dama de vermelho

Maria estava sentada no sofá, conversando animadamente com Miller sobre os últimos detalhes da agência. Elas discutiam estratégias para novos casos, quando de repente a campainha tocou. Maria suspirou, levantando-se.

Miller (curiosa): “Quem será a essa hora?”

Maria abriu a porta e, para sua surpresa, viu Caio parado ali com um sorriso tímido no rosto. Ele a cumprimentou com um rápido "oiê" e, antes que ela pudesse reagir, ele se inclinou para beijar a bochecha dela.

Caio (tentando ser casual): “Eu queria te ver… estava com saudades.”

Maria deu um pequeno sorriso, mas o desconforto era evidente em seu olhar.

Maria (com uma voz calma, mas firme): “Caio, eu sei que você tem tentado que a gente volte… e eu sinceramente aprecio as flores e o esforço. Eu amo você, mas... não como antes. Sinto muito, mas a gente não vai voltar. Nunca mais.”

O sorriso de Caio desapareceu e ele ficou imóvel por um momento, como se as palavras dela tivessem acabado de perfurar seu coração. Os olhos dele começaram a brilhar com lágrimas, e ele não conseguiu esconder o sofrimento.

Caio (chorando, com a voz trêmula): “Por favor, Maria… me perdoa. Eu sei que errei, sei que te machuquei… mas eu mudei, eu juro. Eu te amo, não consigo viver sem você. A gente pode tentar de novo, por favor...”

Maria sentiu o peso da tristeza nas palavras dele. Ela o conhecia tão bem, sabia que ele estava sofrendo, mas também sabia que o passado deles era marcado por mágoas profundas. Ela respirou fundo, segurando as lágrimas que ameaçavam aparecer.

Maria (mesmo triste, tentando ser o mais gentil possível): “Caio, eu não posso… Eu não amo você mais como homem. Vivemos muita coisa juntos, sim, mas você me machucou muito. Eu te perdoei, mas não posso esquecer tudo o que aconteceu. Agora, estou seguindo minha vida. Preciso seguir em frente, e você também.”

Caio, com o rosto molhado de lágrimas, balançou a cabeça negativamente, incapaz de aceitar o que estava ouvindo.

Caio (desesperado): “Mas... e tudo o que a gente viveu? Os planos, os momentos... Eu posso ser melhor, Maria. Eu juro que posso.”

Maria colocou a mão no ombro dele, tentando confortá-lo, mas sendo clara em sua decisão.

Maria (suave, mas determinada): “Eu sei que você quer mudar, Caio, e espero que consiga... por você mesmo. Mas, para mim, já passou. O que eu sentia não existe mais. Agora, eu preciso focar em mim, na minha vida, no meu trabalho. Você precisa fazer o mesmo.”

Caio se afastou lentamente, enxugando as lágrimas, visivelmente derrotado.

Caio (com voz fraca): “Entendi...”

Ele deu um último olhar triste para Maria antes de virar-se e ir embora, deixando-a com um peso no peito, mas com a certeza de que havia feito o que era certo.

Maria fechou a porta, encostando-se nela por um momento, suspirando profundamente.

Miller (aparecendo na sala, preocupada): “Está tudo bem?”

Maria (com um pequeno sorriso, mas os olhos ainda refletindo a emoção do momento): “Sim, está. Só... fechei um capítulo importante da minha vida.”

Miller assentiu, sem dizer nada, entendendo a profundidade do que aquilo significava para a amiga.

A sala de tortura estava impregnada pelo cheiro nauseante de carne podre e sangue seco. No meio da sala, "Sombra" estava amarrado a uma cadeira, coberto de feridas abertas, mal respirando. Saimon entrou, sentindo um nó no estômago, enquanto Stefan o observava com um sorriso calculado.

Stefan: “Saimon, não tenha pena. Hoje você vai provar que é um Salvatore de verdade. Esse homem que você vê aí, Sombra... Ele é pior do que pode imaginar. Matava, cobrava dívidas, e se isso não fosse o suficiente, estuprava suas vítimas antes de acabar com elas.”

Saimon olhou para o homem à sua frente, uma mistura de raiva e nervosismo o consumindo. Ele nunca havia tirado uma vida antes, e a ideia de matar alguém, mesmo um monstro como Sombra, o deixou inquieto.

Stefan, percebendo a hesitação, se aproximou e colocou uma mão firme no ombro de Saimon.

