Rebeca ainda tentava processar tudo o que havia acontecido em sua vida, de um dia para o outro havia ficado milionária, como assim ela acabara de ganhar cinco milhões de dólares?
Rebeca: Gustavo não brinca comigo, você não pode estar falando sério.
Gustavo: Jamais brincaria com isso, eu estou falando sério, você ganhou na maior aposta, está milionária.
Rebeca: Mas........o dinheiro apostado era seu, então........o dinheiro ganho é todo seu.
Gustavo: Não é não, quem escolheu a cor e o numero foi você, então você foi a ganhadora, considere como um presente, eu tenho dinheiro de sobra, faço questão que fique com você esta quantia, para mim não fará diferença, já para você, eu sei que sim.
Rebeca: E que diferença! Mas eu não posso aceitar........
Gustavo: Rebeca, esse assunto está encerrado, o dinheiro é seu e pronto! Agora vamos dar uma volta pela orla da praia antes de irmos embora.
Antes de saírem fazem todos os trâmites para que ela pudesse receber a quantia, e somente depois disso é que os dois saem do restaurante-bar e vão em direção à praia, a noite estava com uma brisa suave, a imensa lua os iluminava, e ao fundo ouviam somente o barulho das águas se desfazendo em ondas. Os dois se sentam na areia e ficam em silêncio apenas olhando a imensidão de água a frente deles. Gustavo havia levado uma garrafa de vinho com ele e duas taças. Ele enche as duas e entrega uma a Rebeca.
Os dois bebiam devagar, cada um com seus próprios pensamentos, Rebeca sentia um calor diferente percorrer seu corpo, como se a queimasse, ela não entendia de onde vinha, pois a noite estava fresca, tinha um vento suave, ela então percebe que já havia bebido demais, e resolve largar a taça de vinho.
Rebeca: Eu acho melhor não beber mais, como não estou acostumada, estou me sentindo um pouco tonta.
Gustavo: Se não se sente bem, é melhor não beber mesmo, aliás iremos embora de táxi, pois também bebi, seria imprudente pegar no volante depois de beber. Mas.........me diga, o que fará agora que está milionária?
Rebeca: Na verdade ainda não estou acreditando, foi tudo tão de repente! Aliás agora não precisa nem depositar meu “salário”, acho que depois disso não será necessário, tenho dinheiro suficiente para me manter.
Gustavo: Nada disso, temos um documento assinado, seu dinheiro cairá como cai todos os meses, e o tratamento de sua avó ainda será por minha conta, palavra é palavra.
Rebeca: Gustavo, eu.........não sei nem como te agradecer, você mudou tanto a minha realidade........ eu era tão infeliz com minha vida, mesmo não deixando tudo o que passei me derrubar, mas sentia que faltava algo, sabe?! E aí você apareceu........ eu nunca vou ser suficientemente grata a você.
Gustavo: Não me agradeça Rebeca, você fez muito mais por mim, com você por perto eu me sinto como se pudesse ser eu de verdade, estou acostumado com pessoas interesseiras e gananciosas, e você é tão desinteressada, mesmo tendo tão pouco, você me ensinou tanto sobre tantas coisas, eu é que te agradeço.
Rebeca: Você falando assim me emociona........nunca ninguém deu nada por mim, eu já tinha me acostumado com a solidão e o abandono, e aí você aparece e mudou tudo, nunca me senti tão cuidada como agora.
Rebeca deixara seu corpo falar mais alto, de repente ela se joga nos braços de Gustavo procurando sua boca desesperadamente, ele ficara surpreso com a reação dela, mas não recusara o beijo, era um beijo com urgência, e que precisava ser saciado.
Gustavo: E-eu...........nossa.........fiquei sem fôlego.
Rebeca: Me lembrei agora que não te agradeci pelas orquídeas, então esse é o meu muito obrigada.
