Você tá louca para namorar seu chefe gato e rico, né? — Vomito essas palavras.
O pessoal que está mais próximo da nossa mesa nos olham sutilmente.
— Desculpe, acho que não entendi. O que você disse? — Ela fala assustada.
— Eu vou embora! — Levanto da mesa.
Começo a andar e escuto Joseph chamar meu nome, posso ouvir ele vir atrás de mim. Chego na porta do restaurante ele me pega pelo braço, me fazendo ficar cara a cara com ele. Surreal, parecendo cena de filme em câmera lenta.
— O que deu em você, Amber?
Ele me segura. Eu não sei o que responder. Katarina chega logo atrás dizendo:
— Onde você vai, Joseph?
Essa mulher está completamente encantada por ele. Ela me ignora de uma forma tão grotesca que chega a dar nojo.
— Me solta!! — Puxo meu braço e começo a correr, eu só não esperava por um buraco na minha frente.
— Aaah! — Grito!
*Merdaaaa!
— Amber! — Ao me ver torcer o tornozelo, Joseph corre em minha direção.
Droga! Isso dói muito. Começo a chorar com dor no tornozelo. Joseph tira meu salto e passa as mãos no meu pé. O pessoal no restaurante está de pé olhando essa cena deprimente que eu criei.
— Katarina, você pode chamar um táxi para ir embora? Eu vou levar Amber ao hospital. — Ele diz olhando para o meu pé.
— Claro, faça isso! — Ela responde.
Estou sentada no chão ainda sentindo muita dor. Meu pai se levanta, me pega no colo e me leva até o carro que estava estacionado bem perto dali. Ele me coloca no banco e logo entra também.
— Me leva para casa. — Eu falo contorcendo de dor.
— Não sabemos se você quebrou. É melhor ir ao hospital ver isso.
— Eu quero ir para casa, por favor.
Fecho os olhos e tento engolir o choro. Ele deve tá me odiando agora. Acabei com seu jantar e ainda isso! Hoje era para ser perfeito e virou um pesadelo. Durante todo o caminho até em casa eu fico com os olhos fechados tentando evitá-lo. Ele não diz uma palavra. Quando chegamos ele me ajuda a sair do carro.
— Eu te levo! — Ele tenta me pegar.
— Não! Eu dou conta.
Quando coloco o pé no chão aquela dor aguda e insuportável volta. Dou um grito de dor e ele me pega novamente no colo, me levando até o sofá da sala. Ele afrouxa sua gravata e novamente analisa meu pé para ver onde eu me machuquei. Meu tornozelo está inchado e muito dolorido.
— Deveríamos ter ido em um hospital. Você pode ter quebrado.
— Desculpa, você deve tá me odiando. — Falo com lágrima nos olhos.
-Não precisa pedir desculpas. Eu só queria entender por que você agiu daquela maneira. — Ele me olha.
— Eu fiquei com ciúmes, foi isso.
Melhor contar a verdade. Já fiz papel de boba demais por hoje. Eu fiquei com ciúmes, na verdade, estou morrendo de raiva, de mim, dele e da Katarina.
— Você ficou com ciúmes do seu pai, isso é normal.
Porra de ciúmes de pai! Que ódio! Eu quero você e você nem percebe. *Pensei*
— Me leva pro quarto, eu preciso ficar sozinha.
Sem demora ele me segura no colo e sobe as escadas. Ele é tão forte, sobe com tanta facilidade. Joseph me deixa sentada na cama e para na minha frente. Eu deixo meu corpo cair sobre a cama o fecho os olhos de vergonha. Ele senta ao meu lado ao ver que não estou bem.
— Hei, vem aqui. — Ele me abraça.
Eu começo a chorar e jogo meus braços ao redor do seu pescoço. Ele abraça forte minha cintura. Nesse momento penso que bebi champanhe demais, porque estou prestes a contar tudo que sinto por ele.
— Você não quer tomar um banho? — Ele fala cortando meus pensamentos.
Seco minhas lágrimas e digo que sim. Acredito que um banho vai me deixar mais calma. Levanto e tento firmar o pé no chão, novamente a dor aguda aparece.
— Você precisa tentar. — Ele diz.
— Eu não consigo! — Falo resmungando.
— Eu vou ligar o chuveiro enquanto você veste um roupão.
Ele caminha até o banheiro que fica no meu quarto e começa a aquecer a água. Eu desamarro as costas do meu vestido e o deixo cair no chão. Pego um roupão branco que está ao lado da cama e visto.
— Está pronta? — Ele grita do banheiro.
— Estou!
Então ele retorna. Digo que não consigo me levantar, ele me guia até a ducha quente.
— Eu estarei na porta se precisar de ajuda. — Ele fala e caminha até a porta.