Stefan: “Você já é um homem, e é o herdeiro desta máfia. Homens como ele, se você não os parar, eles não pensariam duas vezes antes de te destruir, junto com todos que você ama.”

Saimon olhou de relance para Sombra, que, mesmo à beira da morte, soltou uma risada fraca e sussurrou:

Sombra (com voz rouca): “Vocês são todos iguais... acham que podem me julgar, mas estão no mesmo jogo.”

Saimon sentiu a raiva crescendo dentro de si. Ele olhou para Stefan, que apenas assentiu, entregando-lhe uma arma. Era a sua escolha. Ele sabia que não havia caminho de volta.

Saimon respirou fundo, aproximou-se de Sombra e, com a mão tremendo, apontou a arma para o homem. Sombra tossiu, cuspindo sangue, e sorriu novamente, desafiando Saimon até o último segundo.

Stefan: “Ele não teria piedade de você, nem de sua mãe. Lembre-se disso. Não hesite.”

Saimon apertou o gatilho. O som ecoou pela sala, e o corpo de Sombra caiu inerte na cadeira. O silêncio que se seguiu foi pesado, quase sufocante. Saimon sentiu o peso de sua primeira morte o envolver, o ar da sala mais denso do que nunca.

Stefan, sem dizer nada, colocou uma mão no ombro do filho novamente, mas desta vez com um toque mais suave, quase orgulhoso.

Stefan: “Você fez o que precisava ser feito. Bem-vindo ao mundo, Saimon. Agora você entende o que significa ser um Salvatore.”

Saimon, ainda processando o que acabara de fazer, respirou fundo e encarou o corpo de Sombra. Ele sabia que sua vida nunca mais seria a mesma.

O dia na sede da máfia foi intenso. O sol já começava a se pôr quando Saimon, exausto e suado, dava os últimos golpes contra o saco de pancadas, enquanto Stefan observava de perto. O treinamento de armas, facas e combate corpo a corpo havia sido pesado, mas Saimon não desistia. Ele não queria mostrar fraqueza diante de seu pai.

Stefan: “Isso, garoto, continue! A vida não dá descanso, e nossos inimigos muito menos. Se quer ser um herdeiro de verdade, tem que ser forte.”

Saimon, ofegante, enxugou o suor da testa com a mão, mas seu olhar permanecia focado, determinado. Ele sabia que Stefan não pegava leve com ele por nada. Havia algo mais por trás de todo esse treinamento brutal.

Saimon: “Não vou desistir, pai. Sei que está me preparando para algo grande. Não vou fraquejar.”

Stefan sorriu de canto, admirando a força de vontade do filho. Ele se aproximou, batendo de leve nas costas de Saimon.

Stefan: “Você tem espírito, Saimon. Isso é o que nos mantém vivos neste mundo. Agora, mais uma coisa.”

Ele se afastou um pouco e jogou uma faca em direção a Saimon, que a pegou no ar com agilidade.

Stefan: “A habilidade com armas é essencial, mas o verdadeiro poder está na cabeça. Você não pode confiar só na força. Tem que ser mais esperto que todos. E rápido.”

Saimon assentiu, sentindo o peso da faca em sua mão, e então se virou para atacar os alvos com precisão, apesar da exaustão. Ele acertava os alvos um após o outro, sem hesitar, tentando provar a si mesmo que estava à altura das expectativas de Stefan.

Stefan: “Bom, muito bom. Mas não se esqueça, Saimon. Cansar faz parte. Você precisa aprender a lutar mesmo quando seu corpo estiver no limite. Porque é nesse momento que seus inimigos vão tentar te derrubar.”

Saimon deu um último golpe, cravando a faca no centro de um alvo. Ele estava no limite de sua resistência, mas a sensação de superação lhe deu uma força inesperada.

Saimon: “Entendido, pai. Vou continuar, não importa o quão difícil seja.”

Stefan sorriu novamente, mas dessa vez com orgulho genuíno.

Stefan: “Bom garoto. Agora vá descansar. Amanhã será ainda mais duro.”

Enquanto Saimon caminhava em direção ao vestiário, seu corpo cansado, mas a mente alerta, ele sabia que estava sendo moldado para algo grande. Cada treino, cada gota de suor o aproximava de seu destino como herdeiro da máfia Salvatore.

Stefan dirigia o carro em silêncio, com Saimon ao seu lado, ambos exaustos depois de um longo dia na sede da máfia. A escuridão da noite envolvia a estrada, e os faróis iluminavam o caminho solitário. Mas na mente de Stefan, um nome ecoava incessantemente: Mário.

