhos assustados e suponho que seja pela quantidade de sang*ue em que estou embebido.

— Nas malas, dissovam em ácido sulfúrico.

Ele assente.

— Sem falhas ou as próximas vão estar recheadas de Andrei Cierres.

Ele sai tropeçando nos próprios pés enquanto uma fila de funcionários entram para limpar o quarto, todos de cabeça baixa não me olham, entro no banheiro tomo um banho e visto uma das roupas que pertenciam ao meu amigo Alvaro, não perguntei se podia mas não acho que ele vá se importa agora, antes de sair do quarto tiro do que sobrou do coração sobre o móvel mais um pedaço levando a boca, posso ouvir o sussurrar desesperado das pessoas se encolhendo nos cantos.

— Deveriam experimentar, é doce e delicioso como poucas coisas que provarão em suas vidas.

Posso ver o horror em seus rostos, deixo o quarto em direção a suíte em que estou hospedado, meus homens não dizem nenhuma palavra ainda estou mastigando e sabem que odeio ser interrompido enquanto como, Abro a porta e Olivia corre para mim, antes que eu possa impedir beija meus lábios e posso ver pelo horror em seus olhos que sentiu o gosto de sangue.

— Estevan o que fez?

Pergunta e pela primeira vez na vida eu não quero e não vou mentir sobre o que sou.

— Arranquei e comi o coração do homem que estava te ameaçando, o gosto de sangue em sua boca Olivia e o do filho da put*a que queria te machucar.

Ela engole seco, seus olhos estão apavorados e cheios de lágrimas.

— Eu sou o canib*al de Nhangreta, o monstro que todos temem e o inimigo a quem comparam ao demônio, se irá ser minha mulher deve saber disso, vou tirar essa roupa, tomar um banho e quando voltar se não encontrá-la aqui saberei que tudo isso não é o que deseja, irei passar o inferno mas não vou procurá-la de novo, caso decida ficar vamos aquele Lual, que se fo*da tudo, todos vão saber que é minha.

Entro no banho e no exato momento que o box se fecha a porta bate, ela se foi, penso comigo, que tipo de mulher amaria um louco? Entro no closet e visto uma calça e uma camiseta preta, penteio os meus cabelos e quando volto para o quarto ela está linda sentada na cama, vestida um belo vestido vermelho e com os cabelos presos sorri para mim.

— Achei que tivesse ido.

— Fui me arrumar para o Luau, a mulher de um líder tem que estar vestida a sua altura.

A beijo com o coração disparado no peito, sou um filho da pu*ta de sorte, Olivia Petrov nasceu para mim.

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Comments

Priscila Silva

Priscila Silva

estive eu não sei oque dizer cm relação a vc comer o coração das pessoas mais em relação a você Caracas maluco quem não queria um Steve?

2024-12-27

1

Maria Lenilda

Maria Lenilda

ui ele come carne humana que coragem, índio canibal

2025-01-26

0

morena

morena

🤢🤮🤮

2025-03-06

0

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