Eu tiro meu roupão e minha roupa íntima com muito custo. Estou completamente nua e ele está a poucos passos de mim, ao lado de fora do meu banheiro. Tento me segurar na parede para andar, mas é literalmente impossível, ainda mais com água no chão.
— Joseph! — Grito seu nome.
Ele entra e quando percebe que estou nua vira de costas.
— Caramba! Amber. Me desculpe, pensei que você ainda estava de roupão.
— Você é o meu pai, não é? — Pergunto.
— Claro que sou!
— Os pais dão banho nos seus filhos. — Afirmo, mas medo da sua resposta.
Ele fica calado por alguns segundos.
— Eu não dou conta sozinha, me ajuda, por favor! — Apelo para o seu bom senso.
— Você tem certeza? — Ele pergunta ainda de costas.
— Absoluta!
Então ele se vira, eu já estou embaixo da água quente. Ele tira sua gravata e joga em cima da pia, ainda evitando me olhar tira os sapatos.
Eu não acredito que ele vai me ajudar a tomar banho, depois de tudo que aconteceu, isso acaba assim?
Ele entra no boxe vestindo as calças e sua camisa, mas olha para o chão, evitando olhar meu corpo.
— Pai. Você pode olhar, eu não me importo. — Sussurro com uma voz doce.
Ele vacila, mas atende meu pedido. Seus olhos vão dos meus pés até meus seios. Eu não tiro os olhos da sua reação. Quero saborear esse momento à cada segundo. Pego suas mãos e coloco na minha cintura para ajudar a me equilibrar. A água da ducha que cai em mim, está molhando ele também. Sua camisa branca está ficando transparente e deixando visível seu abdômen. Começo a esfregar o sabonete em mim, passo minhas mãos sobre meus seios e ele me devora. Ele não tira os olhos do meu corpo, suas mãos começam a apertar minha cintura.
— Você pode me ajudar com essa perna?
Ele segura a bucha enquanto eu levanto a perna com o tornozelo machucado. Ele começa a ensaboar, começando pelo pé e subindo até minha coxa, quando seus olhos enxergam a minha bucet@ ele para o que estava fazendo e me devolve a bucha.
Eu coloco uma mão sobre seu peito e começo a abrir sua camisa molhada lentamente.
— Melhor parar, Amber! — Ele segura minha mão.
— Desculpa!
Ele fica com os olhos fechados enquanto eu termino o banho.
Eu só queria tirar sua camisa já que ela estava molhada, mas ele disse firmemente para que eu parasse. Isso me deixa triste, mas vejo ele ficando excitado. Seu pênis está duro por baixo da sua calça esporte fino. Eu, ao perceber que ele ficou excitado me vendo tomar banho, abro um sorriso esplêndido. Ele não pode me ver sorrir, pois está com os olhos fechados. O volume é enorme e pede para sair urgentemente daquela calça. Termino o banho, ele pega uma toalha para que eu enrole no meu corpo. Ele pega outra toalha e ajuda e secar o meu cabelo, fecho os olhos e começo a orar para que eu não acorde se isso for um sonho.
Meu pai termina de me ajudar e caminha até a porta, ele faz isso tudo em silêncio.
— Pai! — Chamo por ele.
Ele se vira para me encarar enquanto eu ando em sua direção. Abro os braços para que ele me abrace, ele me abraça com força, fazendo assim minha toalha escorregar.
Ele segura a toalha em suas mãos enquanto nos olhamos. Sua boca muito, muito perto da minha. Joseph levanta a toalha muito devagar e prende no meu corpo, amarrando na frente, seus dedos roçando meus seios. Ao terminar ele sai pela porta fechando-a e não diz uma palavra.
Hoje eu tive a prova que ele sente algo por mim. A forma como ele devorou meu corpo no banho, como ele ficou excitado ao me ver nua. O jeito como ele me olhou. Ele pode correr, mas fugir de mim por muito tempo ele não vai. Eu vou seduzi-lo, custe o que custar…
3:00 DA MANHÃ…
Acordo com um barulho na maçaneta. Ouço alguém entrar no meu quarto e abro os olhos, mas está muito escuro para ver algo. Sinto essa pessoa deitar ao meu lado e passar as mãos na parte interna na minha coxa, só pode ser Joseph. Ele desliza seus dedos até minha calcinha e começa a me acariciar entre as pernas.
— Ainda bem que você veio. — Sussurro cheia de desejo.
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Atualizado até capítulo 89
Comments
Vanilde Gomes Areda
kkk e o Ben
2025-02-21
0
Pati 🎀
pqp, que banho hein Amber 😈😈😈
2024-10-28
2
Denise
Delicada a situação do Joseph, pois como não é bobo, lógico que percebeu a intenção da filha, mas, como se propôs a ser pai, tratou de se livrar da cilada que sua filha amou para ele.
Acho que esse homem que chegou às 3h, se não for sonho erótico de Amber, pode, então, ser Benjamin.
2024-07-09
2