Ele sabia que, apesar de todo o treinamento de Saimon e do fortalecimento de sua operação, Mario, o dom da máfia russa, ainda era uma ameaça real e iminente. O homem havia desaparecido por um tempo, mas Stefan conhecia esse tipo de inimigo: os mais perigosos nunca sumiam por completo. Quando voltavam, voltavam para matar.

Stefan pensava: "Uma hora ele aparece... e quando aparecer, eu o mato."

Stefan, sem desviar o olhar da estrada, disse em voz baixa:

Stefan: "Saimon, quero que esteja preparado para qualquer coisa. Mario pode estar sumido, mas isso não quer dizer que estamos seguros. Quando ele aparecer, será para tentar nos destruir. Ele é astuto, não vai dar mole."

Saimon olhou para o pai, percebendo a seriedade em sua voz. Sabia que Mario era o inimigo número um da família, o homem que Stefan perseguia há anos. Mesmo depois de tanto tempo, o nome dele ainda provocava tensão.

Saimon: "Estou preparado, pai. Você tem meu apoio para o que for necessário."

Stefan deu um leve aceno com a cabeça, mas não tirava os olhos da estrada. O silêncio entre eles voltou, mas estava carregado de pensamentos sombrios e de estratégias futuras.

Stefan: "Mario é traiçoeiro. Nunca subestime um homem como ele. Quando ele ressurgir, não vai ser para negociar. Vai ser para derramar sangue."

Eles chegaram em casa, e ao descer do carro, Stefan olhou para o céu estrelado por um momento, seus pensamentos ainda tomados pelo nome que se tornara uma sombra em sua vida.

Stefan: "Quando você voltar, Mario, será o seu fim."

Entrando em casa, ele sabia que os dias de calma estavam contados.

Ao entrar na mansão, Stefan e Saimon foram recebidos por uma visão que os deixou sem palavras. Maria estava parada no meio da sala, usando um deslumbrante vestido de cetim vermelho que realçava cada curva do seu corpo. O tecido brilhava sob a luz suave do ambiente, e o batom vermelho nos lábios dela adicionava uma sensualidade ousada, como se estivesse perfeitamente ciente do efeito que causava.

Stefan parou imediatamente, os olhos fixos nela, com um olhar de surpresa e desejo. Ele nunca a tinha visto assim antes — não com uma beleza tão provocante e uma confiança que parecia incendiar o ambiente.

Saimon, ao lado do pai, também não conseguia desviar os olhos. Mesmo tentando se controlar, ele ficou visivelmente impressionado com a presença de Maria, incapaz de esconder o impacto que ela causava.

Maria, percebendo os olhares intensos, deu um sorriso discreto e começou a caminhar lentamente na direção deles, o som de seus saltos ecoando pela sala. Cada passo que ela dava parecia comandar a atenção completa dos dois homens.

Stefan, recuperando-se primeiro, sorriu de lado, encantado com o que via.

Stefan: "Maria... parece que você gosta de causar impacto, não é?"

Maria, com um ar de provocação, inclinou a cabeça levemente.

Maria: "Quem disse que não é você quem gosta de ser surpreendido, Stefan?"

Saimon tossiu, um pouco desconcertado pela tensão no ar. Ele desviou o olhar brevemente, mas era impossível ignorar a força que Maria emanava naquela sala. Stefan, percebendo o desconforto do filho, soltou uma risada leve.

Stefan: "Saimon, por que não dá um tempo? Eu e Maria temos algumas... coisas para resolver."

Saimon, percebendo que o pai queria um momento a sós com Maria, assentiu rapidamente.

Saimon: "Claro... vou para o meu quarto."

Ele subiu as escadas, ainda com a imagem de Maria gravada em sua mente, enquanto Stefan se aproximava lentamente dela, seus olhos ardendo de desejo.

Stefan: "Você sabe o que faz comigo quando aparece assim, não sabe?"

Maria sorriu, provocante.

Maria: "Só quis te lembrar do que você tem, Stefan."

Ele riu, puxando-a pela cintura com firmeza.

Stefan: "Como se eu pudesse esquecer."

Os dois ficaram ali, envoltos em uma tensão cheia de desejo e provocação, enquanto o ambiente ao redor parecia desaparecer.

Stefan deu alguns passos à frente, ainda com aquele sorriso de lado que tanto irritava quanto encantava Maria. Ele a olhou de cima a baixo, como se a estivesse absorvendo por completo, tentando decifrar o que ela estava fazendo ali, usando aquele vestido deslumbrante.

