Quando as portas do elevador se fecharam, ele a pressionou contra a parede fria e reivindicou seus lábios em um beijo quente e cheio de desejo. No começo, ela resistiu, mas logo cedeu, rendendo-se ao beijo envolvente.
De repente, Diogo se afastou, tirando o paletó do terno e cobrindo a câmera de segurança.
— Por que você fez isso? — perguntou ela, ainda ofegante e confusa.
— Não quero que ninguém veja o que pretendo fazer com você aqui — respondeu ele, com um olhar predador.
Júlia sentiu um frio na espinha, observando-o deslizar a mão por sua ereção evidente sob a calça. Ele olhou para ela com desejo.
— Algum dia imaginou que perderia sua virgindade dentro de um elevador, Júlia?
— Não... não, e não vou ...eu
Julia não consegue terminar de falar pois ele a interrompe colocando o dedo em riste nos lábios dela, abaixa as alças finas do seu vestido e toma um biquinho rosado e delicado em seus lábios, sugando-o com sofreguidão e depois o outro, fazendo Júlia esquecer até seu nome de tanto prazer, ainda mais quando ele sobe seu vestido justo, afasta sua calcinha e começa a acariciar sua intimidade, já encontrando-a molhada por ele.
— Está gostoso? Quer que eu continue? — disse ele, agora mordiscando um dos seus mamilos e prendendo-o entre os dentes com suavidade.
— Responda, Júlia, se não eu paro.
Ela, completamente entregue, balbucia um sim.
Ele continua, só que dessa vez ele se ajoelha e tira sua calcinha, acariciando a intimidade molhada e lisinha dela, fazendo-a emitir pequenos gritinhos de prazer.
Ele chupa seu clitóris com força e vontade, e isso é a perdição de Júlia, que grita de prazer e tem um orgasmo que a deixa com as pernas trêmulas, enquanto seus dedos estavam entrelaçados nos cabelos macios dele.
— Você fica ainda mais linda gozando, sabia?
— Agora me responda, Júlia, já imaginou perder sua virgindade em um elevador?
— Não... Mas você me faz imaginar.
Diogo, já de pé, sorri. Agarra um punhado dos cabelos longos dela de forma firme, mas sem machucá-la, cola seus lábios aos dela em um beijo ardente e cheio de desejo.
Logo depois, se afasta um pouco, ajudando-a a se recompor, colocando suas roupas no lugar e acariciando o rosto dela.
— Mas vai ficar só na imaginação mesmo, oncinha brava. Você é muito especial para eu tirar sua virgindade assim. Porque pode ter certeza que vai ser comigo que vai perdê-la, não aqui e nem agora, até porque seu pai, seu avô e Laís, minha cunhada, estão nos esperando para jantar.
Júlia fica frustrada, com raiva e indignada e não consegue se calar que o que deveria fazer para não demonstrar com palavras o quanto ele a abalava.
— O senhor tem prazer em fazer isso comigo, não é? Sabe o quanto eu o desejo, e por isso vivi me fazendo de boba , e adora me provocar e brincar comigo.
— Eu já disse que já dividimos intimidade demais para você ficar me chamando de senhor, inclusive acabei de fazer você gozar gostoso nesse elevador. Mesmo assim, insiste com essa baboseira de formalidades entre nós. E não, eu não estou te provocando nem brincando com você. — disse Diogo, olhando-a com um olhar penetrante, e continuou a falar:
— Te vejo como alguém especial. Se fosse uma qualquer, eu não daria a mínima que seu pai, seu avô e até o papa estivessem nos esperando para jantar. Eu te pegaria de jeito, Júlia, dando vazão ao meu desejo aqui e agora, neste momento. Mas eu sei que você não é. Você é pura, inocente em termos de sexo, por isso é tão transparente e vulnerável. E é somente por isso que, quando eu te fizer minha, quero que seja especial para você, mesmo que diga que não dá importância para isso... eu sei que dá. E mesmo que não dê, é assim que quero que seja nossa primeira vez. Especial como você.
Diogo, com um último olhar penetrante, começou a se recompor. Vestiu o paletó com movimentos firmes e ajustou a gola, o rosto voltando ao controle frio e seguro que sempre demonstrava. Com um gesto rápido, ele apertou o botão, fazendo o elevador voltar a se mover.
Júlia o observava, completamente abalada e sem palavras. As palavras dele ainda ecoavam em sua mente, e ela sentia o coração batendo mais rápido, os pensamentos confusos. Será que ele realmente a via como alguém especial, ou eram apenas palavras calculadas para seduzi-la, para deixá-la ainda mais enredada por ele?
Diogo lançou um breve sorriso enigmático enquanto o elevador chegava ao destino. Ele parecia saber o efeito que tinha sobre ela, mas não disse mais nada. Quando as portas se abriram, ele se virou com elegância e fez um sinal para ela sair, mantendo o controle, enquanto Júlia, ainda tentando processar tudo, questionava em silêncio se havia algo de verdadeiro naquela declaração ou se estava apenas caindo em mais uma de suas armadilhas.
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Atualizado até capítulo 107
Comments
Celia Fernandes
AUTORA PARA DE FASE ELA FRACA FAIS ELA SER FORTE E DA O DESPRESO NELE DA UM GELO NELE ELA E MUITO FRAQUIMHA PELO AMOR NE ELA PRECISA SE TRANFORMA MAIS FORTE E NAO FICA SE ENTREGANDO E DEIXANDO ELE FASE O QUE QUER COM ELA AF ISSO RIFICULO E HUMILHANTE TRANSFORMA ELA EM UMA PESSOA MAIS FORTE NAO DEIXA ELA FICA COM O PAI NEM COM O AVO JA QUE ELES ACEITARAO SER ENPREGADO DELE FAIS ELA NAO ACEITA FAIS ELA VIRA O JOGO IR ENBORA DEIXA ELE SOFRE POR ELA AI SIM VAI FICA BOM AI SIM A HISTORIA VAI FICA MAIS BOA DO QUE JA ESTA FAIS ISSO AUTORA FAIS ELA VIRA O JOGO PORFAVOR
2024-11-18
1
Luciane Silva
Tá na hora dela reagir deixar de ser fraca e estúpida.
2025-03-15
0
Raquel Malheiros
débil figura feminina...
2024-11-18
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