Capítulo 20

Natália

Dias, semanas, meses haviam se passado, a vida no mar era muito apaixonante, o ar de romance e satisfação, a noite desembarcamos e íamos as festas e bares da região, durante o dia Maxime recebia alguns convidados em seu navio, aquilo era realmente muito novo e maravilhoso, no meu aniversario, pude voltar a usar meu nome, ele passou o apartamento para o meu nome, assim como abriu uma conta pra mim no banco, na qual deixou alguns milhões, eu era outra pessoa, literalmente estava diferente.

Sempre saímos os quatro juntos e tudo parecia ser ainda mais magico e cheio de beleza, até que veio finalmente a viagem pra Seattle, eles protelaram por causa dos negócios, achei que morreria de ansiedade ela chegada da data, mas no final, saiamos todas as noites, recepcionamos mais de cem pessoas e pra falar bem a verdade era uma rotina bastante extensa.

Com minha família longe do caminho, eu podia pra onde queria com eles, apenas usava os documentos falsos para não trazer nenhum problema a Maxime isso era algo que eu não queria, ja tinha feito ele se preocupar demais comigo.

Conhecer Seattle foi uma das coisas mais incríveis que ja vivenciei em minha vida, mas em minha vida nada parecia chegar com facilidade, prova disso é que Maxime e eu estávamos mais próximos... muito mais próximos, foi em Seattle que dormimos juntos a primeira vez, não podia imaginar que seria com Maxime e nem que seria daquela forma.

Darlan e Anastasia tinham saído para uma festa, eu passei mal de tarde e achei melhor ficar no hotel, Maxime ficou comigo, mas era só uma indigestão, não havia motivo pra ele se preocupar com isso.

— Não é nada demais, é apenas um mal estar Max. — falei um pouco sem graça, ele sempre me colocava em primeiro lugar em tudo.

— Você não ia ficar bem e feliz sozinha no hotel, eu quero ficar aqui, sabe que gosto muito de ti Natalia, você de certa forma ja faz parte de nossa família. — Eu entendi o duplo sentido daquelas palavras.

Só que antes de eu entender o que ele estava me dizendo, ele se aproximou muito rápido e com delicadeza tomou meus lábios, não resisti, a muito tempo queria sentir o gosto do beijo de Maxime, o mesmo que me cercava com olhos de falcão.

Me sentia vigiada o tempo todo e eu gostava da sensação, queria estar com Maxime, então naquele momento deixei ele me guiar naquele beijo calmo, lento e possessivo, todos os meus pensamentos pareciam desaparecer, toda a razão se extinguiu diante do beijo.

uma das mãos de Maxime estava em meu pescoço, a outra pressionava levemente a minha cintura, se eu estava com algum tipo de mal estar, certamente naquele mesmo instante havia passado, arfei involuntariamente contra a boca de Max, no mesmo instante ele me puxou para seu colo e começou a beijar meu pescoço, por onde sua boca passava deixava uma trilha de sensibilidade, eu podia sentir sua respiração pesada contra minha pele.

Aquele homem tinha tudo para me levar ao inferno da perdição com apenas alguns toques, palavras eram descartadas pela nossa respiração fora de compasso, eu não me importava se aquele beijo virasse algo a mais, se eu contasse que seria esse meu primeiro beijo acabaria com o clima, mas ele deveria saber, não havia um detalhe sobre mim que Max, não tivesse guardado em sua mente.

Enquanto estava no colo dele, sendo beijada daquela forma quente e sedutora, senti minha intimidade molhar, isso não era comum de acontecer comigo, mas dar importância as vergonhas que meu corpo me fazia passar era irracional, tão irracional quanto o calor que subia por todo o meu corpo, aquela sensação de desespero, por querer algo, sentir que faltava algo.

Ansiedade e medo pareciam andar de mãos dadas, Max, continuou descendo seus beijos, ao se aproximar dos meus seios, ele desceu a alça fina da minha camisola com delicadeza, eu quase morri com os arrepios que senti em minha pele, suas mãos delicadas me tocando com suavidade, sua boca quente contornando meus seios com a ponta da língua, sua respiração afoita.

Nossos olhares se cruzaram e eu nem vi o momento em que ele puxou minha camisola pra cima, foi muito rápido e delicado, não sabia explicar o desejo enorme que sentia por Maxime estar ali comigo.

Meus seios ficaram nus diante dele, com uma mão ele massageava um e com a boca chupava o outro, senti um espasmo um frio na barriga involuntário, uma pontada de prazer, algo que eu não entendia e muito menos tinha como explicar.

Me sentia ofegante e cansada, mas não queria sair do colo de Max, estar tendo ele manuseando meus seios com as mãos e com a boca era tão surreal e cheio de prazer que meu corpo se movimentava sozinho, pressionando o volume nas calças de Maxime.

