Stefan, com um sorriso malicioso, dirige o carro em silêncio por um momento antes de falar: "Por que toda essa negação, princesa?"
Maria, ainda nervosa e tentando manter a compostura, responde com firmeza: "Porque, ao seu lado, eu me sinto vulnerável. Você é o tipo de homem que eu não quero ter contato. Nem físico, nem de qualquer outra forma."
Stefan ri, um som que ecoa pelo carro, cheio de arrogância. "Um pouco tarde para isso, princesa. Agora você me pertence." Ele lança um olhar de cima a baixo para Maria, avaliando sua roupa, e acrescenta em um tom possessivo: "E só te peço uma coisa... não use mais roupas como essa. É vulgar demais. E eu não quero ter que matar nenhum cara por olhar para você."
Maria sente um calafrio ao ouvir a ameaça implícita, mas decide não responder, ciente de que qualquer provocação poderia piorar a situação. Ela tenta disfarçar o desconforto, mas a tensão no ar é palpável.
Maria, com raiva queimando em seus olhos, olha diretamente para Stefan e rebate: "Você não manda em mim, e eu não sou sua, seu mafioso babaca! Se você ousar me tocar novamente, eu vou fazer questão de cortar o seu pau fora!"
Stefan apenas ri, uma risada profunda e debochada, claramente não levando sua ameaça a sério. "Ah, princesa," ele diz, ainda rindo, "você tem coragem, eu gosto disso. Mas não se iluda... você já é minha, quer goste disso ou não."
Ele a observa de canto de olho, ainda com aquele sorriso arrogante, sem se abalar pela ameaça, e continua dirigindo, como se controlasse tudo ao seu redor, inclusive ela.
Maria solta uma risada irônica e provoca: "Você se acha muito, né, seu velho? Você poderia ser meu pai."
A frase acerta em cheio. Stefan, que sempre exibe uma fachada de controle, perde o sorriso e seu olhar se torna sombrio. O maxilar dele se contrai, e a raiva começa a tomar conta. Ele aperta o volante com força, e a tensão no ar cresce instantaneamente.
"Você adora brincar com fogo, não é, Maria?" Stefan rosna, sua voz carregada de fúria contida. "Cuidado, princesa. Você pode se queimar."
Stefan se inclina para mais perto de Maria, os olhos queimando de raiva. "Você não vai me chamar de velho," ele diz com uma voz baixa e ameaçadora, "quando eu estiver te fodendo e arrancando cada gemido seu."
Maria o encara com desdém, mas por dentro sente uma mistura de raiva e tensão. Ela aperta os punhos, tentando manter o controle sobre suas emoções, e responde com firmeza: "Você nunca vai ter esse prazer, Stefan. Eu não sou sua propriedade, e você vai aprender isso."
Stefan sorri de canto, claramente desafiado pelas palavras de Maria.
Quando Maria percebe que o caminho não leva para sua casa, ela olha furiosa para Stefan e o questiona: "Aonde você está me levando, mafioso?"
Ele, sem desviar os olhos da estrada, responde com um sorriso de canto: "Pra minha casa... em breve será a sua também."
Maria começa a rir descontroladamente, quase debochada. "Você tá doido? Eu acabei de terminar um relacionamento de 4 anos com Caio e nunca pensei em casar com ele, ainda mais com você!"
Stefan ri, mas dessa vez com uma pitada de desprezo. "Caio é um babaca desgraçado que não te merece. E, por enquanto, você nega, mas eu sei que no fundo você já sente alguma coisa por mim, Maria."
Maria franze o rosto de nojo e repulsa. "Você tá delirando, Stefan. Isso nunca vai acontecer."
Stefan, com um sorriso confiante, a olha rapidamente antes de voltar a focar na estrada. "Veremos..."
Quando o carro se aproximou da imponente mansão, Maria ficou em silêncio. O lugar era colossal, com enormes paredes de concreto cinza e detalhes em vidro que refletiam a luz da lua. A estrutura moderna e fria passava uma sensação de poder e isolamento, cercada por uma vasta extensão de terreno.
