Naty,
Ficamos no balcão conversando sobre várias coisas, numa paquera
sugestiva e nos beijamos. Entre bebidas, dança, beijos e amassos, eu estava
totalmente entregue à sedução.
Este homem tem uma pegada firme, sem ser violento,
suas mãos afundam na minha bunda numa vontade que parece transmitir para meu
corpo mesmo estando de roupa.
O tempo inteiro nossos lábios estavam grudados num
ardente desejo, não fiz nada além de me permitir viver esse desejo ardente.
Amanda me chama algumas vezes, mas finjo não ouvir,
mantenho-me fixada no olhar penetrante que está arrancando meu fôlego.
Uma música toca para ser dançada de modo mais íntimo,
no entanto, o ritmo rápido parece lento para nossos corpos que se esfregam
atiçando as chamas da paixão.
— Basta apenas uma palavra para te levar daqui. —
Romero sussurrou numa voz cheia de calor perto da orelha arrepiando todo meu
corpo.
— Vamos? — Pergunto devolvendo a intensidade do mesmo
desejo.
Romero sorriu entrelaçando nossos dedos puxando para
um beijo suave no dorso da mão. Caminhamos na direção de Amanda e o seu amigo,
nos despedindo.
— Estamos indo nessa Rafael. — Ele toca no ombro dele
com um sorriso que entrega tudo.
— Vai, parceiro! — Abraça Romero num aperto de mão. —
Use camisinha! —- Ele brinca e minhas bochechas coram. Romero olha para Rafael
quase xingando
— Cuide bem da minha amiga! Ela tem que estar inteira
amanhã. — Amanda sorri insinuante.
— Pode deixar, cuidarei bem dessa princesa. — Olha
para mim sorrindo de canto.
— Me liga, quando chegar em casa, amiga. — Amanda diz
fazendo sinal de chamada.
— Pode deixar. — Respondo.
Romero paga a conta e finalmente saímos de mãos dadas.
— Veio de carro? — ele pergunta.
— Sim. — Respondo.
— Temos um problema aqui, minha senhora. — Sorriu. —
Também vim de carro. — Nós rimos. — Espere aqui, vou deixar a chave com Rafael
e vamos no seu carro. — Ele conclui após alguns segundos.
Rô voltou para dentro e fiquei esperando perto do meu
carro, seu retorno foi breve, chega meio que puxando fôlego, imagino que correu
até mim.
Deixei que dirigisse o carro e seguimos a viagem de
mãos dadas.
— Para onde a senhorita gostaria de ir. — Deixando uma
mão no volante com a outra pega a minha e passa sobre o seu volume.
— Onde quiser me levar! — Respondo aproximando do
mesmo movendo a mão em provocação e a outra deslizando suavemente no seu
pescoço.
— Garota, não brinca com perigo, estou dirigindo. —
Diz mordendo os lábios de olho no trânsito.
Paramos um sinal vermelho e ele imediatamente retribui
a provocação me beijando com voracidade. Paramos de nos pegar devido às buzinas
atrás.
Enquanto ele volta sua atenção ao trânsito, decido
provocar um pouco mais, coloco a mão em sua perna e deslizo até o cós da sua
calça, abri o zíper com cuidado e seguro firme em seu membro.
— Não me responsabilizo por mim, nem pelo trânsito. —
Ele diz em uma voz melosa.
— Eu ainda não fiz nada! — Respondo e abaixo minha
cabeça encaixando seu pau em minha boca deslizando com tesão para cima e para
baixo ao mesmo tempo que ele dirige.
— Você vai nos matar! — ele brinca e eu me excito
ainda mais.
Chegamos ao nosso destino, pedimos a melhor suíte e
após o carro estar totalmente dentro da garagem, Rô abaixa o portão eletrônico
para nos dar privacidade.
Ele desce e dá a volta, abre a porta do carro ajoelha
e abre minhas pernas com delicadeza, afasta minha calcinha e retribui a chupada
de agora a pouco.
Enquanto minha garota ganha um beijo quente com
pegadas e passadas de mãos safadas, minhas pernas estremecem denunciando que
estou quase gozando.
— Vamos entrar
logo! — digo ofegante. — Não vou aguentar mais esperar, você me deixa louca. — Falo
segurando por detrás do seu pescoço, sincronizando os movimentos dele ao meu
desejo e prazer.
Já sem fôlego, com as pernas bambas e cheia de tesão,
puxei ele para minha boca e o beijo sentindo ainda mais desejo de senti-lo
dentro de mim, Rô me pega no colo passando minhas pernas em sua cintura e me
leva para dentro do quarto.
Mal a porta foi fechada e seu braço passou por trás,
pousando sua mão na minha costa puxando para seu corpo. Seu lábio tomou o meu
como se fosse mel, mesclando nossas salivas.
Deslizando seu beijo sobre meu ombro desceu sua mão de
caminho no meu abdômen, me colocou com delicadeza na cama e abriu o zíper do
meu vestido me deixando apenas em uma calcinha preta fio em renda.
— Mulher, você é um espetáculo! — puxa de leve meu
cabelo subindo a cabeça para trás.
— Você é a oitava maravilha do mundo, né!?— Digo entre
puxadas de fôlego.
Rô desce passando a língua pelo meu pescoço, beijando
meu tórax, descendo para os seios, minha barriga e coxas, me deixando louca de
tesão.
Com uma mão ele faz massagem de um lado, do outro, a
boca brinca com a bico da mama. Seus dedos deslizam para dentro da calcinha
provocando minha região sensível.
Depois de me estimular até ter outro
orgasmo, Rô tira a camisa, em seguida a calça, vislumbro a imagem em minha
frente e que homem perfeito.
Suas habilidades me arrancam gemidos escandalosos,
sensações delirantes de prazer e muito desejo.
— Me come! — Peço ofegante — Eu quero seu pau dentro
de mim!
Ele me puxa para perto dele, e me senta em seu pau,
com tapas firmes em minha bunda ele me ordena a cavalgar, sua autoridade mexe
comigo e eu me sinto ainda mais instigada.
Céus! Sabia que era gostoso, mas confesso que a
prática me deixou ainda mais gamada, ele é perfeito. Em uma harmonia perfeita,
ele dá tapas em minha bunda e com a outra mão segura meu cabelo.
Trocamos para as mais diversas posições, uma mais
gostosa que a outra, devo admitir que este homem sabe o que faz. Por fim,
depois de ambos satisfeitos, tomamos um banho e eu adormeço em seus braços com
um sorriso nos lábios.
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Atualizado até capítulo 61
Comments
Magna Antunes
muito bom esse capítulo
2024-05-02
1
Ariel Pires
Capítulo muito bom, gostei! Bem dosado e calibrado!
2024-04-22
2
Valmira Lima Da Cruz Carvalho
perfeito capítulo
2023-12-17
1