Os raios de sol invadem o quarto de Magnus, que coloca os braços no rosto para tentar abrir os olhos.
— Bom dia, filho! — A mulher puxa o cobertor.
— Bom dia, mãe! — Ele puxa o cobertor de volta.
— Magnus! Vem, vamos levantar, porque está na hora de você ir para a boca. O seu pai já foi pra lá, e só está lhe esperando para agilizarem as últimas coisas para o seu casamento.
— Sério? Vocês ainda insistem nessa sandice?
— O homem se senta, e esfrega o rosto, e olha para mãe.
— Não é sandice, Magnus! Você precisa se casar, meu filho. Você merece uma boa esposa, que possa caminhar o seu lado. Não vai ser um bicho de sete cabeças, meu querido! A maior prova disso, é o meu casamento com o seu pai. Você era muito novo na época para se recordar da minha chegada na vida de vocês, mas o amor entre mim e o seu pai foi nascendo com o tempo. E, sei que com essa tua esposa será a mesma coisa!
— A diferença é que eu não acredito mais no amor, mãe! — Ele cruza os braços, e olha com o seu semblante sério de sempre.
Magnus é um homem de quase dois metros de altura, que apesar de ter um bom coração com aqueles que merecem, ele é um homem frio, calculista e marcado pelo passado.
— Isso não importa, meu querido. Por mais que não acredite agora, eu sei que esse casamento lhe fará muito bem.
— Como pode ter tanta certeza, mãe?!
— Mãe sabe, meu querido. Uma mãe sempre sente!
Ela acaricia o rosto do filho, e ele dá um sorriso de lado. Magnus é bem respeitado onde ele chega. Todos conhecem sua fama: o homem que dizimou a sua família materna biológica, sem piedade alguma. Além de traficante, Magnus também é herdeiro de um Cartel mexicano, do qual o seu pai ainda toma conta.
Alguns minutos depois, ele desce as escadas, e dando um beijo na testa da sua mãe, ele coloca a sua pistola na na cintura, juntamente com o seu radinho e vai para a boca. Assim que ele entra, ele ouve gemidos diversos vindo de uma repartição da boca, e assim que ele abre a porta, ele vê uma mulher comais cinco vapores.
— Magnus?! — A mulher se senta na mesa.
— Nem se incomodem com minha presença. Podem continuar.
— Tu não vai fazer nada? — Ela questiona.
— Por que eu faria? — Ele responde seco, sem eboçar reação alguma e fecha a porta.
Assim que a porta é fechada, os gemidos voltam a ser ouvidos, mas Magnus nem se abala. Ele segue o seu caminho, e chega até a sala principal, mas ela está vazia. Ele então de senta na sua mesa, e o seu pai então entra.
— Filho, que bom lhe encontrar aqui. Achei que eu fosse lhe encontrar na festa que está rolando do lado de fora, e nem por isso quis entrar.
— Sei. — Ele dá um sorriso de lado e indo até o frigobar, ele pega uma garrafa de água e dá alguns goles. — O que tem para falar comigo?
— Filho, eu estava agilizando alguns documentos para o seu casamento. Ele será feito por um juíz de minha confiança, porque eu não tenho a menor confiança naquele miliciano filho da püta.
— Pai, eu ainda não entendi o motivo de eu ter que me casar com uma filha desse homem. Por que eu? Por que não o Patrick? Ele se daria melhor com isso do que eu. O senhor sabe como eu sou. Conhece o meu jeito de ser.
— Justamente por isso que você foi escolhido, meu filho. Eu conheço bem o seu caráter, sei que cuidará da sua esposa e zelarará por ela, mesmo que não exista amor entre vocês. Mesmo sendo um casamento por um acordo, essa moça não tem culpa de nada. O que eu não desejo para a sua irmã, eu não desejarei pars a filha dos outros! Não tempos outra alternativa, a não ser esse casamento, mas não farei de qualquer maneira, a casando com um irresponsável, como o teu irmão. E, ainda acredito que ela vai quebrar essa pedra que existe aí no lugar do seu coração. Você é a minha cópia perfeita, filho! E, a Safira mudou isso em mim, assim que ela apareceu na minha vida.
Magnus somente observa as palavras do pai, e sabia que no fundo, o seu pai tem razão. Ele acena com a cabeça em afirmação, e o seu pai pega uns papéis e o entrega.
— Esse será o contrato de casamento.
Magnus pega o contrato e começa ler. Assim que ele termina de ler todas as cláusulas, ele olha para o pai e respira fundo.
— Tudo bem. Eu estou de acordo!
— Ótimo, meu filho. A sua futura esposa chegará hoje a noite.
— Hum...
— A sua mãe alega que será o casamento que vai parar o Complexo da Penha. — Ele dá risada.
— Do jeito que ela é, eu não dúvido.
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Atualizado até capítulo 67
Comments
Amanda Mariana
gostei do pai dele,quanto da mãe também 🙌🏻😻❤️
2023-10-07
6
Anatalice Rodrigues
Quero ler mais.
2023-09-15
1
Priscila andrade
interessante autora tô gostando
2023-07-07
3