Ela notou vários homens armados até os dentes patrulhando a entrada, com olhares atentos e rostos inexpressivos. Sentiu um arrepio na espinha.
“Bem-vinda à sua nova casa,” Stefan disse, enquanto parava o carro próximo à entrada principal. “Se você acha que pode sair daqui, está muito enganada.”
Maria olhou para ele com raiva, mas também com uma pontada de medo. A situação começava a parecer mais séria do que ela imaginava. "Você não pode me manter aqui, Stefan."
Ele a encarou, com o mesmo sorriso frio e convencido. “Posso e vou. Mas, com o tempo, você vai se acostumar com isso... e comigo."
Stefan segurou o braço de Maria firmemente e a levou para dentro da mansão. Os olhos dos homens de sua equipe a seguiram enquanto ela passava, observando cada movimento seu com desejo. Maria, percebendo isso, decidiu provocar. Em um momento, abaixou-se de forma deliberada, permitindo que sua curta roupa revelasse sua calcinha, atraindo ainda mais os olhares famintos dos seguranças.
Stefan, sempre atento, notou o comportamento dos homens e o gesto provocador de Maria. Seu rosto ficou vermelho de raiva e ciúmes. Ele se virou bruscamente para seus homens.
“Que porra é essa?!” ele gritou, a voz reverberando pelas paredes da mansão. "Tirem os olhos dela, ou eu arranco suas línguas junto com os olhos! Vocês me ouviram?"
Os homens abaixaram a cabeça rapidamente, murmurando desculpas, mas Stefan ainda estava furioso. Ele então se voltou para Maria, seu olhar intenso. "E você, está brincando comigo, princesa? Acha que pode provocar assim, na minha frente?"
Maria apenas sorria, sem se intimidar, divertindo-se com o efeito que causava nele. "Ah, Stefan... Você queria que eu parasse de usar roupas vulgares, não é? Mas você não manda em mim. E eu faço o que bem entendo."
Stefan se aproximou ainda mais, sua raiva mal contida, enquanto Maria continuava a sorrir, desafiadora. Ele estava prestes a dizer algo, mas ela o interrompeu: "Ciúmes, mafioso? Parece que você é mais frágil do que eu pensava."
Stefan, ainda com os olhos ardendo de raiva, respirou fundo e decidiu ignorar a provocação de Maria por enquanto. Ele a levou para dentro da mansão, mostrando cada detalhe com orgulho. A casa era deslumbrante, com paredes de vidro, lustres luxuosos e uma decoração impecável. Stefan fez questão de apresentá-la aos funcionários.
"Essa é Maria, a nova dona desta casa," ele declarou com firmeza, olhando para cada um dos empregados.
Enquanto a maioria dos funcionários acenava respeitosamente, uma das empregadas, uma mulher de aparência elegante e séria, claramente não gostou da presença de Maria. Seu olhar transmitia desprezo, mas Maria percebeu de imediato. Ao invés de se sentir incomodada, ela sorriu provocadoramente para a mulher, como se dissesse: "Você não me afeta."
A mulher desviou o olhar com uma expressão frustrada, e Maria continuou a sorrir, triunfante. Ela sabia que sua presença ali incomodaria algumas pessoas, e parecia se divertir com isso.
Stefan percebeu a tensão no ar, mas decidiu não comentar. Ele continuou a mostrar os detalhes da casa, ignorando o conflito silencioso que já começava a se formar.
Maria: (irritada) Não sei por que está me mostrando a casa e apresentando a todos, Stefan. Eu não vou ficar aqui. Amanhã eu vou para minha casa. E se você ousar me prender aqui, eu vou te odiar ainda mais.
Stefan sente uma pontada no peito ao ouvir isso, mas mantém a compostura e não revela seu desconforto. Ele tenta não deixar que as palavras de Maria afetem seu orgulho. Ele a guia até um elegante quarto, com decoração moderna e sofisticada.
