–A demanda de crescimento da CM'S Holding é impressionante, senhor Morgan. Como atingiu tamanho feito?
–Sinceramente, senhor River, eu trabalho muito e comando a maioria das áreas da minha empresa. Não sou o tipo de CEO que entrega a empresa nas mãos de diretores e vices e só aparece em eventos e reportagens. Só eu sei onde quero chegar e ninguém fará isso melhor que eu mesmo. –Caille responde orgulhoso.
Ouço a conversa dos senhores. Nestor River, Edmond Pride e Lionel Wagner, todos homens muito importantes e bem mais velhos do que Caille, aproximadamente na casa dos quarenta ou cinquenta, seus ternos são bem cortados e de alta costura, assim como o de Morgan, que está especialmente gostoso nesse terno azul marinho justo ao corpo.
–Estamos entediando a senhorita. Deveríamos mudar de assunto. –Senhor Pride diz.
–Ah, por favor senhores, continuem discutindo sobre seus trabalhos. Estou realmente instigada à ouvi-los.–Emprego uma linguagem mais formal, grata por meu irmão ter me ensinado.
–É uma bela jovem, senhorita Moe. –Senhor Wagner é quem fala desta vez. –Quantos anos tem?
–Tenho vinte, senhor. –Por favor, não transformem este jantar numa conversa sobre mim, mentalizo.
–E o que a senhorita faz da vida?
–Eu sou estudante. Estou no terceiro semestre do curso de medicina na DePaul University, senhor.
–Uma excelente escola. –River elogia. –Em breve teremos uma nova doutora na alta sociedade. –Ele olha de mim para Caille.
–E eu desejo o mesmo, senhor River. –Caille me encara sorrindo. –Espero conseguir este feito.
Eles voltam a falar de seus investimentos e pelo que ouvi, os senhores tem propostas milionárias para fazer... Eu não sou da alta sociedade, na verdade sou extremamente suburbana, o que Caille quis dizer com "espero conseguir este feito"? Está falando de me incluir na nata da sociedade? Como?
–Obrigado, senhores. O jantar estava realmente especial, mas preciso me retirar. –Edmond se levanta e todos nós nos levantamos também.
Depois do senhor Pride, os dois outros senhores também se despedem e só restamos Caille e eu na mesa.
–Está satisfeita, "cariño"? Quer pedir mais alguma sobremesa?
–Não, obrigada. Estava tudo perfeito. –Sorrio agradecendo.
–Então vamos. –Ele se levanta e estende a mão para mim. –Essa é a parte da noite que realmente me interessa.
–Mais do que os seus investidores? –Pergunto incrédula.
–Investidores eu encontro por toda parte. Você... Ah, você senhorita Moe, é única. –Ele beija os nós dos meus dedos.
–Não me iluda, Caille. –Murmuro enquanto caminhamos até o estacionamento.
–Iludir? Por que acha isso?
–Está me fazendo acreditar que sou especial. –Olho para meus pés.
–Olhe para mim, senhorita. –Ele ergue meu queixo com a mão. –Você é especial, eu me casaria com você amanhã mesmo se estivesse disposta.
–Não está falando sério. –Rio e sinto as bochechas corarem.
–Tão sério quanto tudo que falei àqueles investidores.
Entramos no carro e eu me recuso a acreditar nas palavras deste galanteador, se eu já concordei em lhe dar minha "virtude", como ele mesmo diz, pra quê insistir nessas histórias? Ou será que faz parte da ideia dele de tornar tudo perfeito e inesquecível, como disse que faria?
Depois de um percurso de cerca de quinze minutos, chegamos a uma área mais urbana, com chalés lindos de madeira, a medida que avançamos eles vão ficando maiores e mais luxuosos. Paramos em frente à um chalé de madeira escura e muito verde ao redor, perto da praia, posso sentir o cheiro do mar e ouvir o barulho das ondas. Caille segura minha mão durante todo o caminho, quando entramos me deparo com uma sala suntuosa, em estilo náutico e um tapete branco de pelúcia bem no centro, os móveis são rústicos e antigos, belíssimos e provavelmente muito caros, depois caminhamos até a cozinha que segue o mesmo estilo, com armários num tom escuro de azul e eletrodomésticos em inox.
–Aceita uma taça de vinho, senhorita Moe?
–Sim, por favor.
Caille me serve e continuamos o tour pela casa, subimos alguns degraus até o segundo andar, entramos num banheiro gigantesco, branco, com piso de madeira e decorações em tons de cobre, um ofurô espaçoso cheio de água quente, à julgar pelo vapor e pétalas de rosa. Depois entramos no último cômodo e também o maior de todos, a suíte. O cômodo é todo em tons de carmim, cama king size com lençóis pretos de cetim, e almofadas fofinhas, um sofá carmim de frente à uma parede inteira de vidro com vista para o mar, estou literalmente sem fôlego.
–Gosta da vista? –Caille me abraça por trás, envolvendo minha cintura com o braço esquerdo.
–Sim. –Suspiro, extasiada com a vista e com a sensação de estar envolta nos músculos desse homem.
–Está tão cheirosa, senhorita... –Ele afunda o rosto em minha nuca. –Permita-me...
Caille tira lentamente os grampos que predem meu coque e aos poucos meu cabelo vai se soltando. Depois de tudo solto ele massageia meu coro cabeludo e deixo escapar um gemido de prazer.
–Está gostoso? –Ele sussurra em meu ouvido.
–Huuum. –Suspiro em resposta.
–Vai ficar gemendo assim? Me provocando? Estou tentando ir com calma, Lolla. Eu juro que estou tentando...
Coloco a taça de vinho numa escrivaninha ao meu lado e me viro para encarar o homem perfeito à minha frente, o homem que sabe dizer as coisas certas para impressionar uma mulher, cujas mãos me levam à loucura e eu mal posso imaginar do que mais ele é capaz. Com a mão direita, Caille segura meu quadril, pouco acima do bumbum e com a esquerda prende uma mecha de cabelo atrás da minha orelha, os lábios descem até os meus e eu me entrego à esse beijo delicioso. Nossas línguas dançam e se enroscam, mordisco de leve o lábio inferior dele e corro minhas unhas por sua nuca.
Caille me pega no colo como uma princesa e me carrega até a cama, me deita com cuidado e se afasta. Dentro de um dos roupeiros ele retira algumas velas aromáticas e as acende, apaga as luzes e o ambiente se torna mais confortável com reflexos bruxuleantes em tons de laranja, também acende a lareira e o calor delicioso me arrebata à uma tranquilidade absurda.
Escorada nos cotovelos, observo Caille retirar a gravata, o paletó, sapatos e meias, ele abre dois botões da camisa e a tira de dentro da calça, caminha até mim e retira meus saltos.
–Vire-se de costas. –Ele ordena e eu obedeço.
Com cuidado ele abre cada botãozinho do vestido até o fim da coluna e me ajuda a retirá-lo por completo. Estou grata à Debby por me aconselhar a usar uma lingerie sexy e me depilar dos pés à cabeça.
–Está pronta, "cariño"? –Pergunta enquanto massageia meus pés.
–Estou, senhor Morgan.
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Atualizado até capítulo 42
Comments
Dilma Bandeira de Jesus
😂😂😂😂 ele nem começou e eu já tô.imaginando coisas kkkk
2025-04-01
0
Ivonildes Silva
Eita nossa senhora da calcinha molhada.
🔥🔥🔥 no parquinho
2025-03-14
1
Fabi Ribeiro
eita porra!!! agora o bicho vai pegar 🔥🔥🔥🔥🤣🤣🤣
2023-05-09
3