Stefan (com voz rouca): “Você sabe muito bem como virar a cabeça de um homem, Maria. Mas o que realmente está passando pela sua mente? Porque eu tenho certeza de que você não veio aqui só para exibir esse vestido.”

Maria o encarou, mantendo sua postura firme. Seus olhos brilhavam com uma mistura de sarcasmo e provocação. Ela cruzou os braços lentamente, mantendo seu sorriso irônico.

Maria deu um passo para mais perto de Stefan, deixando a tensão entre eles aumentar ainda mais. Seus olhos penetrantes mantinham contato direto com os dele, e sua postura mostrava que ela tinha o controle da situação.

Maria (com um sorriso de canto): "Talvez eu tenha vindo para lembrá-lo do que você tem... e do que você pode perder se não tomar cuidado."

Stefan arqueou uma sobrancelha, surpreso com a ousadia dela, mas ao mesmo tempo fascinado. Ele a puxou ainda mais para perto, sentindo o calor do corpo dela contra o seu.

Stefan (com voz baixa e intensa): "Você acha que pode me ameaçar, Maria? Eu sou o único que controla o jogo aqui."

Ela inclinou a cabeça levemente, o olhar sempre firme e provocante.

Maria: "Quem disse que estou ameaçando, Stefan? Talvez eu só esteja... equilibrando as peças do tabuleiro."

O sorriso de Stefan ficou mais largo, como se tivesse aceitado o desafio. Ele passou os dedos pelo rosto dela, traçando a linha de sua mandíbula.

Stefan (sussurrando): "Você é perigosa, Maria. E é exatamente por isso que eu gosto tanto de você."

Maria se aproximou, a voz suave mas cheia de confiança.

Maria: "E é exatamente por isso que você nunca vai me deixar ir, Stefan."

Eles ficaram ali, tão próximos que mal podiam respirar sem sentir o outro. Era um jogo de poder, desejo e controle, mas, naquele momento, ambos sabiam que estavam igualmente envolvidos — e ninguém estava disposto a desistir tão facilmente.

Stefan, dominado pelo desejo, aprofundou o beijo, sua mão explorando cada curva de Maria com urgência. Quando ela pegou a mão dele e a guiou entre suas pernas, revelando que estava sem calcinha, ele soltou um rosnado profundo, seus olhos escurecendo ainda mais com a luxúria.

Stefan (com voz rouca e cheia de desejo): "Você não faz ideia do que está provocando..."

Maria apenas sorriu de maneira desafiadora, mordendo o lábio enquanto sentia o toque intenso de Stefan. Ele apertou ainda mais seu corpo contra o dele, as mãos explorando sua pele com uma mistura de possessividade e desejo incontrolável.

Sem aviso, Stefan a ergueu pela cintura, pressionando-a contra a parede da sala. Ele olhou fundo nos olhos dela, seus lábios a centímetros de distância, enquanto respirava pesado.

Stefan (sussurrando, com a voz cheia de perigo): "Você é minha, Maria. E eu vou te mostrar isso agora."

Antes que ela pudesse responder, Stefan a beijou novamente, com mais intensidade, o corpo dele colado ao dela, como se quisesse apagar qualquer distância entre eles. O desejo que emanava de ambos era avassalador, e a noite prometia ser tão intensa quanto a tensão que os envolvia desde o momento em que ele entrou na mansão.

Stefan a pressionou contra a parede com força, seus beijos descendo pelo pescoço e pelos ombros de Maria, enquanto ela puxava seus cabelos com intensidade. O ambiente estava carregado de tensão, e o desejo entre eles crescia a cada segundo. Quando ele abriu o zíper da calça e a penetrou com precisão, Maria sentiu uma onda de prazer avassaladora.

Ela tentou abafar seus gemidos, mordendo o lábio para não fazer barulho, consciente de que Saimon estava na casa. No entanto, o prazer era tão intenso que escapava em suaves suspiros e gemidos.

Stefan (sussurrando no ouvido dela, com uma voz rouca): "Deixe-me ouvir você... não se contenha..."

Maria tentava resistir, mas o controle se esvaía a cada movimento preciso de Stefan. As mãos dele a seguravam com firmeza, e ela sentia como se o mundo ao redor desaparecesse, restando apenas o calor e o desejo entre eles.

Stefan a colocou de quatro sobre o sofá, seus movimentos eram intensos e precisos, cada estocada arrancando gemidos altos de Maria. O som de seus corpos se encontrando preenchia o ambiente, enquanto ela se agarrava às almofadas, totalmente entregue ao momento.