Stefan: (com um tom controlado) Aqui é o seu quarto. Você pode dormir, tomar banho... fazer o que quiser. Apenas tente não fazer muito barulho. Temos um monte de coisas para discutir amanhã.
Maria entra no quarto e observa a decoração. O ambiente é luxuoso, mas ela não consegue esconder a frustração e o desagrado em seu rosto.
Maria: (olhando em volta) Por que você acha que vai conseguir me manter aqui? Isso é loucura.
Stefan: (encostando na porta, com um olhar sério) Eu tenho meus métodos, Maria. E você vai descobrir que a vida aqui pode não ser tão ruim quanto pensa. Além disso, você vai aprender a me respeitar.
Maria o encara com um olhar desafiador, mas sente uma pontada de desconforto ao ver a determinação no rosto de Stefan.
Maria: (com um tom mordaz) Respeitar você? Só se for na base da força. Não é assim que você conquista alguém.
Stefan: (sorrindo com frieza) Você ainda não entendeu, não é? Respeito é apenas uma parte do jogo. O que você está realmente desafiando é a minha paciência. E você não vai gostar das consequências.
Stefan dá um último olhar para Maria e se vira para sair do quarto. Maria o segue com os olhos, a frustração e o desejo de liberdade visíveis em seu rosto. Ela não diz mais nada, optando por manter o silêncio enquanto Stefan fecha a porta, deixando-a sozinha no quarto.
Enquanto Maria se senta na cama, sua mente está cheia de pensamentos confusos e contraditórios. Ela tenta se acalmar, mas a tensão e o desejo permanecem, misturados com a raiva e o desdém por Stefan.
Stefan, por outro lado, não se afasta completamente. Ele para do lado de fora do quarto, ouvindo os sons da casa e refletindo sobre as palavras de Maria. Ele está determinado a manter o controle e a conseguir o que deseja, mesmo que isso signifique lidar com mais desafios ao longo do caminho.
Maria, após tomar um banho relaxante, veste um roupão macio. Ela se senta na cama e pega o telefone, ligando para Miller. A ligação é atendida quase imediatamente.
Miller: (do outro lado da linha) Oi, amiga! Onde você está?
Maria: (com um sorriso irônico) Estou em uma casa nova, digamos assim. E você? Onde está?
Miller: (rindo) Estou em uma cobertura com o gato do amigo do seu mafioso. E não é que o cara é um charme?
Maria: (rindo) Cuida do gato, Miller. Parece que ele está com um bom gosto para companhia.
Miller: (com um tom curioso) E você, amiga? Como está aí? Contou tudo?
Maria: (suspirando) Oh, você não vai acreditar. Estava na boate, e o Stefan apareceu. Ele me puxou para um canto, me provocou e... bem, acabamos fazendo coisas que eu preferiria esquecer.
Miller: (rindo) E então? O que mais aconteceu?
Maria: (irritada) Agora estou na casa dele, e ele está me forçando a ficar aqui. Ele acha que pode me manter em sua prisão de luxo e que vou me acostumar com isso. Mas eu já te falei, eu amo o sexo e tudo, mas eu não quero ficar aqui. Ele me força a ficar, e eu vou arrancar o pau com as bolas dele se ele continuar assim.
Miller: (rindo alto) Você é hilária, Maria. Ao mesmo tempo que você tem raiva do Stefan, você não
negar que ele tem um jeito que te atrai. Mas se você não quer ficar, você tem que dar um jeito de sair.
Maria: (decidida) Amanhã eu volto para casa. Não importa o que ele faça, eu vou encontrar uma maneira de sair dessa situação. Agora, eu preciso me recompor e tentar descansar.
Miller: (com um tom encorajador) Vai dar tudo certo. Você é mais forte do que ele imagina. Boa sorte, amiga. E cuidado com o Stefan. Beijos!
Maria: (sorrindo) Beijos, Miller. Até amanhã.
