Henry
Parece que um trator passou por cima de mim, meu corpo está totalmente dolorido, não consigo lembrar de nada, ao abrir os olhos, percebo que eu estava no chão, ao olhar para baixo vejo uma queimadura no meu peito, essa medä está doendo muito, me levanto devagar com a mente ainda vaga, estou muito confuso, ao olhar em volta, vejo Thomaz na cozinha tomando café, percebo um curativo no seu pescoço, oque me deixou mais confuso.
— Até que enfim acordou Henry, achei que tinha morrido! — Thomaz fala e dá um gole no seu café.
— Oque aconteceu? Porque o meu peito está queimado? —
— Nada demais, você só quase me matou ontem a noite. — Thomaz fala irônico.
— Isso explica esse curativo, mas se a sua cura é rápida, porque ainda está com sangue? —
— O ferimento de um alfa é mais difícil de se curar, você poderia ter me matado, se não fosse o seu pai para dar ponto na minha artéria, eu nem estaria mais aqui. — Thomaz
— O meu pai esteve aqui? Isso tudo é culpa dele. — Falo bravo.
— Esteve... — Thomaz da uma pausa — Espera eu te falei que você quase me matou e você só prestou atenção na parte que eu disse, que o seu pai estava aqui? — Thomaz questiona püto.
Ao escutar e perceber oque eu tinha perguntado, começo a rir da expressão do Thomaz, me levanto, pego uma xícara e me sirvo com pouco de café.
— Desculpa irmão, é que ainda estou com raiva dele, ele acabou com a minha vida, eu estava tão bem onde eu estava. — Lamento
— Ele fez isso por uma razão, não sei qual, mas acredito que não foi para o seu mal. — Thomaz.
Continuo tomando o meu café, um pouco avoado, "queria encontrar aquela mulher de ontem, aqueles olhos me encantaram e eu não sei porquê." Sinto um tapa no meu ombro, olho sério para o Thomaz.
— Que foi carälhö? —
— Fumou maconha porrä? É a terceira que eu te chamo. — Thomaz fala bravo — Temos a merdä de uma reunião daqui uma hora, vai se vestir e vamos. — Thomaz
Vejo ele se levantar e sair "Droga! Esqueci que agora tenho que trabalhar, pra que trabalhar meu Deus? Isso não é vida não!" Termino o meu café e vou até o meu quarto, como já estava pelado vou direto para o banheiro, ao entrar no chuveiro sinto a água cair sobre o meu peito queimado o que dói demais, dou um grito grave e me apoio na parede "Porrä que dor do carälhö!" Termino o meu banho rápido, vou até o guarda-roupa, pego uma calça social preta e uma camisa social branca, faço um curativo com pomada e gaze, fecho a blusa e saio.
O caminho da reunião foi um total silêncio, "Thomaz está bem sério hoje, o por que eu não sei, mas também não ligo, não é sempre que acordamos de bom humor" Ao chegar no café onde seria realizada a reunião, desço do carro e entrego a chave para o manobrista, entro junto a Thomaz e vou até à mesa reservada para gente, essa cafeteria fica perto da empresa, então acredito que seja boa, pois a localização é excelente.
— Boa tarde, posso ajudar? — Garçonete.
— Claro, quero um café e uma torta de limão, por favor — Peço sem olhá-la
— Já eu, quero só um café — Thomaz
Após alguns minutos, as coisas chegam olho para garçonete para agradece-la, mas ao olha-la nos olhos, travo, aquele olhar não me é estranho, percebo ela ficar travada também, "o meu coração está estranhamente acelerado, parece que eu já conhecia ela de algum lugar" Me levanto para olhá-la melhor, mas os senhores da reunião chegam e me tiram dos pensamentos, cumprimento todos eles, olho em volta em busca daquela garçonete, porém não acho, me sento novamente e começo a prestar atenção na reunião.
A reunião foi um sucesso, porém foi muito chata. Aquela torta de limão estava maravilhosa, ocasionalmente eu trocava olhares com a garçonete, mas Thomaz sempre me atrapalhava me chamando e perguntando as coisas, após o término da reunião, vejo os senhores saírem olho para Thomaz que me observava sério.
— Que porrä tá acontecendo com você? — Thomaz questionou bravo.
— Não tá acontecendo nada. — Dou uma pausa — Ela só não me é estranha, aqueles olhos, eu já vi em algum lugar só não lembro a onde, tem uma coisa nela que me encanta e eu não sei oque é. —
— Precisa separar as coisas, tem hora de trabalho e tem hora de diversão, você entende? — Thomaz pergunta na maior tranquilidade possível.
— É... infelizmente! — Me levanto e vou para o carro.
O restante do dia passei na empresa, fazendo contas, aceitando negócios e dando bronca nos funcionários, só hoje eu usei 10 vezes a bombinha, a minha transformação tá cada dia mais difícil de controlar, até por que onde eu ficava, eu vivia mais na forma lupina do que tudo, dificilmente eu ficava na forma humana, então está muito difícil pra mim ter que comer, usar o banheiro no lugar certo, entre outras coisas, não sei se um dia vou conseguir me acostumar com isso...
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Atualizado até capítulo 110
Comments
Angela Valentim Amv
Nossa essa história está bem intrigante ui ui
2024-03-15
1
Rute Luiza
que mudança o pior está para vir.
2024-01-14
1
Celia Regina
cade ofato dele geralmente o ofato deles são melhores mesmo forma humana kk
2023-11-25
4