Loren
Suíça? Esse desgraçado está me levando para a Suíça sem o meu consentimento. Esse é o ruim de fingir ser o que não é.
Chegamos no aeroporto e vejo que não vamos viajar em um jatinho, mas sim num avião comum. Mas quando entro no avião percebo que ele tem tudo e não é nada comum.
Aqui parece uma sala de uma mansão, tem sofás confortáveis, mesinhas com bebidas chiques e tem até baldes com Chandon.
Nesse momento eu penso: — Para quê tudo isso? Eles são muito egocêntricos. — Daryl me segura pela cintura e me vira para ele ao dizer:
— Temos um tempinho até a família monstro chegar. Que tal treinarmos beijos? Já que vamos passar os próximos três dias com a família de comercial de margarina temos que treinar.
Nesse momento sinto meu celular vibrar várias vezes e para que Daryl me solte eu espirro na cara dele que praticamente me empurra para longe.
— Me perdoe, Daryl... Foi sem querer. Pode me dizer onde fica o banheiro? Estou apertada para ir ao banheiro.
Assim que ele me mostra onde fica o banheiro corro para lá. Tranco a porta atrás de mim e atendo meu telefone enquanto sussurro super baixo:
— Você está ficando maluco, chefão? Sabe que não posso falar com você aqui.
— Quero você fora desse avião em cinco segundos ou mando a Aeronáutica aí só para embargar essa viagem.
— Pois você pode se aquietar agora mesmo. Está pensando o quê? Eu estou trabalhando. Estou fazendo a minha parte. Faça a sua e controle esse seu ciúme psicopata, eu até acho fofo, mas não posso fazer o que está me pedindo. Sou profissional e você pode ter certeza que dessa viagem o pendrive que você me deu vai voltar cheio do que precisa. Com tudo para que esse desgraçado pague pelo que ele está fazendo. Não importa como, mas nessa viagem essa missão se encerra. E não terei mais que aturar esse homem. Agora tenho que desligar, falo com você novamente assim que der. Não me ligue, vou entrar em contato.
Desligo e me olho no espelho, só agora eu olhei em volta e vi que esse banheiro não é um banheiro comum de avião.
Tenho certeza que um banheiro comum não temtudo o que tem aqui, é até espaçoso. Eu jogo uma água no meu rosto e saio.
Para minha sorte a família dele já está aqui, a madrasta, o pai, duas mulheres que não se importam em se pegar no sofá, um rapaz e uma outra jovem.
Pelo que entendi esse rapaz e essa menina jovem são filhos do velho de outros casamentos. E as duas que estão se pegando no sofá são amigas da madrasta. Será que esse homem não vê que tem alguma coisa errada?
Ele realmente vai se deixar fazer de bobo? Só por ela ser jovem e bonita? Isso tudo é muito estranho. Logo o avião começa a decolar.
Estamos no avião há horas e a noite já caiu. Tem um quarto no avião, as duas mulheres foram para lá, o rapaz e a jovem menina também foram para lá.
Não é possível, esse quarto precisa ter duas camas, eu não acredito que aqueles quatro vão dormir na mesma cama.
Estou aqui deitada no sofá fingindo dormir, o velho vejo que realmente está dormindo chega a roncar de boca aberta.
Agora, o que está me surpreendendo mesmo é ver o Daryl sentado em uma poltrona e a madrasta dele quase o beijando até que vejo os dois olharem para mim que finjo estar dormindo e depois para o velho.
Em seguida vejo ela ficar de joelhos e abrir a calça dele enquanto o mesmo só observa... Não acredito. Ela está fazendo um oral nele enquanto o mesmo apenas aprecia.
Eles tem mesmo um caso. Eu não entendo... Então, para que ele está me usando? Vejo quando ele empurra a cabeça dela toda no colo dele, fazendo a mesma engasgar.
Creio que ele deve ter chegado no prazer dele e está segurando a cabeça dela firmemente. Pelo que estou vendo ele quer que ela engula tudo, que idiota, maldito escroto.
Eu consigo ver o olhar frio que ele lança sobre ela, seu olhar não tem emoção. Acho que ele está até achando divertido vê-la se engasgando com o membro dele.
Eu não aguento esse tormento e me viro no sofá, Daryl empurra a madrasta que acaba caindo sentada no chão tossindo muito.
Eu finjo me assustar e me levanto e pergunto enquanto vejo ele cruzar as pernas rapidamente e cobrir o próprio colo.
— Está tudo bem, Daryl?
— Está sim! Ela que se engasgou tomando Chandon. Não é mesmo... Madrasta?
A mulher se levanta do chão e corre para o banheiro. E eu olho para ele e digo tentando fingir que não vi nada.
— Acho que o Chandon fez efeito rápido demais. — Ele dá uma gargalhada e diz se gabando pensando que não sei sobre o que ele está falando:
— Ela bebeu um líquido maravilhoso que é para poucas. Mas acho você digna de beber também. — Pego uma taça e coloco Chandon para mim e ofereço uma taça para ele. — Obrigada, a "taça", eu aceito.
Bebo sem tirar meus olhos dele, queria tanto enfiar minha taça goela abaixo dele. Mas me controlo e dou um enorme sorriso.
— Vamos ficar nesse avião por quanto tempo? Eu não curto altura, Deus me deu pernas não asas. — Dou risadas
— Assim que amanhecer chegaremos. Fique tranquila, você está segura. Nada vai acontecer com você enquanto eu estiver aqui.
— Teremos que esperar tanto? Acho que vou voltar a dormir. Vai passar mais rápido.
Me deito novamente e finjo dormir, para minha surpresa vi aquela cena asquerosa acontecer mais duas vezes.
Aquela mulher não tem um pingo de vergonha na cara ou amor próprio. E ele está se aproveitando disso. Essa viagem mal começou e já quero vomitar, matar alguém e voltar para casa.
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Atualizado até capítulo 41
Comments
Arlete Fernandes
Não falei que a madrasta era piranha dele credo que horror!
2025-01-25
0
Elisabete Correia
sabia..... madrasta vagabunda e Daryl cafajeste
2025-01-26
0
Rita Ratis
muito bom.
2024-11-14
1