Maria desliga o telefone e se deita na cama, tentando relaxar. A mente dela ainda está agitada, mas ela está determinada a voltar para casa e não deixar Stefan controlá-la. Ela fecha os olhos, refletindo sobre os eventos do dia e planejando o que fazer a seguir.
Maria desce silenciosamente pela enorme escada da mansão e se dirige à sala de estar. Ela liga a TV e começa a assistir, tentando se distrair da tensão que sente. O ambiente é opulento, com uma decoração sofisticada que só acentua a sensação de estar em uma prisão de luxo. Enquanto ela está absorta na programação, Stefan aparece, sem camisa, com um sorriso confiante no rosto.
Stefan: (sentando-se ao lado de Maria, com um sorriso) Já está confortável?
Maria: (olhando para a TV, fingindo desinteresse) Só não consigo dormir.
Stefan: (aproximando-se mais, com um tom sedutor) Poderia dormir comigo. Eu te deixaria cansada.
Maria: (debochando, sem tirar os olhos da tela) Só que não, obrigado.
Stefan se aproxima ainda mais, seu tom agora mais sincero e vulnerável.
Stefan: (com um olhar intenso) Princesa, me desculpe. Nunca fiz nada disso com nenhuma mulher. Nunca senti o que sinto com você. Eu não consigo pensar, respirar, nem agir. Você domina meus pensamentos. Se quer voltar para sua casa amanhã, você vai. Mas não se afastará de mim.
Maria: (dando um sorriso irônico) Sério, Stefan? Já está todo emocionado?
Stefan: (sorrindo, mas com um olhar sério) E você também não pode negar.
Maria: (sorrindo, mas com firmeza) Você não pode me manter aqui. Então, amanhã eu vou para casa, mafioso babaca.
Stefan: (rindo, com um tom desafiador) Você vai. Mas lembre-se, princesa, você pode sair daqui, mas eu vou estar sempre por perto.
Maria o encara, ainda cética, mas o sorriso no rosto revela que ela está começando a se divertir com o jogo de poder entre eles. Ela se levanta, desligando a TV e decidindo ir para o quarto.
Maria: (com um tom final) Boa noite, Stefan. Até amanhã.
Stefan observa Maria se afastar, com um sorriso satisfeito e um olhar que sugere que ele tem seus próprios planos para o futuro. Enquanto ela sobe novamente para o quarto, a tensão e o desejo ainda estão palpáveis, mas Maria está determinada a não deixar Stefan dominar sua vida.
Maria entra no quarto e se senta na beira da cama, seu pensamento completamente voltado para Stefan. Ela começa a refletir sobre o encontro recente na sala de estar e a maneira como ele a afetou. Ela tira o roupão e se deita, olhando para o teto, perdida em seus pensamentos.
Maria: (sussurrando para si mesma) Por que ele tem que ser tão gostoso? Eu já vi ele pelado antes, mas... a surpresa de vê-lo sem camisa agora, com aquele corpo imponente, é diferente.
Ela fecha os olhos, lembrando-se do momento em que Stefan apareceu na sala, sem camisa e com aquele sorriso. A memória do seu corpo musculoso e do olhar intenso dela ainda está fresca em sua mente.
Maria: (pensando) Deus, ele é tão malvado e teimoso... É irritante como ele consegue ser irresistível, mesmo quando está tentando me controlar.
Ela se revira na cama, tentando se acalmar, mas o desejo e a frustração são evidentes. A imagem de Stefan, com o corpo imponente e o jeito provocador, continua a atormentá-la.
Maria: (com um sorriso amargo) Por que ele tem que mexer comigo assim? Isso é um jogo para ele, mas para mim, é muito mais complicado.
Ela respira fundo, tentando afastar os pensamentos e encontrar algum sono, mas é claro que o impacto de Stefan e o desejo não desaparecem facilmente.
