O meu início de noite está sendo muito agradável, está sendo muito melhor do que estava esperando. Os amigos da Ayla são bem legais, acho que estava me preocupando à toa.
— A Esther e eu vamos pegar bebida. Vocês querem que eu traga alguma coisa pra vocês? — O Ramon perguntou olhando para nós.
— Aham... Vão pegar "bebida" ou isso é só uma desculpa pra vocês irem se pegar? — A Ayla perguntou de forma debochada e acabou deixando os dois sem graça.
— Eu tento ser gentil e prestativo e o que recebo em troca são esse tipo de comentário. — O rapaz falou fingindo estar ofendido.
— Deixa pra lá, Ramon, a Ayla só está tentando implicar com a gente. — A Esther falou segurando a mão do rapaz e depois olhou para mim. — Você vai querer beber alguma coisa, Ísis? Porque se você quiser, a gente traz pra você, mas a Ayla não vai ganhar nada. — A Esther falou olhando para Ayla, que fingiu que nem era com ela.
— Obrigada, mas eu não vou beber nada agora, quem sabe depois.
— Eu vou querer um martini, mas não precisa ter pressa para trazer não. — A Ayla pediu para eles.
— Pode esperar sentadinha aí que eu vou trazer o seu martini. — A Esther falou e saiu juntamente com o Ramon.
— Acho que ela não vai trazer o meu martini. — A Ayla falou fazendo uma carinha triste.
— Não precisa fazer essa carinha. — Eu falei e roubei um selinho dela. — Se você quiser, eu posso ir buscar a sua bebida. — Eu falei e ela sorriu.
— Não precisa. — A Ayla falou e colocou a mão no meu rosto fazendo um carinho suave. — Achei algo muito mais saboroso que um martini. — Ela falou e me beijou.
O nosso beijo era suave, o movimento e o toque das línguas eram calmos, ela circulava a sua língua em torno da minha e deu uma leve mordida nos meus lábios. A mão da Ayla ficou acariciando o meu rosto de forma suave durante todo o beijo. Estávamos presas em um momento só nosso. Era como se não tivesse mais nada ao nosso redor.
Por fim, a Ayla encerrou o beijo com alguns selinhos e depois sorriu para mim, e que sorriso lindo ela tem.
— Quer dançar comigo? - Ela me perguntou enquanto acariciava o meu rosto.
Eu adoraria dançar com ela, mas a verdade é que eu não sei dançar muito bem e tudo que eu menos quero é passar vergonha, então eu preferi falar a verdade.
— Eu gostaria muito de dançar com você, mas eu não sei dançar.
— Se você quiser, eu te ensino. É muito fácil, a única coisa que você precisa fazer é acompanhar os meus movimentos. - Ela falou de forma simples.
— Não sei se é uma boa ideia. - Eu falei e a Ayla me olhou pensativa.
— Se estivéssemos sozinhas, você aceitaria dançar comigo? - Ela me questionou, me encarando com aqueles lindos olhos verdes. É impossível dizer não pra ela quando ela me olha dessa forma tão intensa.
— Se estivéssemos sozinhas, eu dançaria com você e para você. - Eu falei e ela sorriu.
— Então, o que você acha de irmos para um local mais reservado onde você possa dançar para mim? - Ela perguntou bem baixinho perto do meu ouvido e deu uma breve mordida no lóbulo da minha orelha, o que me provocou arrepios.
— Você tem certeza, Ayla? - Eu a questionei e ela sorriu.
— Essa é a única certeza que eu tenho. A Ayla falou, e eu sorri para ela.
— Você está de carro? Eu a questionei, e ela prontamente negou.
— Eu vim de carona com a Esther, mas eu já vou mandar mensagem para ela avisando que eu achei outra carona para ir embora. A Ayla falou, pegando o celular e mandando mensagem para a amiga dela.
— Pronto. Vamos? Ela me questionou, levantando-se, e eu a acompanhei.
