Apenas árvores a planícies se via na paisagem enquanto Marija dirigia, gradativamente a tensão diminuia com a monotonia.
Ela respira fundo, apenas com o pé levemente encostado no acelerador, até que resolve olhar para o lado.
Vicenzo era totalmente uma tentação aos sentidos. Ele vestia uma camiseta branca, colada ao seu corpo destacando os seus músculos. Dava para ver os seus mamilos apontando através do fino tecido.
Ele usava um óculos Ray Ban e olhava pela janela, distraído, com o cotovelo apoiado flexionando os bíceps.
Marija olhava, com o queixo caído ficando perdida em pensamentos ao admirar aquele homem.
Ela respira fundo e sente o seu corpo queimar. Vicenzo tem a impressão de estar sendo observado e vira o rosto lentamente, encontrando o seu olhar.
Ele dá um sorriso cafajeste e desliza a mão, como quem não quer nada, começando de seu peito, chegando no abdômen, onde levanta um pouco a blusa, simulando que estava com calor para a provocar.
Instantaneamente Marija pisa no freio e encosta a testa no volante, puxando o ar e se abanando, enquanto ele sorria, se divertindo.
Ela fica com raiva e grita:
— Você quer me levar para um lugar seguro ou quer nos matar na estrada, purano?! Fica mesmo distraindo quem está dirigindo! Olha só! — ela aponta para frente — Já estávamos saindo da estrada, maledetto.
Vicenzo, se divertindo, tira a camisa, a provocando mais e dizendo:
— Eu não posso garantir que estará cem por cento segura, picolina. Amanhã pode ser o último dia das nossas vidas e essa pode ser a sua única oportunidade de aproveitar.
Dessa vez ele passa a mão deliberadamente pelo abdômen e dá dois tapinhas em sua coxa.
— Eu te odeio! — ela diz, sem saber se aceita ou não. Ela vai para frente, mas volta, indecisa.
Então, para a ajudá-la, ele pega em seu braço e a puxa, colocando-a facilmente em seu colo.
Não resistindo, ela abraça o seu pescoço e ele ataca os seus lábios em um beijo intenso, enfiando a sua língua, a entrelaçando na língua dela em um beijo irresistível.
Com sua mãos grandes, ele aperta a sua cintura e a puxa bruscamente contra ele, fazendo- a soltar um gemidinho baixo de tesão.
Ele pega em sua mão e coloca em seu peito e ela aperta e crava as unhas, de tão excitada que estava. Era como se a atração que tentava conter, tivesse se multiplicado naquele momento e seus músculos internos se contraiam e entre as suas pernas ficava cada vez mais molhado.
Ele puxa com brutalidade a sua blusa de malha para baixo, fazendo o seu seio pular para fora, após abocanha com sua boca grande, tentando colocar tudo na boca.
Ela perde totalmente a cabeça, nunca tinha se sentido assim, sendo devorada por um homem.
Após sentir que ela estava perdida, ele para de chupar e pega em seu queixo e aperta, fazendo-a encarar o seu rosto. Ela olha com o olhar desnorteado, respirando com dificuldade pela intensidade das sensações.
Vicenzo dá dois tapinha de leve em seu rosto e diz:
— Você ainda vai odiar me amar, putana!
Marija fecha a cara e dá um tapa, com tudo no rosto dele.
— Não me chame de putana, maldito! Desgraçado! Me solta! — ela diz se debatendo e estapeando ele, que fica surpreso.
Estava acostumado a chamar as mulheres de putanas na cama e elas molharem as calcinhas com isso.
Mas Marija não admitia. Ela tinha raiva desse termo e ele estragou todo o clima.
— Desgraçado! Fique longe de mim! — ela continua o xingando, conseguindo sair do colo dele, se ajeitando e ligando o carro em seguida.
Marija continua a dirigir, olhando fixamente para a estrada e um silêncio se instaura no carro.
Eles estavam na estrada por horas e Vicenzo vê uma casa que parecia abandonada e sugere que eles deem uma olhada e se caso estivesse vazio, parassem para descansar.
Marija ainda estava com raiva, portanto não diz nada, apenas para o carro.
Vicenzo pega uma pistola, coloca na parte de trás da calça e vai sozinho em direção a casa, deixando-a no carro.
Ele fica lá por alguns minutos e volta avisando que estava limpo.
Marija estaciona a caminhonete atrás da casa.
Não podia se chamar de casa, era uma cabana bem pequena, só com um cômodo que servia de quarto e cozinha. Provavelmente era usado de abrigo para alguém que estivesse acampando por ali.
Vicenzo tira a camisa e antes que Marija reclamasse ele sai, a ignorando. Ela fica com raiva por ele não ter te dado atenção dessa vez. Pensa que ele não tinha o direito de ficar com raiva também, já que foi ele quem a xingou.
Então ela vai atrás e encontra ele só de cueca, tomando um banho de mangueira.
Ele passava a mangueira pelo corpo, fazendo a água escorrer sensualmente pelos seus músculos.
Ela vê o tecido da sua cueca, molhado e demarcando o volume e seu queixo cai.
Vicenzo não estava com raiva, ele só jogou uma isca para ela cair e ela caiu como um patinho.
Ele coloca o dedo na saída de água da mangueira e aponta em sua direção, fazendo esguichar água nela:
— Vai ficar parada aí, porquinha?
— Porquinha?! — ela diz surpresa — Você vai ver quem é uma porca, maledetto!
Ela vai em direção a ele e ele continua esguichando água, a provocando e ela continua avançar. Quando o alcança, ele a puxa e a prende em seus braços fortes e dá um beijo em seus lábios de bambear as pernas.
— Não se aproxime de um homem que está tomando um banho frio, para acalmar os ânimos, piccolina. A não ser que você queira ver as coisas continuarem a esquentar.
Ele dá um tapa forte em sua bunda e enche a mão, apertando forte a bunda dela.
Ela perde todo o pouco de juízo naquele momento e sente o seu corpo amolecer, a raiva sendo substituida por um “puta” tësão.
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Atualizado até capítulo 73
Comments
Maria Pinheiro
Queria muito que ele se descobrisse apaixonado por ela .❤
2024-11-15
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Arlete Fernandes
Eles dois são muito lindos juntos e já estão apaixonados e bem perceberam kkkkk
2024-11-08
1
Raquel Cristina Cordeiro
ele é demais adora provocar
2024-11-06
0