Cena: Quarto de Maria – Mansão
Maria está deitada na cama, com o pensamento ainda em Stefan, quando sente a cama se afundar ao seu lado. Ela abre os olhos e vê Stefan se deitando ao seu lado, seu olhar intenso e cheio de desejo.
Stefan: (com um sorriso carregado de desejo) Não consegui ficar longe de você.
Os dois se encaram, a respiração ofegante e o ambiente carregado de tensão. Sem precisar de palavras, eles se beijam com uma mistura de desejo e desespero, suas mãos começando a explorar os corpos um do outro.
Stefan desliza suas mãos pelo corpo de Maria, seus toques provocando gemidos e suspiros dela. Ele começa a beijar e lamber seu pescoço e ombros, descendo lentamente. Seu toque é intenso e cheio de necessidade, e Maria geme com prazer enquanto ele o faz.
Quando Stefan chega à intimidade de Maria, ele a lambe com uma urgência desesperada, seu toque fazendo com que Maria se contorça e geme de prazer até alcançar o clímax.
Stefan: (com um tom satisfeito) Você é deliciosa, Maria.
Maria, agora tomada por um desejo avassalador, se levanta e assume o controle. Ela se posiciona sobre ele, puxando sua cabeça para a sua intimidade. Com um olhar desafiador, ela o chupa com intensidade, seus movimentos rápidos e intensos. Ela arranha o corpo de Stefan, deixando marcas visíveis em sua pele.
Ambos continuam a explorar e a experimentar, os gemidos e suspiros misturados em um crescendo de prazer. A noite se transforma em uma dança de desejo e entrega, onde o controle e a submissão se entrelaçam em uma explosão de emoções intensas.
Stefan sempre esteve no controle na hora do sexo com outras mulheres mais com a Maria ele deixava ela o dominar só na hora do sexo. Mais o orgulho dele pra domar ela era maior .
Ele diz vem selvagem ele a vira de quatro e a penatra com seu pau duro e grande Maria gemer com a intimidade molhada chingando ele Stefan da tapas na bunda dela as estocadas são rápidas ele ergue ele chupando seus ombros deixando marcas nela ele a solta e a pega no colo sem tira seu ou dentro dela Maria gemer muito sempre gozando esquinchando sobre o pai dele Stefan geme .
Stefan e Maria passam horas explorando o quarto, se envolvendo em uma dança apaixonada por todos os cômodos. Seus corpos estão cobertos de suor, e seus lábios estão rosados e inchados devido à intensidade dos beijos. Entre suspiros e gemidos, eles alcançam o clímax simultaneamente, e o prazer é tão intenso que os deixa sem fôlego.
Quando finalmente se rendem ao cansaço, eles caem juntos na cama, seus corpos ainda entrelaçados. O quarto está imerso em uma atmosfera de exaustão e satisfação. Ambos estão ofegantes, mas um sorriso satisfeito e relaxado paira em seus rostos. Eles se olham nos olhos, sem precisar de palavras para expressar a complexidade das emoções que estão compartilhando.
Stefan, ainda com o coração acelerado, passa a mão pelos cabelos de Maria, e ela repousa a cabeça em seu peito, ouvindo o ritmo calmo de sua respiração. O ambiente é preenchido por um silêncio sereno, quebrado apenas pelos leves suspiros e pela sensação de tranquilidade que começa a se instaurar após a tempestade de emoções.
O desejo e a tensão que haviam dominado o momento dão lugar a uma sensação mais suave e íntima, e os dois se permitem aproveitar essa paz, sabendo que, apesar da intensidade do que passaram, ainda há muito a ser resolvido entre eles.
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Atualizado até capítulo 72
Comments
Auxiliadora Silva
é verdade mesmo.Depois vem um bebê 🍼
2024-10-22
0
Anatalice Rodrigues
Nesses hot das arábias, ninguém fala em camisinha. Hamm
2024-09-24
1
Marina lopes
Maria deve tomar remédio,nem ele nem ela estão se prevenido logo vêm bebê
2024-09-19
0