Ao sair da boate, enquanto esperávamos o manobrista trazer o meu carro, aproveitei o momento para observar a beleza da Ayla. Ela estava com o celular na mão e parecia estar digitando alguma mensagem.
— Está tudo bem? Eu a questionei, e ela sorriu.
— Melhor impossível. Ela falou e me roubou um selinho. Acho que isso está se tornando algo muito comum entre nós. Eu só estou mandando mensagem para minha mãe para avisar que hoje eu não vou dormir em casa. A Ayla falou e guardou o celular na bolsa.
— Isso significa que você não vai fugir de novo, né? Eu a questionei de forma brincalhona, e ela sorriu para mim.
— Não cometo o mesmo erro duas vezes. Ela falou, e antes que eu pudesse falar qualquer coisa, o manobrista apareceu trazendo o meu carro.
— Para onde nós vamos? Ela me questionou assim que entramos no carro.
— Vamos para um lugar muito discreto e bastante reservado. Eu falei, e ela apenas concordou.
Dirigi o mais rápido possível até o meu apartamento, e não demoramos a chegar. Pegamos o elevador até o andar onde fica o meu apartamento, e a Ayla parecia bastante curiosa.
— Onde estamos? Ela me questionou assim que paramos em frente à porta do meu apartamento.
— No meu apartamento. Eu disse, abrindo a porta. É o lugar mais tranquilo e reservado que eu conheço, e tenho certeza de que aqui teremos toda a privacidade do mundo. Eu falei, e Ayla apenas assentiu, parecendo bastante surpresa.
— E então, que música vamos dançar? Eu perguntei, entrelaçando nossas mãos e a puxando até onde ficava a caixa de som.
— Vamos dançar "Propuesta Indecente". Ela falou e colocou a música.
Ela estendeu a mão para mim, em uma forma de convite, e eu prontamente aceitei. Ainda estava meio receosa, e isso não passou despercebido por Ayla.
— Confia em mim. Ayla pediu, colocando a mão na minha cintura e trazendo meu corpo mais perto dela. Relaxa e se diverte. Ela sussurrou as últimas palavras bem perto do meu ouvido.
O ritmo da música era bastante envolvente. "Propuesta Indecente" é uma canção sobre sedução e tentação, com uma letra bastante provocativa. E a maneira como Ayla dança e sorri para mim não ajuda muito. Essa garota rouba todo o meu juízo.
Tomei o rosto de Ayla em minhas mãos e a beijei. Sentir os lábios dela nos meus, tão macios e tão doces, fez uma corrente elétrica percorrer todo o meu corpo.
Abracei Ayla pelo pescoço, abrindo minha boca e dando passagem. Nossas línguas se tocaram, quentes e molhadas, e o gemido manhoso que Ayla soltou enviou pulsações direto para o meio das minhas pernas. Minhas mãos bagunçaram seus cabelos, e as mãos dela amassaram meu vestido.
Nesse momento, não existia certo nem errado. Não havia nada além do desejo que eu sinto por ela desde o primeiro instante que a vi. Não existia nada além de nós duas.
Uma de suas mãos foi parar na minha cintura, enquanto a outra se enfiou no meu cabelo, dando leves puxões. O nosso beijo se tornava cada vez mais urgente, mais necessitado. A temperatura dos nossos corpos se elevou à medida que a nossa respiração se tornava pesada. Nós nos afastamos para que pudéssemos recuperar o fôlego, e Ayla aproveitou para distribuir beijos pelo meu rosto e descendo pelo meu pescoço, mordiscando e mordendo a minha pele por onde passava.
***Faça o download do NovelToon para desfrutar de uma experiência de leitura melhor!***
Atualizado até capítulo 104
Comments
vitória
que lindo 🏳️🌈🏳️🌈🏳️🌈
2025-01-22
0
Raffa Almeida
É assim que eu gosto,quente pegando 🔥 kkkk
2024-10-06
1
Raquel Santiago
eita
2024-04-07
5