— Então, como devo chamá-la? - Perguntou Chris novamente.
Roxanna pensou por um momento e respondeu:
— Adie.
Foi a palavra que escapuliu de seus lábios, uma máscara para proteger sua verdadeira identidade.
Chris notou que o nome poderia ser falso, mas optou por não questionar.
Chris, embora percebesse que algo não estava certo, decidiu não questionar.
Roxanna estava tão envolvida em seus próprios pensamentos, lembrando-se de Alessandro e das feridas que ele deixou em seu coração, que não conseguia ver além da fachada gentil de Chris.
Chris fez uma pergunta simples:
— Se eu for até em casa e depois voltar, eu ainda te encontrarei aqui?
A resposta de Roxanna foi firme:
— Você tem a minha palavra. E eu não tenho para onde ir.
O peso da vida dela parecia transparecer através das palavras. Ele sentiu uma onda de pena por ela, uma empatia profunda que o forçou a se abrir um pouco mais.
— Eu preciso tomar banho e me arrumar. - Disse ele.
Roxanna o encarou com curiosidade, surpresa ao saber que ele havia passado a noite ali.
— Você dormiu aqui?
— Sim. Me senti responsável pelo acidente. E como você não tem documentos, não consegui deixar você sozinha.
Essa revelação fez com que Roxanna olhasse para ele com uma nova perspectiva.
— Você não tem família? - Ela perguntou, quase sem pensar.
Chris sorriu levemente e disse:
— Tenho uma filha.
Então, com um gesto tranquilo, ele tirou o celular do bolso e desbloqueou a tela. Ao abrir a galeria de fotos, ele mostrou para ela o bar/restaurante onde trabalhava: Aurorabyer.
O lugar tinha uma fachada encantadora, com janelas amplas de vidro que refletiam a luz do sol da manhã. As portas duplas eram de madeira escura e polida, dando um ar acolhedor e elegante ao ambiente.
O nome "Aurorabyer" estava elegantemente escrito em uma placa acima da entrada, iluminada por uma luz suave que destacava as letras cursivas.
— Minha filha. - Disse Chris com um brilho no olhar enquanto mostrava as imagens do local vibrante e cheio de vida que ele conquistou trabalhando duro.
Roxanna sorriu levemente e perguntou:
— Por que Aurora?
Ele parecia desconfortável com a pergunta e desviou o assunto rapidamente:
— Enfim, eu vou em casa e volto.
Roxanna percebeu que havia ultrapassado os limites ao perguntar demais e rapidamente se desculpou:
— Lamento pela pergunta.
Chris respondeu calmamente:
— Tudo bem.
A conversa tomou um rumo inesperado quando ele se despediu; sem pensar muito, deu um beijo suave na bochecha dela antes de sair.
Roxanna ficou ali, atordoada pela gentileza dele.
Seu rosto esquentou instantaneamente no local onde ele havia depositado o beijo. Ela tocou suavemente sua bochecha e ficou pensativa, observando a porta da enfermaria pela qual Chris havia saído há pouco tempo.
Enquanto isso, na cidade de Redshore, Alessandro levou Violet para a casa onde costumava morar com Roxanna. A pedido de Melissa.
Violet, em um ato de possessividade, decidiu queimar todas as coisas que pertenciam a Roxanna, incluindo as roupas e objetos pessoais.
Ela se apropriou da casa e decidiu dormir na mesma cama que Alessandro, alegando que não gostava de dormir sozinha.
Apesar do incomodo, Alessandro não se sentia confortável com a presença de Violet.
Ela saiu do banheiro nua, e Alessandro, apesar de tentar evitá-la, não conseguiu deixar de notar o belo corpo da jovem loira.
Violet se aproximou dele e lhe entregou um copo de leite, que ele bebeu sem suspeitar de nada.
Quando ela se dirigiu para o closet ainda nua, Alessandro, sem pensar, se aproximou e envolveu sua cintura fina com a mão, murmurando:
— Eu sabia que voltaria, Roxanna. Você sempre volta.
Violet, furiosa com a menção do nome de sua rival, decidiu aproveitar a situação e passou a se fazer passar por Roxanna.
Apesar de Alessandro a evitar constantemente desde que ela voltou pro país, ela o drogou e o beijou. Ele, sentindo o beijo estranho, murmurou drogado:
— Você está beijando tão mal. Melhore isso! O que acha de termos um filho, Roxanna? Você não queria um, eu decidir aceitar ter um bebê com você.
