Sentimentos são estranhos, difíceis de controlar. Eu tenho tido muita dificuldade até de entender o que tenho sentido. Também se sente assim?
...Aslan...
Eu já havia feito um passeio em um cruzeiro com amigos. Foi divertido, mas não se comparou a estar aqui com a Atena. É engraçado como ela acha tudo encantador, como fica com medo de quebrar algo, e ao mesmo tempo quer tocar em tudo e entender como funciona.
Passamos o dia aproveitando tudo que o cruzeiro oferecia. A noite fomos jantar.
O Cruzeiro havia organizado um jantar bem elegante e divertido, com muita música e dança. Estava tudo super legal, até que a Atena simplesmente decidiu dançar.
— Nem pensar, não vou levantar daqui, por nada. — Falei sério, eu não tinha nenhuma pretensão de dançar. Não gosto de danças e nem sei dançar.
— Ok, eu vou sozinha! — Ela se levantou e foi para perto das pessoas que dançavam.
Inicialmente era uma música animada e fiquei observando ela rodopiar pelo salão, eu achei fofo, ela ali dançando livremente sem se preocupar com nada. Mas então começou uma música lenta e bem romântica, vi a Atena se virar e fazer sinal para que eu fosse até lá, o que recusei imediatamente.
Ela ficou lá parada me olhando com cara de zangada, até que um sujeito tocou em seu ombro, eles conversaram por cerca de um minuto e começaram a dançar. Ele colou o corpo no dela e pegou em sua cintura, enquanto ela abraçou o pescoço dele.
Eu não sei bem o porquê, mas aquilo me incomodou demais. Ela era minha namorada, não desse cara. Então me levantei e fui até ela
— Com licença. — A puxei dos braços desse sujeito, que me olhou com cara de poucos amigos. — Vou dançar com a minha namorada. — Quando falei isso, a expressão dele se tornou confusão.
— Achei que não fosse dançar amor? — Atena respondeu.
— Decidi vir por você. — Falei sério e em seguida olhei para o sujeito que se afastou ainda confuso.
— Isso foi ciúmes? — Ela provocou rindo.
— Muito engraçada. — Falei sério. — Você namora comigo, não pode ficar dançando, ou de conversas íntimas com caras como esse aí.
Sim, eu estava com ciúmes, o que era ridículo, já que estava literalmente pagando pela companhia dela.
— Ok, mas eu só aceitei dançar com ele, porquê você não quis dançar comigo. — Ela se justificou e sorriu. — Tá tudo bem agora?
— Tá sim. — Eu não queria brigar.
Depois de dançar umas três músicas, fomos para a nossa cabine. Eu confesso que queria muito esse momento, pois aqui eu teria a Atena outra vez em meus braços.
Assim que entramos na cabine tratei de beijar a Atena com muita intensidade, eu sempre tinha desejo por ela, e sabia que ela sentia o mesmo, pois, só de chegar perto já sentia ela entregue e pronta para mim.
A Atena correspondia aos meus beijos na mesma intensidade que eu. Fomos arrancando as nossas roupas até o banheiro da cabine, não era muito grande então tomamos um banho rápido, regado a beijos e carícias.
Depois fomos para a cama, eu estava muito sedento por ela, o corpo da Atena é lindo, e delicado, seus seios se encaixam perfeitamente em minhas mãos, eu adoro beijar, sugar, apertar seus seios, faço isso como se fosse um cacho de uva extremamente doce e quero me lambuzar inteiro. Atena delira de prazer quando faço isso.
Então ela se anima e me toca também, Atena tem domínio completo do meu corpo, a essa altura ela já perdeu toda a timidez e assume total controle sobre mim e sobre a minha intimidade, ela me beija inteiro e eu não consigo controlar os meus sons de excitação, ainda mais quando ela beija meu membro e suga com tanta destreza que não consigo me controlar.
Quando finalmente entro nela, é como se nada mais importasse a não ser os nossos corpos, ali unidos como se fossem um só. Minha imagem favorita tem sido o rosto suado e contorcido de prazer da Atena, o meu som favorito são os seus gemidos.
Tento me segurar ao máximo para que esse momento dure bastante, até que não consigo mais aguentar e alcanço o prazer máximo, e nesse momento me sinto ainda mais ligado a ela.
Então, após outro banho, nos deitamos juntos e sem nenhuma dificuldade eu consigo pegar no sono abraçado a ela.
No dia seguinte o cruzeiro parou numa praia e descemos para aproveitar o dia.
— Como conheceu a Maina e o Stuart? — Atena perguntou como quem queria jogar conversa fora.
— Conheço a Maina desde criança. Já o Stuart eu conheci no mestrado. E eu o apresentei para Maina.
— Nossa, eu achava que o Stuart era seu amigo, porquê era marido da Maina. — Ela me olhou atenta.
— Não, os dois são meus amigos, antes de namorarem. — Falei sorrindo. — Fazíamos tudo juntos, o tempo todo, até que Maina e Stuart me contaram do namoro, eu fiquei super chateado.
— Porquê ficou chateado?
— Ahhh! Eu fiquei com medo. Pensei que se eles brigassem e decidissem terminar, a nossa amizade acabaria. — Fui sincero e pensei no quanto eu era egoísta as vezes. — Mas eles decidiram se casar e até fui o padrinho. Eu amo muito eles dois.
— Que história bonita. — Ela sorriu. — Tirando a parte do seu ciúme, é claro. — Falou rindo. — Aliás você tem se revelado muito ciumento mesmo.
— Se está falando sobre ontem... Eu já expliquei. — Falei sem graça e ela riu. — Do que está rindo?
— Você é fofo! — Agora ela falava com carinho.
— Eu não sou fofo. — Resmunguei. — Você é fofa! — Sorri.
— Sim, eu sou fofa!
Nos beijamos na praia. E eu estava realmente curtindo esses momentos.
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Atualizado até capítulo 51
Comments
Tuti Ferreira
tá apaixonada e nem percebeu
2025-02-03
3
Tânia Principe Dos Santos
aos poucos tudo ganha espaço. assim é o amor
2025-02-18
0
Ci
Lindo esses dois 😻
2025-02-14
0