Jordan entrou na casa, observando tudo, curioso. Era tudo muito diferente dos outros imóveis da família, duas empregadas esperavam por eles e Gina cumprimentou-as com carinho. Se entendeu bem, com seu russo enferrujado, eram a cozinheira e a arrumadeira. Olhou a sala e haviam fotos no aparador da lareira, pegou uma e era de uma mulher e três crianças.
Gina era a mais velha, então os dois meninos eram seus irmãos. Incrível, seus irmãos eram bonitos, como a mãe, mas Gina devia ter puxado o pai Olhou as outras fotos e encontrou uma que lhe pareceu muito estranha. Gina era criança e estava suja de carvão, de pé, rodeada por homens de joelhos, também sujos de carvão, mas o chão era branco, coberto de neve.
Gina sorria como nunca a viu sorrir, significando que estava feliz com aquelas pessoas. Pegou o porta retratos e abriu, para olhar o verso da foto.
— Família Strausser. — leu em voz alta.
— Achou algo interessante?
— Sim, você conseguindo ficar mais feia do que é. — mostrou a ela a foto e se não fosse um franzir de testa, diria que ela não ligou para o "elogio" dele.
— Estou feliz, é minha família materna.
— Onde é?
— Em um lugar muito gelado. Você viu os documentos que te dei?
— Sim.
— Então venha, vamos conversar.
— Você se incomoda se eu entrar em contato com meu chefe, primeiro?
— Não, tudo bem, vou dormir, então.
Ela estava muito cansada e simplesmente tirou as roupas, deitou em sua cama confortável e dormiu. Jordan abriu seu computador, acionou a rede de dados e conseguiu entrar em contato com sua unidade em Manhattan. Colocou os fones de ouvido, tornando a transmissão privada.
— Oi, Jordan, você está ou não, com sua mulher?
— Claro que estou com ela, "James ".
— Então, porque o mundo dos mafiosos russos está em polvorosa?
— Como assim, acabamos de pegar a documentação com o advogado.
— Os documentos que vocês pegaram, são os legais, mas os ilegais, que são os da máfia, sumiram. O capital foi todo transferido, segundo nosso contato e sumiu, ninguém sabe o que aconteceu, só que a máfia acabou.
— Como isso é possível? Será que o Don deixou tudo pronto para ser desmantelado, caso ele morresse assassinado?
— É uma possibilidade, mas algo me diz, que isso tem a ver com a destruição da casa. Será que sua esposa tem dedo nisso?
— Acredito que não, ela teria que ser muito esperta e entender de internet, o que ela não é.
— Bem, então se esforce mais para que ela diga algo que não sabemos.
— Por falar nisso, você sabia que ela teve dois irmãos e que foram mortos por maus tratos do pai.
— Eu sabia, mas como não afetou ela, não vi porque te contar.
— Ah, tá. Eu usando a mulher como meu desestressante, sem saber que o pai dela era um sádico. Você me paga, "James "!
— Pare de me chamar assim e você é o culpado, por tratar mal a sua esposa. Agora vá trabalhar.
DESCONECTADO
— Merda! Cretino infeliz.
Estava cansado e com sono, deu mais uma olhada nos documentos e comprovou o que seu chefe disse, era tudo legalizado. Imóveis residenciais, lojas e salões. Fora os tais documentos da Sibéria, que ficaram com ela, não havia nada ilegal ou que fosse uma firma de fachada para lavar dinheiro de drogas. Largou tudo lá e foi procurar o quarto dela.
Depois de abrir várias portas e estar cansado disso, repetindo-se, encontrou-a dormindo em um quarto rosa bebê.
— Que merda! Só me faltava essa, um quarto de criança, é sério, Gina?
Ela não respondeu, estava profundamente adormecida, ele pensou em aproveitar a oportunidade para procurar informações, mas estava muito cansado. Tirou a roupa, como ela, e deitou embaixo das cobertas, encostando-se nela e dormiu.
Enquanto eles dormiam, o assessor do Don e os cápos, buscavam pelo rastro do dinheiro e das mercadorias que sumiram. Não entendiam como tudo tinha sumido e todas as pistas levavam a casa destruída, então, colocaram pessoas para revirar os escombros da casa, junto com os bombeiros que limpavam e examinavam o local.
Charlie telefonou para uma loja local e encomendou a roupa de Jordan, o vestido de Gina já estava devidamente arrumado em um manequim, no closet dela, do jeito que ela pediu. A festa seria no dia seguinte e eles tinham algo preparado para aproveitar a festa. Depois de adiantar tudo, ele também foi dormir, pois não era de ferro.
Cleide fazia o jantar e Lili polia a prataria.
— Quem diria que viriamos para cá, livres da Berta e daqueles mafiosos, Hein, Lili?
— É verdade, valeu a pena aguentar tudo que passamos, nossa patroinha fez tudo certinho. — respondeu Lili
— Sim e os mafiosos devem estar malucos, principalmente aquele loiro azedo, assessor do Don.
— Ela merece ser feliz, só não sei se com aquele marido arranjado. Ouvi ele falando no computador e chamava ela de burra e que só usava ela para sexo.
— Não difere dos homens daqui. De qualquer maneira, vamos ficar de olho nele.
*
Gina acordou com Jordan se esfregando nela e embora não a tivesse penetrado, usava a brecha entre suas coxas para seus movimentos e esfregava seu mamilo com os dedos. Ejaculou, sujando-a e ela ficou enojada, pensando que tinha que dar um basta naquilo, mesmo que precisasse pagar caro por isso.
Ela levantou-se e foi para o banheiro, com aquela nojeira escorrendo em suas pernas. Foi direto para o box espaçoso e abriu as torneiras, esperando a água esquentar e antes de entrar, ele entrou primeiro e ela não aturou, pegou o escovão de esfregar as costas e tacou na cabeça.
— Pare de ser idiota!
Ele se virou furioso e levantando a mão, lhe deu um tapa no rosto, que a fez bater a cabeça nos azulejos e desmaiar.
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Atualizado até capítulo 60
Comments
Elis Alves
Cara imbecil, parece doente que não tem controle da piroc*, nojento
2025-03-30
1
Silvia Cristina
Que homem nojento afff
2025-01-05
2
Jeanne Bispo
Cara escroto nojento,infeliz...... Agressão não tem perdão 🤬🤬🤬
2024-11-22
0