-O que está fazendo aqui? –Lolla pergunta assustada quando entro no provador.
–Escolha interessante de lingerie. –Olho para o conjunto de renda preto. –Eu gosto. –Sorrio me aproximando.
–A vendedora vai nos ver, saia. –Ela sussurra e se esconde com as mãos.
–Ah não, "hermosa". Não me negue esse prazer...
Pela nuca, puxo Lolla para os meus braços e a beijo fervorosamente, as unhas dela arranham minha nuca, causando arrepios, aperto-a contra a parede e enfio o indicador dentro da fina calcinha. Deliciosamente úmida... Pressiono e massageio o clitóris inchado, como eu gostaria de prova-lo... A mocinha geme, molodiosa e doce e eu preciso me controlar, eu realmente tento, mas Lolla desce uma das mãos e pressiona meu pau por cima das calças. Porrä!
–Onde está sua cabeça, Cai? –Josh me trás de volta desse lembrança.
–Sinceramente? Na senhorita Moe. –Sorrio malicioso.
–Eu mal reconheço você, caro amigo. –Josh ri. –Vocês já...? –Ele deixa no ar.
–Não. Com ela tem que ser especial. –Me lembro da pureza da moça.
–E por que? Você sempre foi inescrupuloso, Morgan.
–O motivo, eu nunca vou revelar. Sou um cavalheiro. Agora vamos almoçar? –Mudo de assunto.
Hoje é o dia em que levarei Lolla ao jantar. Genevieve, a gerente da loja onde fomos na terça, não me permitiu ver o vestido que a senhorita escolheu, então será uma surpresa vê-la pronta. O que a linda moça não sabe é que eu aluguei um chalé com vista para o mar e paredes de vidro para passarmos nossa primeira noite juntos e eu espero que venham muitas outras depois, quero ensina-la tudo o que há para ser ensinado.
Josh e eu decidimos não almoçar na Food Happy, onde Eloísa trabalha, em partes para não deixá-la ansiosa, mas também porque odeio comer lanche no almoço.
Ao voltar ao trabalho me ocupo com emails não respondidos, contabilidades, prazos de pagamentos e todas as chatices matemáticas do trabalho.
–Caille Morgan. –Atendo ao ramal na minha mesa.
–Senhor, o doutor Connor está aqui para vê-lo. –Samantha anuncia.
–Mande-o entrar. –Desligo.
–Boa tarde, senhor Morgan. –O advogado cumprimenta.
–Boa tarde. Boas notícias?
–Sim, o contrato está pronto. O senhor precisa lê-lo e aprova-lo para dar seguimento.
–Ótimo. –Pego o envelope em papel pardo nas mãos. –Obrigado, doutor. Amanhã lhe enviarei as ressalvas.
–Ajudo em algo mais?
–Por enquanto é só. –Respondo.
–Tenha um excelente fim de dia, senhor. –Ele sorri largamente, como sempre.
–Aposto que terei.
Ainda faltam duas horas para o fim do expediente, então decido ler o contrato e assinalar as partes que necessitarão ser mudadas, se houverem.
"Por este instrumento particular de Contrato de União Estável de convivência duradoura, pública e contínua, com fundamento no art. 226 da Constituição Federal de 1988, Lei nº 9.278, de 10 de maio de 1996 e art. 1.723 e seguintes da Lei 10.406 de 2002, ficou justo e contratado entre os abaixo assinados:
PARTE 1, _____________________________________ estado civil ____________________, profissão _____________________________, RG nº _________________________ e CPF _________________________________, residente e domiciliada ___________________________________________ nº _____, Bairro _________________, Cidade ______________________, CEP______________, e,
PARTE 2, __________________________________ estado civil ____________________, profissão _____________________________, RG nº _________________________ e CPF _________________________________, residente e domiciliada ___________________________________________ nº _____, Bairro _________________, Cidade ______________________, CEP______________, que acordam por mútua convenção nos termos da Lei o que segue:
CLÁSULA PRIMEIRA: Os CONVIVENTES, desde o dia 10/07/2008, vivem sob o mesmo teto, na Rua ___________________________, nº ______, Bairro ___________________, Cidade ______________________ UF ____ , CEP ________________, em convívio consorcial, com animus de constituir família, comprometendo-se ambos durante a convivência, ao respeito, à consideração, à assistência, à moral, aos bons costumes, à fidelidade, à lealdade, a uma dedicação mútua e esforço em comum no sentido de atingir a harmonia necessária e ao bem estar do qual o aconchego do lar poderá lhes oferecer.
CLÁUSULA SEGUNDA: Os CONVIVENTES declaram que o período de relacionamento anterior a este contrato foi exclusivamente de namoro, onde cada um convivia em sua residência, sem o animus de constituir família, pois estavam no período de conhecimento.
CLÁUSULA TERCEIRA: O tempo de duração do presente contrato é por prazo indeterminado e, durante a vigência da convivência, ambos os CONVIVENTES deverão observar o mais austero respeito, fidelidade e dignidade, um para com o outro, bem como a observância de todos os afazeres e cuidados exigidos para uma sólida e perfeita convivência;
CLÁUSULA QUARTA: No tempo de duração deste contrato o regime adotado é o da separação absoluta de bens, previsto no art. 1.687 da Lei 10.406/2002, ou seja, quaisquer bens móveis ou imóveis, direitos e rendimentos adquiridos por qualquer dos CONVIVENTES antes ou durante a vigência do presente contrato pertencerão a quem os adquiriu, não se comunicando com os bens da outra parte; Os bens aquestos não se comunicarão.
CLÁUSULA QUINTA: Cada CONVIVENTE declara, para todos os efeitos legais, ter conhecimento: da situação econômico, financeira e patrimonial do outro;
de que todos os bens e direitos hoje existentes foram adquiridos antes do início do convivência ou por causa anterior (legítima, doação, sub-rogação, etc.);
de que esses bens não geraram qualquer fruto ou rendimento no período da união;
de que não haverá qualquer comunicação de frutos, rendimentos ou quaisquer aquestos, pertencendo os respectivos bens e direitos exclusivamente ao CONVIVENTE que os tiver adquirido, inclusive a participação e lucros nas empresas em que os CONVIVENTE fazem ou farão parte do quadro societário.
O presente contrato somente será revogado em função da quebra de compromisso de uma das partes com quaisquer cláusulas aqui referidas"
Isso é só o começo, depois de alguns parágrafos ainda diz que a "parte 1" que sou eu, será o provedor de todas as necessidades e luxos da "parte 2" e muitas outras coisas burocráticas... Nunca pensei que me casar daria tanto trabalho. Enfim, finalmente é hora de sair desta empresa, passarei em casa pra tomar um banho e me arrumar e então buscarei a doce Eloísa. Nunca estive tão ansioso para dormir com uma mulher.
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Atualizado até capítulo 42
Comments
Adriana Lemos
autora do céu Eloisa tem que ser essa noiva mas sem contrato,espero que esse casal assim como na outra história fiquem juntos e enfrentem todos os obstáculos juntos contra tudo e todos ainda não superei CÁRCERE foi top demais não há palavras para descrever ao certo o quanto foi foda a história
2023-05-06
5
Suleni Mattos
eu quero ver ela aceitar
2023-05-05
1
Abiude Dezirre
ja terminou?😭
2023-05-05
1