Violet, não escondendo o seu desgosto, empurrou Alessandro para a cama com força. O efeito da droga o fez adormecer instantaneamente.
Mesmo assim, Violet não recuou e se sentou em cima dele.
...........
Alessandro acordou antes do almoço com uma sensação estranha, um pouco de tontura e dor de cabeça. Ele não conseguia se lembrar do que havia acontecido.
Ele sentiu um gosto amargo na boca e uma sensação de culpa e nojo cresceram dentro dele, embora não entendesse exatamente por quê. Ele se perguntava se tivera algum tipo de relação íntima com Violet.
Seu olhar vagueou pela cama e percebeu que Violet dormia nua ao seu lado.
Confuso e perturbado, ele olhou ao redor e notou os lençóis amaranhados e os sinais que indicavam que eles teriam feito sexo durante a noite.
Uma onda de nojo e vergonha o atingiu, e ele se sentiu enojado e traído por sua própria fraqueza.
Ele se perguntava como poderiam ter feito sexo sem ele se lembrar de nada.
Alessandro nunca havia sido alguém que perdia o controle tão facilmente, e a idéia de ter sido manipulado o deixou ainda mais zangado.
Decidido a descobrir a verdade, ele acordou Violet e questionou-a com firmeza:
— Violet, precisamos conversar sobre o que aconteceu ontem à noite. Por que estamos nus juntos? Eu não me lembro de nada. O que aconteceu aqui?
Violet, surpresa com o tom de Alessandro e com o fato de ele não lembrar nada, já tinha tudo planejado e respondeu:
— Alê, você teve uma crise de nervos ontem à noite. Eu queria te deixar sozinho, mas você me implorou para ficar com você e eu cedi. Você não se lembra de nada mesmo?
Violet, percebendo a incerteza e o desconforto de Alessandro, tentou se fazer de inocente e afirmou:
— Você estava muito possesso, Alessandro, eu não resisti. Você me implorou para ficar, e eu não consegui dizer não. Visto que nós dois nos amamos é natural fazermos isso, apesar de ser tímida.
Ela tentava se passar por uma vítima da situação, ignorando as manipulações e mentiras que havia orquestrado.
Alessandro, ainda perturbado, levantou-se e perguntou abruptamente:
— Usamos preservativo?
Violet, mantendo a farsa, respondeu:
— Eu tentei pegar um, mas você me disse que me queria há muito tempo e que não queria usar. Você até falou em termos um bebê. - Ela retirou o edredom e mostrou as marcas no corpo, tentando provar que houve algo entre eles.
Alessandro, com um misto de raiva e nojo, não conseguiu conter seu desgosto e dirigiu-se rapidamente ao banheiro, fechando a porta com força.
Ele vomitou no vaso, tentando expelir o sentimento de culpa e a imagem de ter feito sexo com Violet, alguém por quem não sentia nenhum tipo de atração ou afeto depois que Roxanna o deixou há semanas.
Por outro lado, Violet, consciente de que seu plano havia dado certo, comemorou com um sorriso vitorioso e deu pulos de alegria pela casa.
Mesmo sem ter ido adiante com seus planos enquanto Alessandro dormia, ele agora acreditaria que eles tiveram relações sexuais na noite seguinte.
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Atualizado até capítulo 56
Comments
Kelly Val
A questão é: ele tinha uma esposa submissa que aceitava tudo, então ele valorizava a amante "primeiro amor" ao ponte de agredir a esposa e pedir o divórcio e não o suficiente ainda a humilhou dizendo que não a amava e nunca amou! Mas a esposa pamonha vou embora e agora a amante não é mais interessante...não é mais atrativo...porque ele é narcisista gosta de se sentir no comando.
2025-01-27
21
tuca
então ele nao fez nada contra ela.quimar as.coisas da.roxana sendo que se ele naonquizesse as coisas.la ele.mwsmo.teria queimado...outra coisa que ceo toma.leite antes de dormir w nao whisky...outra coisa oq ele nao.faz um.exame.dw.sangue mas.e idiota mesmo
2025-03-15
0
KÄäh SantoOs
o pior é que ele vai assumir o filho de outro enquanto o dele tá por aí jogado que mãe é essa e ele um otária que se deixa manipular por 2 vadias
2025-01-05
5