ao teu encontro

No quarto do hotel Maria e caio estavam a nervosos com a situação caio diz amor seria só uma noite eu não tenho da onde tirar esse dinheiro meu pai nunca que me daria ele já está muito puto porque eu fui demitido emprego de engenharia.

Maria olhar pra ele com raiva você é um filha da puta caio foi demitido.

Ele diz o sombra me deu até 6 dias de prazo .

Maria diz temos que fazer empréstimo mais o valor e muito alto eu ainda nem comprei meu apartamento caio e esse sombra está nos ameaçando por sua culpa seu infeliz .

Caio diz vamos ceita a proposta desse mafioso.

.Maria se afastou de Caio, cruzando os braços enquanto olhava pela janela do quarto do hotel. Lá fora, as luzes de Las Vegas brilhavam, mas dentro do quarto, tudo parecia sombrio. Ela respirou fundo, tentando manter a calma, mas a raiva e a frustração eram como um vulcão prestes a entrar em erupção.

"Você está realmente sugerindo que eu me deite com aquele mafioso?" Ela se virou bruscamente, seu olhar fulminante direcionado a Caio. "Você acha que isso é amor, Caio? Me vender para salvar sua própria pele?"

Caio abaixou a cabeça, incapaz de encará-la. "Eu sei que parece horrível, Maria, mas... é nossa única saída. O Sombra não vai parar até nos matar. Eu... eu não sei mais o que fazer."

Maria bufou, balançando a cabeça. "Eu não acredito que você está disposto a me vender por causa de suas dívidas. Eu sempre soube que você era fraco, mas não pensei que fosse tão baixo assim." As palavras dela cortaram Caio profundamente, mas ele permaneceu em silêncio, impotente.

"Amor, eu... eu te amo, mas... estamos encurralados," Caio sussurrou. "Se a gente não aceitar a oferta de Stefan, estamos mortos. E você sabe disso."

Maria passou a mão pelos cabelos, agitada, tentando pensar em uma saída. Ela sabia que a situação era desesperadora, mas a ideia de se entregar a Stefan a deixava nauseada. "Eu não sou uma mercadoria, Caio. Não sou algo que você pode simplesmente trocar por dinheiro."

Caio se aproximou dela, segurando suas mãos, tentando desesperadamente encontrar algum traço de compreensão em seu olhar. "Eu sei, Maria. Eu sei que é horrível. Mas... seria só uma noite. Depois disso, a gente nunca mais teria que lidar com isso. O Sombra estaria fora de nossas vidas. Eu juro que vou mudar, que vou melhorar."

Maria puxou as mãos dele, afastando-se mais uma vez. "Você já disse isso antes. E olha onde estamos agora. Eu estou cansada de pagar por seus erros, de limpar sua bagunça." Ela se sentia dividida, presa entre o amor que ainda sentia por Caio e o nojo pela situação em que ele a colocara.

A ideia de se submeter a Stefan a enojava, mas a alternativa — ser caçada por um agiota implacável — a aterrorizava ainda mais. Ela sabia que não tinha tempo para pensar. O prazo dado por Sombra estava se esgotando, e Stefan provavelmente já estava esperando por uma resposta.

"Eu não sei, Caio..." Ela sussurrou, sua voz quebrando. "Eu não sei se consigo fazer isso."

Caio se aproximou novamente, desta vez sem tocá-la, apenas falando baixo e com urgência. "Eu sei que é pedir demais, mas por favor... Maria, se não fizermos isso, estamos mortos. E eu... eu não posso te perder."

Maria o encarou, as lágrimas ardendo em seus olhos, mas sem permitir que caíssem. "Você já me perdeu, Caio. Talvez não tenha percebido, mas ao me colocar nessa posição, você me perdeu."

Caio ficou em silêncio, derrotado pelas palavras dela. Ele sabia que ela estava certa, mas não tinha outra saída. "Por favor, Maria... só mais essa vez. Depois disso, eu juro, nunca mais..."

Ela fechou os olhos, tentando bloquear a imagem de Stefan, tentando não pensar no que significava ceder àquela proposta. Ela se sentia traída, vulnerável, e, pior ainda, sem escolhas. Quando abriu os olhos novamente, havia uma nova determinação em seu olhar.

"Se eu fizer isso, Caio, será por mim. Não por você." Ela falou com firmeza, deixando claro que aquela decisão, por mais horrível que fosse, seria sua.

Caio assentiu, sabendo que não tinha mais o que dizer. O silêncio entre eles era pesado, cheio de ressentimento e medo.

Finalmente, Maria deu um passo para trás, encarando-o. "Se aceitarmos isso, tudo muda entre nós. Entenda isso."

Ele a olhou, compreendendo, mas sem alternativas. "Eu entendo."

Maria suspirou, caminhando até a cama e sentando-se, os olhos perdidos no chão. "Então é isso. Estamos condenados, de qualquer jeito."

Caio sentou-se ao lado dela, sem saber como consertar o que estava desmoronando ao redor deles. "Vamos sobreviver a isso, Maria. Juntos."

Ela não respondeu, apenas continuou encarando o chão, sua mente um turbilhão de emoções. Sabia que, depois daquela noite, nada jamais seria o mesmo.

Maria pegou o celular e o cartão de Stefan e ligou para ele avisando que aceita o acordo ela conseguiu ouvir o sorriso através do telefone que ele deu Stefan disso perfeito Maria saiba que essa noite o dinheiro cairá em sua conta eu sou um homem de palavra vou te foder com ninguém nunca fodeu antes .

