— meninos? Sabe aquele velho ditado? Senta que lá vem história? Pois bem vamos posta sala que esclarecerei todas as suas dúvidas — Maria falou indo em direção a sala com a sua xícara de café.
Caminhamos até a sala com Maria, me sento na poltrona, dou uma farejada, percebo que Maya não está em casa, olho para Maria percebo ela ficar me encarando a esperar uma pergunta, dou risada, pois pensei que ela já ia chegar falando.
— Única coisa que quero saber Maria, é o porquê dessa menina me atrair tanto? — pergunto confuso
— Henry meu filho, ela não atrai você! Por isso você não consegue entender esse sentimento estranho de mal conhecer a pessoa e sentir atraído — Ela da uma pausa pensando em como explicar — Otto que se atrai por ela, os lobos têm instintos que são inexplicáveis. Otto sente que ela é a escolhida, por isso ele vai lutar por ela, se Henry (sua forma humana), maltrata-la Otto vai assumir o controle e te matar.
— Como assim? Ele fazendo isso ele também vai morrer — fiquei mais confuso ainda
— Sim, mas quando o humano de um lobo morre, a sua alma lupina vaga à procura de outra pessoa para assumir e quando acha! Ele busca a sua alma gêmea novamente, e isso fica num ciclo sem fim, a menos que você assuma o controle e tente mostrar para Otto que não é ela a pessoa certa, mas isso é quase impossível! — Maria explicou-me
— Então ele está tecnicamente condenado a esse amor? — Thomaz perguntou confuso
— tecnicamente sim, Henry pode sim amar outra pessoa, mas Otto não vai desistir de quem ele quer, nem que ele tenha que matar todo mundo ao redor, então aconselho a você tentar gostar dela, para não ocorrer uma tragédia, leve o tempo que for, mas conquiste ela. você fazendo isso, conseguirá o total controle sobre Otto. — falou sorrindo — o ponto fraco dele é o amor.
— o amor por uma caçadora, que cômico não acha? — eu perguntei irônico — Agora entendo o verdadeiro significado de morrer por amor, parabéns Otto você é um gênio — me levanto püto
Sinto Thomaz tentar me segurar, puxo o meu braço fazendo-o soltar, eu estava cego de raiva, mas Otto não se manifestava "lobo filho da püta, a sua sorte é que não tenho autocontrole!"
— isso é tudo culpa do meu pai, se eu não tivesse vindo para essa porrä nada disso teria acontecido — falo andando de um lado para o outro enquanto passava a mão nos meus cabelos
Sinto uma bala entrar queimando meu estômago, o gosto ferroso na minha boca, estava horrível cuspo parte dele no chão percebo tudo ficar escuro, coloco a mão na onde a bala tinha perfurado que não estava cicatrizando.
...Thomaz...
Ao ver Henry sagrando no chão, procuro de onde veio a bala, vejo uma vindo na minha direção, seguro-a olho bem a bala ele contém acônito, "merda!" ao ver Maya na porta, os meus olhos lupinos ativam vejo ela correr apareço na sua frente fazendo ela bate no meu peitoral, a sua cara de medo me instigava a mata-la, mas a todo o momento vinha a mensagem de Maria no meu pensando, de que se eu mata-la Otto mata o Henry, observo ela se virar e correr para o outro lado enquanto eu estava perdido nos meus pensamentos, deixo ela cansar um pouco e apareço na frente dela novamente
— Até quando vamos fazer isso — perguntei sinico
— você é um monstro! — Maya falou brava
— Eu sei — Respondi com um sorriso no rosto
Seguro no seu pescoço erguendo a mesma, lágrimas escorriam pelos seus olhos e o seu ar falhava "Por favor, não me mata! Eu não queria fazer isso! Por favor" os pensamentos de Maya gritava desesperadamente, e isso só alimentava a vontade do meu lobo interior, a vontade de mata-la, mas meu autocontrole era maior, jogo ela contra a árvore, observo ela ficar com dificuldade de levantar, me agacho ma frente dela pegando no seu pescoço novamente.
— se fosse um lobo, já estaria se curando da dor nas costas — falo passando as minhas unhas pelo seu rosto seguro na sua bochecha — mas como você é uma mera humana, vaí levar tempo — pressiono um pouco a minha unha na sua bochecha escuto ela gemer de dor — se o meu irmão morrer por sua causa, eu te caço até no inferno
Vejo ele tentar me acertar com uma faca, seguro o seu pulso e aperto o mesmo fazendo a faca, observo os seus olhos cheio de lágrima, deixo me escapar um sorriso, é uma pena que não posso te matar eu iria adorar isso. Me levanto segurando o braço dela e volto correndo para casa, em menos de segundos jogo ela no chão aos pés da Maria
— acho que quebrei o pulso dela e algumas costelas, mas acredito que não morre não — falei tranquilamente — como ele está? perguntei preocupado
— Ele vai ficar bem, fiz o antídoto! — Ela deu um suspiro — Só não sei oque vamos fazer com ela!
— Ah Maria, já que não podemos matar, vamos deixa-la trancada. Só não quero perder o meu irmão... — falei cabisbaixo
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Atualizado até capítulo 110
Comments
Angela Valentim Amv
Mas que merda porque ela tem que matar eles , então ela já estava atrás dele?
2024-03-15
3
Pamfagundesss
Ok, eu ri jkkkkkkkkk
2024-01-20
0
Rute Luiza
tá bem complicado esse romance.
2024-01-15
2