Estevan narrando
Chego ao Harém e o lugar está cercado por carros blindados, hoje é dia de reunião do conselho e confesso não estar nem um pouco ansioso, é difícil se concentrar no que dizem um monte de velhos metidos a sabichões quando se está cagando para o que pensam.
— Bom dia chefe.
Um dos seguranças diz em tom respeitoso no momento exato em que cruzo a porta de entrada, Sander está no escritório fazendo as honras, é meu braço direito mais sei o quão desconfortável deve estar agora, é um soldado condecorado da máfia, o primeiro na linha de frente de Nhangreta em questão de hierarquia, se hoje eu abdicasse da liderança seria ele a assumir o meu lugar, quer dizer isso se levanssem em conta seu trabalho e não sua opção sexual, a verdade é que a maioria daqueles velhotes no escritório querem acabar com a raça do Sander a um tempo, acham que ele suja o nome da facção mais a realidade é que tem mais honra que todos eles juntos, não o sacaniaram ainda porque ele é um cão de briga cruel e sangnario em confronto e arrastaria com ele mais da metade dos filhos da pu*ta, o que sobrasse eu mesmo mandaria paro inferno por ousarem tocar em um dos meus.
— Senhores.
Digo ao cruzar a porta e todos se levantam, Sander se aproxima.
— Temos problemas.
Diz com uma cara nada boa.
— Não vieram em missão de paz, estão atrás de confusão.
— Então vieram ao lugar certo.
Rio e ele me olha como o matador cruel em que eu confiaria minha vida.
— Estevan.
Andrade, um dos consiglieres da facção me encara como se fosse capaz de sustentar a po*rra da marra que não tem.
— O que os trazem ao meu humilde sanatório.
Eles se entre olham sabendo que eu abracei qualquer que seja a ideia que tenham para noite.
— Os irmão Herrera, foram desovados feito porcos no nosso território, acabo de receber uma ligação do cartel de Cali querem um posicionamento de Nhangreta.
— Um posicionamento?
Gargalho e eles se encolhem.
— Meu posicionamento é um grande fo*da-se, tanto para eles quanto para vocês.
— Não pode falar assim conosco.
— Eu posso tudo, inclusive arrancar do seu corpo esse terno barato que está usando, lhe por de bruços sobre essa mesa e pedir o Sander ali para tre*par contigo que nem faria com uma vag*abunda na frente desse monte de pau no c*ú que acredita estar te protegendo.
Sander abre um sorrisinho perverso, é o perv*ertido mais filho da pu*ta que eu conheço.
— É uma ordem chefe?
Ele pergunta os olhos de Andrade se arregalam no rosto.
— Não sei, é?
Pergunto em deboche ao consigliere e ele permanece em silêncio.
— Quando eu pergunto algo espero ser respondido seu merdinha, ainda precisam de um posicionamento meu?
— Não senhor.
— Como esperava.
Acendo um cigarro sob a atenção de todos os presentes, o silêncio é algo delicioso, misturado ao medo beira ao prazer de um orga*smo.
— Desejam mais alguma coisa?
— Ainda não recebemos os rendimentos desse mês, a parte que é direcionada de Nhangreta aos gastos do conselho.
— Eu cortei.
Dou um trago soltando a fumaça para o ar.
— Cortou? mas, como iremos nos sustentar? pagar por nosso luxos?
— Arrumem um emprego, tanto meu pai quanto meus tios continuaram a trabalhar quando estavam a frente da facção, não viviam as custas dos rendimentos que deveriam ser para fortalecer nosso exército, por isso tudo está essa bagunça, acostumaram mal vocês e os soldados de frente que os servem com uma mesada gorda que não merecem.
— Seu pai jamais concordaria com isso, Zayan...
— Zayan não está no comando, eu sou o demônio a quem servem agora.
Bato contra a mesa e da onde estou consigo vê-lo tremer.
— Saiam.
— Estevan.
Um único olhar é o suficiente para entenderem que eu terminei, deixam a sala em silêncio, Sander se senta a minha frente.
— Sabe que isso foi uma declaração de guerra né?
— Sei, sabe que eu adoro ver o circo pegar fogo, quero ver aquele bando de serpentes se engolindo enquanto brigam pelas migalhas que eu vou jogar a elas, na hora que eu quiser jogar.
— Quanto a sua família?
Rio.
— Me apoiam ou me internam novamente, dessa vez em um manicómio em Bangladesh, não teem controle sobre mim, nem força o suficiente para me tirar de onde puseram,quando se levanta um louco para comandar meu querido Sander tem que estar preparado para vê-lo transformar o reino em um manicómio a altura de sua loucura.
— Você me dá medo as vezes.
Ele leva uma das mãos ao queixo, me sirvo de uma dose de bebida e ele me encara.
— Soube o que houve ontem depois que eu saí, já sabe quem está por trás de tudo?
— Ainda não mas não tenho pressa, a caçada é mais interessante e gostosa quando a presa acredita que fugiu de seu predador, o sangue está mais quente e o gosto....a Sander, o gosto é delicioso.
Ele se põe de pé, se afasta com uma expressão de pânico, me levanto e seus olhos se arregalam, passo por ele e posso ouvir seu suspiro de alívio.
— O que vai fazer esse fim de semana?
Pergunto.
— Eu? na...nada.
Gagueja e eu tenho que segurar o riso.
— Então passa em casa, arrume suas coisas que a gente vai para Sorrento.
— Para praia?
— Você vai a praia, eu estou indo atrás de coisa melhor, vou atrás do paraíso po*rra, um metro e setenta, linda e com a boca mais gostosa que eu já beijei na vida.
— Olívia Petrov?
— Quem mais seria?
***Faça o download do NovelToon para desfrutar de uma experiência de leitura melhor!***
Atualizado até capítulo 60
Comments
Celia Aparecida
mais não é ele e sim aquele indiota dono do Teatro onde oliva se apresentava
2025-02-10
2
morena
espero não ser ele 😢
2025-03-06
0
morena
🤣🤣🤣
2025-03-05
0