Gina escreveu uma quantia no papel e passou ao gerente, que ao ver os zeros, se animou e resolveu tudo o que ela pediu. Ele já estava acostumado com aquela família e suas finanças que viviam trocando de lugar. Agora eram ações ao portador e era justificável, já que fazia parte de uma herança familiar.
Ele fez as contas, passou uma hora no computador e finalmente, suspirou, dizendo:
— Feito, senhora, tudo depositado em uma conta específica, no banco do lugar que pediu. Aqui estão as confirmações da transação, com o comprovante de pagamento do imposto — passou para ela, os papéis que pegou na impressora.
Gina conferiu tudo e agradeceu, levantando e saindo. Ao seguir andando com Charlie, viu alguém conhecido, entrando no novo hotel de luxo da cidade, em frente ao banco. Foi até lá, pensando em cumprimentar Maxine antes do velório, mas estancou, ao ver seu marido esperando pela loira.
Escondeu-se rapidamente atrás de uma pilastra e viu o encontro dos dois. Ele sorriu para ela, com os olhos fixos nos seios falsos. Chegou a abrir e fechar as mãos, para vencer a tentação de colocar as mãos neles. Gina não conseguia ouvir com nitidez, mas conseguiu ler os lábios dele:
— Não gosto de seios que cabem inteiros na boca — sorriu insinuante — Vamos?
Ela consentiu, se esticando para beijar seus lábios e seguiram, adentrando o hotel, ele a amparando com a mão em suas costas, quase em seus glúteos. Na outra mão, ele levava um cartão chave.
— Infeliz! — resmungou, saindo daquele lugar.
— Satisfeita? — perguntou Charlie, que não perdeu a ação do outro lado da rua.
— Muito, que horas é o enterro?
— Daqui a duas horas.
— Então, vou comprar um vestido para o enterro e vamos almoçar.
— Não vai para casa?
— Eu ia para casa, por causa dele, mas ele está na esbórnia com outra e não vou me desgastar à toa.
Ela foi na mesma modista que costumava ir e encontrou a roupa perfeita. Um vestido reto, com um blazer, pretos. Um sapato baixo, grafite e bolsa, luvas e meias-calça combinando, acompanhavam. Saiu do local, já pronta, almoçaram, passaram no apartamento para um retoque final e foram para o cemitério.
Chegaram no momento certo, o féretro já estava saindo e ela foi até sua tia e lhe deu o braço.
— Como a senhora está?
— Bem, segui seu conselho.
— Onde está o tio?
— Olhe a sua volta, querida.
Gina viu os diversos funerais em andamento e outros concluídos, com algumas pessoas vindo para o enterro de Dimitri.
— Por quê são tantos assim?
— Ah, querida, alguém está fazendo uma limpeza. Eram todos ligados ao Don, não ao seu pai ou ao meu irmão, mas ao Don, se é que me entende.
— Sim, entendo. Onde está Maxine?
— Chegou ainda agora, desgrenhada e bêbada, foi ao toalete se arrumar, por isso, ainda estamos parados aqui.
Neste meio tempo, Jordan chegou, muito bem arrumado e limpo, sem qualquer vestido de bebida e segurou sua mão com força.
— Não me esperou, amor, por quê? — perguntou com grosseria.
— Você não chegou a tempo de virmos, então Charlie me trouxe.
— Sim, sempre Charlie. Por que me sinto trocado pelo mordomo?
— É sério isso? Você está tendo um ataque de ciúmes, DELA? — perguntou Maxine, chegando naquele exato momento.
— Não é da sua conta, senhorita — respondeu ele com grosseria.
O marido de sua tia chegou e o féretro seguiu.
— O que está acontecendo com as mulheres da família, onde está o decoro de vocês? — disse o tio, dando o braço a sua esposa e começando a caminhar, fazendo Gina soltar a tia e seguir com seu marido.
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— Andou ocupada, minha esposa.
— O senhor também, meu esposo.
— São muitos enterros…
— Ei! Vão me largar aqui? — chamou Maxine, ainda tonta da bebida.
O tio de Gina foi até ela e a amparou, levando as duas mulheres.
— Minha tia contou que são os sócios do Don.
— Não é do seu pai? — provocou ele.
— Segundo minha tia, não.
— Acho que entendi.
O enterro terminou, se despediram e foram embora, entrando no carro que os esperava, com Charlie no volante.
— Então, meu amor, você já está boa?
Ela fixou seu olhar interrogativo, acompanhado pelo seu espanto.
— Você… não acredito.
Charles olhou-a pelo retrovisor, querendo dizer para ela não dar mancada. Então seguiram em silêncio até em casa e ao descerem do carro, ele a segurou pelo pulso e quase a arrastou para dentro de casa, onde ela deu um puxão e conseguiu se livrar de seu agarre.
— O que pensa que está fazendo, não disse que seria diferente?
— Sim, seria, se minha mulher não ficasse passeando por todo lado com um homem a tiracolo.
— Ah, Jordan, ceninha de ciúme não combina com você.
Ela falou calma, se dirigindo para a escada, indo para o quarto, com ele seguindo logo atrás. Entraram no quarto, com ele ainda no seu encalço. Fechou a porta e, rapidamente, a alcançou e foi tirando sua roupa, peça por peça.
— Ficou bonita com essa roupa.
— Apesar de feia, de vez em quando fico arrumadinha.
— Estou com saudade, por isso ando tão nervoso.
Beijou-a, saboreando sua boca e a pegou no colo, deitando-a na cama. Ela não estava entendendo, mas estava tão acostumada a ceder, que não ligou, ficou observando ele se despir e vir até ela, pronto para o encaixe, mas não foi isso que fez, antes a amou, acariciando-a com mãos e boca, como nunca havia feito.
Ela não entendia o que ele estava fazendo, mas as sensações eram maravilhosas e ela gemeu e teve um orgasmo, antes da penetração. Ele subiu sobre ela, sugou seu seios com força e cabiam inteirinho em sua boca, dando-lhe mais prazer.
Ela abriu as pernas, permitindo que ele se posicionasse e ele entrou, também gemendo, com as mãos ao lado dela, se apoiou para se movimentar mais forte e rápido e de repente, tudo mudou, ele olhou para ela sorrindo sádico e tornou-se violento.
— Recebe meu pau, sua vadia, — com força. parecia estar a agredindo com seu membro duro e cada estocada que dava, falava.
— Essa é para a maldita esposa que tive que aturar. Essa é por mentir e atrapalhar meu trabalho e essa é por me fazer aturar sua feiura, mulher ridícula.
Depois de muito tempo estocando com força e sem parar, finalmente liberou sua semente profundamente e deixou seu corpo cair sobre o dela. Ela o empurrou e ele saiu, deitando ao seu lado e não resistindo, dormiu e não viu ela se levantar e andar, trôpega, até o banheiro. Encheu a banheira, colocou sais e entrou, deixando a água morna aliviar seu corpo agredido.
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Atualizado até capítulo 60
Comments
Jeanne Bispo
Sei que o livro está terminando,mas esse cara não à merece,estrupo, e agressão,o tempo todo a chama de feia...escrotos+
2024-11-22
1
Hayssa Caroline
ainda não entendi qual é a do livro....
2024-11-18
3
Maria Helena Macedo e Silva
Gina mostra logo pra ele seu treinamento, ele estar mal acostumado ...
2024-09-08
3