Maria segurava o celular com força, o coração acelerado enquanto escutava a voz de Stefan do outro lado. O que ele disse era direto, sem qualquer rodeio, e o tom de voz carregado de desejo e poder fez sua pele arrepiar, mas não de uma forma agradável.

"ótimo Maria te vejo em 20 minutos no meu quarto,no anda de cima estarei na porta te esperando.vou te fazer gozar muito e.com uma noite prazerosa,o dinheiro cairá na sua conta.te dou minha palavra".

stefan falou com tanta confiança, como se fosse dono dela naquele momento, e a sensação de estar sendo comprada a enojava ainda mais. ela desligou o celular sem dizer nada, respirando fundo, tentando manter a calma .

P vai brincar vai

ao virar-se, encontrou Caio a observando com uma mistura de vergonha e alívio.Ele no disse nada ,mas Maria podia sentir o peso da culpa dele no ar.ela não queria ouvi-lo. Não agora.

"Eu vou," ela disse com frieza,

levantando-se da cama e caminhando até o espelho."Mas saiba, Caio,que você nunca mais vai me vê d mesma forma depois disso.

Caio tentou dizer algo ,mas engoliu as palavras.Ela, sabia que já tinha ultrapassados o limite.Ela estava fazendo isso por eles mais ele sentia que havia perdido Maria para sempre.

Ela se olhou no espelho por alguns segundos, ajustando o vestido que usava e tentando se preparar mentalmente para o que viria .Era como se estivesse vestindo uma armadura invisível, uma barreira emocional para sobreviver àquela noite.

Dez minutos depois, Maria estava no corredor, caminhando até o quarto de Stefan.A cada passo,sentia seu coração pesar mais,mas sua mente estava decidida.A porta estava entreaberta, exatamente como Stefan hvi dito. Ele estava esperando por ela .

Ela bateu levemente antes de entrar. Assim que a porta se abriu por completo,Stefan estava lá ,um sorriso de vitória no rosto

"Você é pontual,Maria. Gosto disso em uma mulher".Ele disse, cruzando os braços enquanto a observava entrar.

Ele engoliu em seco mantendo-se ereta, sem mostrar fraqueza."vamos direto ao ponto."

Ele riu baixinho,aproximando-se dela lentamente,como um predador que se aproxima da sua presa."Direto ao ponto? Ah, Maria.... Comigo as coisas nunca são tão simples. Eu gosto de saborear... Aproveita cada momento."

Stefan deu mais um passo em sua direção, e Maria recuou instintivamente,mas manteve a expressão fria. "Eu não estou aqui para jogos , Stefan . Faça o que prometeu e acabei logo com isso".

Ele sorriu ainda mais, claramente gostando da resistência dela."Ah,você é uma mulher forte...mas isso só me deixa mais ansioso." Ele ergueu a mão para caríciar o rosto dela,mas Maria virou o rosto, evitando o toque.

" Eu não sou uma das suas garotas, stefan. isso aqui é um negócio,e você sabe disso."

O sorriso dele se apagou por um breve momento,mas logo voltou,agora mais contido."Você está certa. Um negócio...e eu sou um homem de palavra." Ele caminhou até a mesa no canto do quarto,pegando uma garrafa de vinho que já estava aberta e despejando o líquido em uma taça."vamos brindar, então. Ao nosso acordo."

Ele lhe ofereceu a taça,mas Maria não pegou "Eu não quero beber."

Stefan arqueou uma sombrancelha,mas não insistiu. Ele deu um gole no vinho, observando- a com os olhos predadores. "Muito bem.. vamos direto ao que interessa, então."

Ele colocou a taça de lado e se aproximo novamente.desta vez ,Maria não recuou, mas seu corpo estava tenso, como se cada músculo estivesse se preparando para o que viria. Stefan estendeu a mão,tocando sua cintura de forma possessiva, mas ela manteve-se rígida.

"Relaxe,Maria. Vai ser mais fácil se você se permitir.... aproveita," ele sussurrou, aproximando-se mais,seus lábios quase tocando os dela

Maria fechou os olhos por um momento, tentando bloquear o que estava acontecendo.tudo dentro dela gritava para fugir, para sair dali.mas ela sabia que já estava comprometida. Sua mente se ficou em um único pensamento: isso acabaria logo,e depois, ela estaria livre dessa dívida....pelo menos financeiramente.

Quando Stefan inclinou a cabeça para beija-la, Maria virou o rosto novamente,e ele parou, irritado pela rejeição.

" Não se faça de difícil, Maria. Nós dois sabemos o que você está fazendo aqui." A voz dele ficou mais fria,mais séria.

Ela abriu os olhos e o encarou diretamente. "Faça o que quiser, mas saiba que isso não vai te dar o controle que você pensa ter. Estou aqui pelo dinheiro nada mais".

Stefan sorriu, um sorriso frio e calculista. "Eu gosto de um desafio; no final da noite, veremos quem tem o controle, Mariazinha."

Com isso, ele a puxou para perto, e Maria sentiu o peso das consequências de sua escolha. A noite apenas começava, e o que viria a seguir seria uma batalha entre sua dignidade e a necessidade de sobreviver

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Anatalice Rodrigues

Anatalice Rodrigues

Eiita, ir para cama com um homem que não conhece. Ainda mais por dinheiro. Para pagar uma dívida que não é dela. Misericórdia

2024-09-24

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