Ao chegar na casa da mulher, me deparo com rastros de sangue por toda casa, ao sentir aquele cheiro maravilhoso de sangue fresco, sinto um mal estar indiscritivel "não Otto" exclamei para meu interior meus olhos estavam querendo mudar de cor, por sorte hoje eu estava com a lente
— Cadê o corpo? — indagou Thomaz com um tom furioso
— Estava ali! — a mulher apontou para onde havia uma imensa poça de sangue
— Tem certeza que matou ele? — perguntei-lhe
— Agora eu já não tenho mais, era para ele estar ali — falou olhando nos cômodos
— Você sabe que se ele realmente tiver vivo ele vira atrás de você, não sabe? — Thomaz perguntou já sabendo da resposta da mulher
— como matou ele? — perguntei curioso
— eu finquei a faca no seu pescoço e tirei 2 vezes — ela da uma pausa — uma foi legítima defesa e a outra foi de raiva! — confessou
— Isso explica a quantidade de sangue — falo tranquilamente
Olho a casa passo o dedo no sangue disfarçadamente e coloco na boca, "ele tinha 40 anos, cabelos castanhos, usuário de drogäs, tinha diabete. Só pela diabete ele já devia ter morrido, isso está estranho" olho para Thomaz, pois já imaginava que ele tinha ouvido meus pensamentos.
"Malditōs sugadores de sangue" — falou Thomaz na minha mente
— será que ele deve ter ido muito longe? — perguntou
a mulher confusa com lágrimas nos olhos
— Devido a diabete dele, só com ajuda! — deixei escapar
Ao perceber passo os meus olhos por todos os cantos visíveis até achar agulha de insulina
— Quem te falou que ele tem diabete? — perguntou confusa
— eu constatei as agulhas de insulina — expliquei-lhe
— mas podia ser eu que tivesse diabetes— falou ainda confusa
— Exatamente por isso que eu joguei um verde, e no primeiro momento colhi maduro! — insinuei sinico — nos dá uma licença? — Observo ela assentir
Chamo Thomaz e vou para a área externa, olho para ele preocupado, me aproximo dele foco o meu ouvido nos outros barulhos, o choro que eu escutava vinha do quarto então ela estava longe
— Olha os b.o que você arruma Henry! — falou bravo
— Eu não sei o que me deu, mas se for realmente isso que estamos achando, se eu não tivesse pegado esse b.o não saberíamos que tem a solta vampiros, pensei que haviam sido extintos — expliquei
— Não, a muito deles ainda espalhado pelo mundo! — Thomaz me falou
— Oque vamos fazer com ela? Vamos deixar ele voltar e mata-la? — perguntei preocupado
'
— Ué sim! Por que não? — perguntou Thomaz sem entender
— não sei nem por que perguntei isso, mas ela seria uma boa opção para eu tentar gostar de alguém — deixei escapar
— não sei se é uma ideia Henry, você não tem controle, o que vai fazer na lua cheia? — questionou-me
— eu viajo para onde eu morava passo a lua cheia la e depois volto — dou uma pausa — Mas como vamos chamar ela lá pra casa? Sem parecer dois psicopatas? — indaguei
— psicologia reversa, vem comigo — disse me chamando para dentro
— vocês já vão? — perguntou a mulher que descia as escadas
— Já sim, não tem mais nada que possamos fazer, não achamos o corpo, acredito que você acertou no ombro dele, se não ele ainda estaria aqui — Thomaz insinuou olhando para ela — melhor contratar alguns seguranças se não ele vira atrás de você
— por favor não me deixem aqui sozinha, eu não tenho dinheiro para contratar seguranças — implorou desesperada
— o que quer que a gente faça — Thomaz olhou em volta até que achou o seu nome no crachá em cima da mesa da sala — Senhorita Maya? — prosseguiu a pergunta
— que tal ela ficar lá em casa até a poeira abaixar? — perguntei entrando na onde
— tá doido, colocar uma desconhecida em casa? só se tivéssemos loucos — deu uma risada sinica
— por favor, eu favor oque quiserem posso trabalhar de faxineira, sei cozinha, seu fazer tudo, mas por favor não me deixa aqui sozinha — implorou com lágrimas nos olhos
Thomaz faz uma cara de pensativo "Filho da putä sabe encenar certinho" olhando o desespero da Maya permaneço sério
— tudo bem! Mas só porque precisamos muito de uma faxineira, já estava correndo atrás de uma mesmo — respira fundo — pegue as suas coisas — fala sério
Observo ela subir correndo para pegar as coisas, dou um sorriso logo olho para o Thomas "mandou bem em" vejo ele sorrir para mim e concordar, vamos todos para o carro, achei ela meio doida de confiar em dois desconhecidos desse jeito. Ela não pegou muita coisa pegou apenas o básico, o caminho para casa foi um total silêncio, dava para ouvir o coração dela a 100 km de distância de tão forte que ele batia, isso estava me desconcentrado um pouco, fecho os olhos tentando focar em outro barulho, outro que fosse menos irritante foco no som da sua respiração que era asmática, dava para perceber apenas pelos chiados que o seu pulmão fazia a cada inspiro...
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Atualizado até capítulo 110
Comments
Angela Valentim Amv
Kkkkkk eles dois são os doidos kkkk
2024-03-15
2
Rute Luiza
sabia que o babado era forte.
2024-01-14
2
Danielle
ela foi se envolver com vampiro
2023-11-10
1