capítulo 16

Estevan narrando

Chego ao Harém e o lugar está cercado por carros blindados, hoje é dia de reunião do conselho e confesso não estar nem um pouco ansioso, é difícil se concentrar no que dizem um monte de velhos metidos a sabichões quando se está cagando para o que pensam.

— Bom dia chefe.

Um dos seguranças diz em tom respeitoso no momento exato em que cruzo a porta de entrada, Sander está no escritório fazendo as honras, é meu braço direito mais sei o quão desconfortável deve estar agora, é um soldado condecorado da máfia, o primeiro na linha de frente de Nhangreta em questão de hierarquia, se hoje eu abdicasse da liderança seria ele a assumir o meu lugar, quer dizer isso se levanssem em conta seu trabalho e não sua opção sexual, a verdade é que a maioria daqueles velhotes no escritório querem acabar com a raça do Sander a um tempo, acham que ele suja o nome da facção mais a realidade é que tem mais honra que todos eles juntos, não o sacaniaram ainda porque ele é um cão de briga cruel e sangnario em confronto e arrastaria com ele mais da metade dos filhos da pu*ta, o que sobrasse eu mesmo mandaria paro inferno por ousarem tocar em um dos meus.

— Senhores.

Digo ao cruzar a porta e todos se levantam, Sander se aproxima.

— Temos problemas.

Diz com uma cara nada boa.

— Não vieram em missão de paz, estão atrás de confusão.

— Então vieram ao lugar certo.

Rio e ele me olha como o matador cruel em que eu confiaria minha vida.

— Estevan.

Andrade, um dos consiglieres da facção me encara como se fosse capaz de sustentar a po*rra da marra que não tem.

— O que os trazem ao meu humilde sanatório.

Eles se entre olham sabendo que eu abracei qualquer que seja a ideia que tenham para noite.

— Os irmão Herrera, foram desovados feito porcos no nosso território, acabo de receber uma ligação do cartel de Cali querem um posicionamento de Nhangreta.

— Um posicionamento?

Gargalho e eles se encolhem.

— Meu posicionamento é um grande fo*da-se, tanto para eles quanto para vocês.

— Não pode falar assim conosco.

— Eu posso tudo, inclusive arrancar do seu corpo esse terno barato que está usando, lhe por de bruços sobre essa mesa e pedir o Sander ali para tre*par contigo que nem faria com uma vag*abunda na frente desse monte de pau no c*ú que acredita estar te protegendo.

Sander abre um sorrisinho perverso, é o perv*ertido mais filho da pu*ta que eu conheço.

— É uma ordem chefe?

Ele pergunta os olhos de Andrade se arregalam no rosto.

— Não sei, é?

Pergunto em deboche ao consigliere e ele permanece em silêncio.

— Quando eu pergunto algo espero ser respondido seu merdinha, ainda precisam de um posicionamento meu?

— Não senhor.

— Como esperava.

Acendo um cigarro sob a atenção de todos os presentes, o silêncio é algo delicioso, misturado ao medo beira ao prazer de um orga*smo.

— Desejam mais alguma coisa?

— Ainda não recebemos os rendimentos desse mês, a parte que é direcionada de Nhangreta aos gastos do conselho.

— Eu cortei.

Dou um trago soltando a fumaça para o ar.

— Cortou? mas, como iremos nos sustentar? pagar por nosso luxos?

— Arrumem um emprego, tanto meu pai quanto meus tios continuaram a trabalhar quando estavam a frente da facção, não viviam as custas dos rendimentos que deveriam ser para fortalecer nosso exército, por isso tudo está essa bagunça, acostumaram mal vocês e os soldados de frente que os servem com uma mesada gorda que não merecem.

— Seu pai jamais concordaria com isso, Zayan...

— Zayan não está no comando, eu sou o demônio a quem servem agora.

Bato contra a mesa e da onde estou consigo vê-lo tremer.

— Saiam.

— Estevan.

Um único olhar é o suficiente para entenderem que eu terminei, deixam a sala em silêncio, Sander se senta a minha frente.

— Sabe que isso foi uma declaração de guerra né?

— Sei, sabe que eu adoro ver o circo pegar fogo, quero ver aquele bando de serpentes se engolindo enquanto brigam pelas migalhas que eu vou jogar a elas, na hora que eu quiser jogar.

— Quanto a sua família?

Rio.

— Me apoiam ou me internam novamente, dessa vez em um manicómio em Bangladesh, não teem controle sobre mim, nem força o suficiente para me tirar de onde puseram,quando se levanta um louco para comandar meu querido Sander tem que estar preparado para vê-lo transformar o reino em um manicómio a altura de sua loucura.

— Você me dá medo as vezes.

Ele leva uma das mãos ao queixo, me sirvo de uma dose de bebida e ele me encara.

— Soube o que houve ontem depois que eu saí, já sabe quem está por trás de tudo?

— Ainda não mas não tenho pressa, a caçada é mais interessante e gostosa quando a presa acredita que fugiu de seu predador, o sangue está mais quente e o gosto....a Sander, o gosto é delicioso.

Ele se põe de pé, se afasta com uma expressão de pânico, me levanto e seus olhos se arregalam, passo por ele e posso ouvir seu suspiro de alívio.

— O que vai fazer esse fim de semana?

Pergunto.

— Eu? na...nada.

Gagueja e eu tenho que segurar o riso.

— Então passa em casa, arrume suas coisas que a gente vai para Sorrento.

— Para praia?

— Você vai a praia, eu estou indo atrás de coisa melhor, vou atrás do paraíso po*rra, um metro e setenta, linda e com a boca mais gostosa que eu já beijei na vida.

— Olívia Petrov?

— Quem mais seria?

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Comments

Celia Aparecida

Celia Aparecida

mais não é ele e sim aquele indiota dono do Teatro onde oliva se apresentava

2025-02-10

2

morena

morena

espero não ser ele 😢

2025-03-06

0

morena

morena

🤣🤣🤣

2025-03-05

0

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