Stefan (entre gemidos, com a voz rouca): "Você está tão molhada... tão perfeita assim pra mim."

Maria, ofegante, mal conseguia conter o prazer que a dominava. Ela gemia de forma incontrolável, o corpo vibrando com cada palavra e movimento de Stefan.

Maria (em meio aos gemidos): "Stefan... você me deixa louca... eu quero mais..."

A excitação entre eles era palpável, cada palavra dita com desejo e sem pudor. Ambos estavam completamente perdidos um no outro, trocando elogios e provocando-se mutuamente, levando-os ainda mais longe em um turbilhão de prazer e intensidade.

Stefan, tomado pelo desejo, estocava Maria com uma intensidade crescente, como se não houvesse limites para o prazer que podiam alcançar juntos. Ele a puxou com força, levantando-a sem esforço e a colocou em seu colo, ainda dentro dela, enquanto a carregava para o quarto. Seus lábios nunca se separavam, cada beijo era feroz e urgente, enquanto os corpos deles se uniam com mais força e paixão.

Ao chegar no quarto, Stefan a deitou na cama, suas mãos explorando cada centímetro do corpo de Maria com possessão. Eles estavam completamente perdidos um no outro, suas respirações ofegantes e seus gemidos enchendo o quarto.

Stefan (ofegante, entre beijos): "Eu nunca me canso de você... nunca."

Maria, igualmente dominada pelo desejo, entrelaçou as pernas ao redor dele, seus corpos se movendo em um ritmo que parecia interminável, como se ambos estivessem viciados na sensação de estarem juntos.

Maria (gemendo, com um sorriso provocante): "Então me mostra, Stefan... mostra que eu sou só sua."

A cada vez que atingiam o ápice do prazer, eles buscavam mais, incapazes de parar, como se o desejo entre eles fosse insaciável.

Maria subiu por cima de Stefan, seus movimentos firmes e sensuais enquanto cavalgava nele, a intensidade aumentando a cada segundo. Stefan, dominado pelo prazer, deu leves tapas na bunda dela, cada toque aumentando a excitação de ambos. Ela inclinou-se sobre ele, atacando seu peito com beijos, lambidas e chupões, enquanto Stefan gemia de prazer.

Os dois estavam perdidos um no outro, o quarto cheio de sons abafados de seus corpos colidindo e respirações ofegantes. O corpo de Maria começou a tremer com a aproximação do orgasmo, e ela acelerou o ritmo, cavalgando com mais força e desejo.

Maria arqueou as costas, sentindo o ápice do prazer tomar conta de seu corpo, gemendo alto enquanto o orgasmo a dominava. Stefan, logo em seguida, chegou ao clímax também, segurando seus quadris com força enquanto seu corpo estremecia com a liberação. Os dois caíram sobre os lençóis finos, suados e exaustos, mas ainda conectados pelo calor e intensidade do momento.

Stefan (ofegante): "Você é... inacreditável."

Maria (com um sorriso satisfeito): "Você ainda não viu nada."

Maria ficou deitada sobre o peito de Stefan, sentindo o calor do corpo dele. Ele quebrou o silêncio, olhando nos olhos dela com seriedade.

Stefan: "Eu te amo."

Ela o encarou, um sorriso divertido nos lábios.

Maria: "Eu também me amo."

Stefan sorriu, divertido.

Stefan: "Espertinha, você."

Maria (rindo): "Mafioso babaca, eu te amo."

Stefan a puxou para mais perto, o sorriso dele se ampliando.

Stefan: "E eu nunca vou deixar você ir. Você é tudo para mim."

Maria sorriu, sentindo seu coração aquecer. O momento era perfeito, cheio de promessas e desejos.

Mais populares

Comments

Mel Mel

Mel Mel

amo esse casal maravilhoso ❤️

2024-11-22

0

Rosa Hosana Santos

Rosa Hosana Santos

Casal lindo 💕💕💕

2024-10-24

0

Maria Socorro Netos

Maria Socorro Netos

lindos

2024-10-06

0

Ver todos
Capítulos

Baixar agora

Gostou dessa história? Baixe o APP para manter seu histórico de leitura
Baixar agora

Benefícios

Novos usuários que baixam o APP podem ler 10 capítulos gratuitamente

Receber
NovelToon
Um passo para um novo mundo!
Para mais, baixe o APP de MangaToon!