Ele devia sentir a mesma necessidade que eu, quando vi estava sendo carregada para o quarto dele, me importei? não, nenhum pouco, ele me colocou na cama e no mesmo instante começou a se livrar da minha calcinha, nesse momento senti medo do toque, como se fosse cócegas, mas relaxei o suficiente para ele não notar essa reação.

Maxime beijou minhas coxas da parte interna enquanto tirava o único tecido que havia em meu corpo, seus olhos me vigiavam, serio, indignado, eu talvez não soubesse o que era aquele olhar, sua boca se abriu para soltar um suspiro, quase um gemido de desejo, sem se demorar muito em suas ações ele começou a beijar meus grandes lábios, separando as abas com a língua, passando a língua em meu clitóris, deixando a área sensível.

Joguei minha cabeça pra trás e segurei Maxime pelos cabelos, o fazendo ficar entre minhas pernas, aqueles movimentos com a língua era tão satisfatórios e ao mesmo tempo me deixavam mais ansiosa por querer mais e mais.

Maxime retornou para meus seios depois de me deixar completamente enlouquecida com seus beijos em minha intimidade, nunca pensei que receber um sexo oral fosse algo tão gostoso, meus seios estavam sensíveis, meus mamilos endurecidos, acredito que nem com o frio eles tenham tido essa reação.

Maxime tirou a calça puxando a cueca box junto, seu membro pulou praticamente na minha cara, era um pouco grosso, cheio de veias devia ter uns quinze centímetros, mas eu não ia pegar uma régua pra medir, falo o que eu imaginei no primeiro instante, logo o vi com um sorriso malandro tirando um preservativo do bolso, ou ele era muito bem preparado ou não vi em que momento ele pegou, ainda sorrindo ele colocou o preservativo em seu membro.

Ele se abaixou e colou nossos corpos, um beijo descompassado se iniciou naquele momento, não tínhamos trocado nenhum dialogo, assim como também não precisávamos dizer nada, nossos corpos respondiam muito bem as sensações, nossos gemidos involuntários principalmente.

Com mais delicadeza ainda ele começou a pressionar minha entrada com seu membro, a pressão parecia ser insuportável, mas o desejo me fazia ansiar por aquilo, seus beijos pareciam me distrair enquanto meu corpo sem minha autorização se movimentava na direção do membro de Maxime, não sei quanto tempo aquela sensação de angustia e desespero durou, mas quando me dei conta ele tinha acabado de se colocar dentro do meu corpo.

— Annn... Max ... — Murmurei quase que imediatamente.

— Relaxa, eu não vou te machucar, prometo... — Rebateu minha queixa em sussurro próximo ao meu ouvido.

Ele não se movimentou, ficou parado enquanto me beijava e tocava meus seios, estava descobrindo algo sobre meu corpo, eu gostava de ser tocada naquela região, parecia que a cada toque um espasmo de prazer vinha com certa volúpia e me tirava a razão, Max, se afastou um pouco do meu corpo e começou a sequencia de movimentos, leves e bem devagar.

Meu corpo parecia queimar e entrar em combustão a cada movimento, mesmo com uma certa ardência e incomodo, eu queria mais daquela sensação, meu corpo parecia estar desesperado, meu coração queria saltar pela boca, eu não sabia que era possível gemer involuntariamente, os sons saiam da minha boca e eu nem tinha tempo de me sentir constrangida.

Max segurava meus cabelos por baixo da nuca e seus dedos pareciam tomar posse de mim, sua mão esquerda era cativa da minha cintura, aonde ele me pressionava com delicadeza e precisão.

Aquela sequencia de movimentos hora ritmados, hora sem ritmo algum estavam me deixando com falta de ar e o desespero só aumentava, eu não conseguia entender o que meu corpo queria, quando os movimentos ficaram mais rápidos e a respiração de Maxime mais afoita, foi nesse instante que senti mais prazer e desejo.

Agora não era apenas um, eram vários espasmos ao mesmo tempo, a forma como meu corpo buscava por aquilo, o toque de nossas peles, o orgasmo, era isso o que meu corpo desejava, gozar, eu entendi que era isso quando gozei de fato, meu corpo relaxou e todo o desespero e ansiedade sumiram quase que instantaneamente, deixando pra trás apenas o cansaço e a respiração ofegante.

Eu não tinha como olhar pra Maxime, meu rosto estava vermelho como um tomate, mas ele é claro, doce e gentil como era, veio ao meu encontro com seus lábios.

— vamos tomar um banho? — pediu contra meus lábios.

— Ahh, sim... — Eu acho que resmunguei essa resposta, mas é difícil lembrar se cheguei mesmo a responde-lo verbalmente.

Eu precisaria de um tempo pra me recuperar do furacão Maxime e precisaria de mais coragem ainda pra encarar Ann e Darlan.

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Comments

Branquinha

Branquinha

15 cm só isso? kkkkkk

2023-12-20

2

Andreia Cristina

Andreia Cristina

eita q ela não se segurou

2023-12-20

2

Ver todos

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