Ainda estava parado no acostamento, olho para o lado vejo a mesma pessoa passando, quando os nossos olhares se encontra, a cena dos vampiros vindo para cima de mim se repete na minha cabeça, quando volto a mim, Thomaz estava me cutucando.
— Guarda essas unhas Henry — falou olhando para minha mão
Ao perceber que minha unha tava para fora, guardo elas olhando para Thomaz que me olhava confuso
— Ele estava no meu pesadelo Thomaz! Eu tenho total certeza — falei olhando-o
— Que pesadelo Henry? você não me contou nada! — questionou-me
— Dois vampiros vinha para cima de mim Thomaz, esse foi o pesadelo e um desses vampiros era aquele cara! — falo apontando
— mas ele tá andando no sol, como pode ser ele? — perguntou confuso
— Ele deve estar com alguma proteção, eu não estou ficando louco Thomaz, você não sentiu cheiro de podre vindo dele? — questionei-o confuso
— aqui só consigo sentir cheiro de poluição, apenas isso — falou me olhando
Eu não posso tá ficando louco, ou posso? Passo a mão na testa pensativo, respiro fundo tentando ignorar aquela situação. Volto a dirigir em direção ao restaurante, ao chegar lá dou a chave para o manobrista e entro com Thomaz, o cheiro da comida de lá até que era agradável, me sento na mesa que havia perto da janela, observo o movimento lá de fora, não consigo tirar oque aconteceu da minha cabeça, não dá.
— posso ajudar os senhores? — perguntou o garçom
— Eu quero uma carne bem sangrenta, bem mal passada por gentileza e uma dose se vodka — ao olhar para o garçom, meus olhos ficam vermelhos na hora que nossos olhares se encontram, e o dele fica um azul reluzente. "Quem é você?" perguntei entrando na mente dele "Apenas um ômega em busca de paz" respondeu no mesmo momento.
os meus olhos voltam ao normal, vejo Thomaz me olhar repreendendo-me, faço sinal de que eu não tive culpa
— vou trazer no capricho para o senhor! — o garçom respondeu e saiu rapidamente
— Oque aconteceu Henry? Quem é ele? — questionou confuso
— não sei, eu só sei de uma coisa — da uma pausa olhando ao redor — não somos os únicos na cidade — afirmei dando um gole na água
Vejo chegar dois bifes completamente mal passados do jeitinho que a gente gosta, dou um sorriso agradeço com o olhar, como um pedaço do bife me deliciando, meus ouvidos estava atento escuto sussurros vindo de uma mesa "O alfa está aqui, o alfa está aqui! Vamos lá falar com ele" a outra menina respondeu "Tá doida? O alça não gosta de ser incomodado" volto a comer focando nas conversas que haviam ao redor "O alfa da renegados também aqui" outra pessoa respondeu "Dois alfas no mesmo lugar não vai dar certo" Thomaz me cutucava novamente para eu despertar do meu transe, olho para ele um pouco Perdido "Tem outro alfa aqui! Precisamos sair" Observo ele assentir e se levantar, deixo o dinheiro em cima da mesa do restaurante.
Entro no carro observo Thomaz entrar. Acelero indo em direção a empresa, eu estava com uma dor de cabeça insuportável, quando dois alfas ficam muito perto, ambos sofrem consequências, como dor de cabeça, náuseas e uma vontade extrema de matar um ao outro, nos lobos lutamos por mais poder, isso é o nosso instinto a gente queira ou não.
— Henry troca de lugar comigo, você não está bem — falou puxando o freio de mão, o carro para rapidamente então trocamos de lugar
— Essa dor de cabeça não passa! — Dizia urrando de dor, coloco minha mão na mesma pressionando para ver se passava, mas nada adianta
— não passa por que estão nos seguindo, teremos que lutar, ou se não morreremos — falou sem exitar e acelerou em direção a uma floresta
Eu urrava de dor e conseguia escutar o outro alfa gritando também, era uma dor que imploravamos a morte de tão forte que era... estava lutando contra a transformação, mas Otto era mais forte que eu, minhas garras já saiam contra a minha vontade e minhas presas começavam a aparecer, era inútil eu lutar de cabeça baixa soltou um uivo espontâneo, ao chegar na floresta, pulo do carro já me transformando 100% e corro em direção a floresta, a dor na forma lupina já não me afetava mais, olho em volta procurando o alfa rival, foco a audição nas patas que se aproximavam rosno deixando a baba escorrer por toda a minha boca sinto alguém pular nas minhas costas, me mexo fazendo o alfa cair ele era um pouco menos que eu, rosnando frente a frente com ele, vejo que nos seus olhos existia medo, o humano por trás daquele lobo, não queria aquilo, mas assim como eu ele não tinha o controle de si mesmo, vejo ele avançar em mim, não queria brigar com ele, mas será necessário se não eu morrerei...
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Atualizado até capítulo 110
Comments
Maria Isabel Souza
ta é muito sem p nem cabeça e chata também
2025-01-04
0
Angela Valentim Amv
Essa história está bem diferente , huruu que legal kkkk
2024-03-15
1
Rute Luiza
outras histórias os alfas não eram tão chegados em uma carnificina assim.
2024-01-15
3