Jordan entrou no escritório do chefe, revoltado, soltando todos os impropérios que conseguiu.
— Calma, cara, por que tanto estresse? — perguntou Charles.
— Você mandou Clive pra ficar com a MINHA mulher? Qual é o seu problema?
— Você é o meu problema. Você parece estar ficando louco por causa dessa mulher. Fez tudo errado, desde o começo, só mete os pés pelas mãos.
— Isso não interessa, ela é minha mulher e enquanto eu tenho que andar com aquela mafiosa grudenta, o Clive tá com a MINHA mulher.
— Qual o problema, Jordan. Você sempre a tratou com desprezo, falava mal e nem conversava com ela. Agora está com um mulherão, segundo você mesmo, e está com ciúmes da sua esposa?
— Não é ciúmes, é zelo pelo que é meu. E aquele mulherão, não é nada ingenua, tô quase crendo que era ela a chefona e não o irmão.
— Sente aí e vamos conversar, explique isso direito.
— Ela é um furacão, me deixa exausto na cama e está sempre no controle da relação. Recebe e dá telefonemas estranhos, aliás, consegui grampear os telefones e conectei nossos celulares, através de um aplicativo, dá para verificar todas as ligações dela.
— Bom trabalho, já passou para a Carol?
— Sim, ela já está na cola da loira.
— Então, quero que você peça ajuda a sua nova amante, para verificar o que aconteceu com os negócios que haviam nos imóveis que você ganhou.
— Por que?
— Você realmente não está bem. Pense Jordan, de quem eram esses imóveis?
— Do meu sogro, o Don da máfia russa. Deixe-me pensar: o Don era mafioso. Comercializava drogas, bebidas e sexo. Tinha sócios e distribuía suas mercadorias para várias partes do mundo. Estávamos investigando tudo e pretendíamos chegar aos pontos de distribuição e comércio, assim como a lista de sócios e clientes, mas a casa implodiu.
— Exatamente. Só a casa foi destruída e os locais de comércio, sumiram também, mas onde eram?
— Claro! Nos imóveis que recebi de Gina, mas como ficaram limpos tão rapidamente. Alguém estava com tudo preparado para sumir, assim que o Don morresse. Mas não podiam adivinhar que ele seria morto, a não ser que tenhamos um informante deles, aqui dentro.
— Não, não foi isso. Foi aquela sua mulherzinha astuciosa. Ela devia estar preparando isso a muito tempo, assim que ele morreu, ela colocou seu plano em prática.
— Mas nunca a vi fazer nada, nem mexer em um celular.
— Porque ela é mais esperta que você.
— Como se eu fosse uma equipe de eu sozinho.
— Não interessa, entre em contato com seu mulherão de peitões e pergunte sobre os negócios.
— Você me enrolou, Charles e não me respondeu, por que Clive?
— Tá bom, descobrimos que ele tem um amigo que faz parte da equipe dela e ele deu um jeito de um deles sumir e ficar no lugar, ou seja, ficará vendo tudo de perto.
— Contanto que o tudo, seja só o trabalho e não ela, tudo bem.
— Olha aqui, rapaz, tá na hora de você analisar seus sentimentos por aquela mulher, está muito irritado para quem não liga.
Jordan fez cara feia e não falou nada, saiu, verificando onde estava Maxine e foi até ela, fingindo ser uma coincidência. Ela era gostosa, mas não para ele. Fazer sexo com ela estava se tornando uma tortura e ele não aguentava mais aquela mulher autoritária.
Seus pensamentos começaram a invocar as diferenças entre Gina e Maxine e tudo em Maxine, sempre foi o que lhe agradava. Loira, alta, espelta, mas com seios fartos que cabiam em suas mãos. Gina era magra, baixa, morena e por isso a achava feia, além de ter seios que cabiam na boca, de tão pequenos.
Maxine, 33 anos, russa, mafiosa, principal rival de Gina
Só que os seios de Maxine, eram de implantes e não dava para ele apertar como queria e os de Gina, saboreava por inteiro, sem temer que estourassem, por mais que soubesse que era difícil isso acontecer com implantes. Na verdade, se acostumou com sua ratinha. Ela nunca reclamava e a maneira como fizeram amor, antes dele estragar tudo, da última vez, foi muito prazerosa.
Ela estava entregue e correspondendo, estavam em sintonia e pareciam ser apenas um. Parou no meio da rua e ficou lembrando daquelas sensações, chegou a fechar os olhos e ficar excitado. Sorte que naquela área da cidade, não tinha frequência de pessoas pelas ruas e ele não passou vergonha.
Ouviu um som agudo, que o despertou para procurar o que era e avistou um pássaro, pousado em um galho de uma árvore desfolhada e quando o avistou, levantou voo.
— Obrigado, amigo, estava entrando por um caminho que me faria passar vergonha.
Seguiu adiante e passou na frente do spa onde ela estava saindo e o avistou.
— Jordan! — chamou ela.
Ele se virou e fez uma expressão de surpresa.
— Olá! — cumprimentou-a com um roçar de lábios e se afastou.
— O que faz aqui?
— Visitando um dos meus imóveis. Sabe, Gina me doou uns imóveis que herdou do pai e estou vistoriando, mas não sei o que fazer com eles.
Ela passou a mão pelo braço dele e puxou-o, direcionando-o pela calçada.
— Acho que sei qual é um deles, fica bem aqui perto. Conheço esse imóvel muito bem, ou melhor, conheci, na época de funcionamento.
— É? Mas não tem mais nada lá, pelo que sei.
— Mas tinha, chegamos, é este, não é?
— Sim — disse ele, abrindo a porta e entrando no lugar amplo — seria ótimo para um restaurante.
— Era um clube noturno. Aqui na frente tinha o bar e lá nos fundos, as mesas de jogos, com várias garotas servindo bebidas, seminuas e se algum deles quisesse uma delas, ia para o andar de cima. O que acha disso?
— Interessante, considerando que o Don morreu a menos de um mês. Quando esse investimento terminou.
— Logo que soubemos da morte do Don, procuramos o advogado dele e também os contatos nos Estados Unidos. Enquanto fazíamos isso, alguém foi lá e acabou com tudo. As meninas foram realocadas, um caminhão encostou e levou tudo e depois, chegou uma equipe de limpeza e assim foi com todos os negócios dele.
— Não tinha segurança, gerente, o que houve com eles?
— Foram todos mortos e o incrível é que foi a nossa própria empresa que limpou tudo.
— Quem são? Gostaria de falar com eles.
— Pra quê? Eles simplesmente não falam nada, nós tentamos, acredite.
Pela expressão dela, eles tinham usado métodos nada ortodoxos.
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Atualizado até capítulo 60
Comments
Elis Alves
Prazerosa pra quem imbecil, tu machucou ela novamente, idiota escroto
2025-03-30
0
Elis Alves
Maxine parece mais um travesti.
2025-03-30
0
Maria Luísa de Almeida franca Almeida franca
Ele é um crápula miserável vai si arrepender de ter tratado ela assim
2025-01-11
1