Gustavo: Bom.......como foram duas orquídeas, então mereço mais um beijo, um para cada flor!
Rebeca: Não seja por isso.
Ela então se aconchega novamente em seus braços e o beija novamente, e dessa vez eram beijos cheios de doçura e delicadeza, um tipo de beijo que aquecia não só o corpo, mas a alma.
Gustavo: O que acha de irmos para casa?
Rebeca apenas concorda com a cabeça e os dois chamam um táxi, o percurso todo ele a tinha em seus braços no banco de trás do carro, ele havia passado um braço em torno de seus ombros e ela havia encostado em seu peito, durante o percurso Rebeca acabara dormindo, quando chegam em casa, Gustavo a pega no colo e a leva para o quarto dela.
Gustavo a coloca na cama delicadamente e acomoda sua cabeça no travesseiro, ele devagarinho tira suas sandálias para não a acordar, porém nesse movimento ela acaba acordando.
Os dois ficam se olhando por um tempo, até que Gustavo se aproxima dela e lhe beija os lábios com paixão. Ela então puxa com força ele para cima da cama e lá eles começam a se acariciarem, Rebeca apesar da vergonha que sentia, estava disposta a ir em frente pois seu desejo por Gustavo só aumentava.
Ele apertava o corpo dela como se quisesse ter certeza que ela era real, sua respiração era ofegante e apressada, seu beijo era cheio de vontade, onde suas línguas se fundiam um uma só, ainda tinham o gosto do vinho na boca.
Ele sentia sua masculinidade pulsando dentro da calça, estava completamente pronto para ela, porém sabia que seria sua primeira vez, então queria satisfazê-la primeiro.
Gustavo tira seu vestido e a deixa somente de lingerie, ela estava completamente vermelha de vergonha, porém seu desejo era muito maior.
Gustavo começara a brincar com seus seios e ela arqueava para trás coma deliciosa sensação. Ele estava se deleitando, pois muitas noites imaginava aquela cena em sua imaginação, e agora estava se tornando real, a noite havia sido perfeita, o jantar, a dança, o cassino, a praia, o vinho...........o vinho!
Gustavo se afasta dela de repente, se levanta e começa a andar pelo quarto de um lado para o outro.
Rebeca: E-eu........o que aconteceu? Você não me quer?
Gustavo: Não há nada nesse mundo que eu mais queira, do que fazer amor com você, mas não podemos.
Rebeca: Por que? É pelo fato de eu ser virgem? Olha, eu quero isso.......quero muito.
Gustavo: Me entenda Rebeca mas, você bebeu um pouco a mais e disse que não está acostumada então.......não quero que se arrependa disso na manhã seguinte, quero que tenha certeza disso, quero você completamente sóbria, não posso me aproveitar de uma fragilidade sua, eu te disse mais de uma vez, e vou repetir, eu jamais faria mal a uma mulher, e eu saberei respeita-la, mesmo querendo muito te amar essa noite, mas não posso, não até que você esteja totalmente consciente.
Rebeca: Mas eu estou bem, você não está me forçando a nada, Gustavo não faz isso comigo, por favor, eu te quero muito.
Gustavo: Me entenda linda, mas não posso, eu também te quero muito, mas não dessa forma. Acho melhor você dormir e um outro dia continuamos de onde paramos, mas sem bebidas no meio. Vou para meu quarto, e você descanse.
Gustavo se aproxima dela e lhe beija os lábios delicadamente, se sentia muito mal de deixa-la com aquele olhar triste pare ele, mas nunca abusaria de mulher nenhuma, e se na manhã seguinte ela se arrependesse, ele jamais se perdoaria por isso.
***Faça o download do NovelToon para desfrutar de uma experiência de leitura melhor!***
Atualizado até capítulo 38
Comments
Ivonete
autora querida tudo de bom pra vc, sucesso sempre 🌹🥰
2025-02-07
0
Ivonete
muito bem pela atitude de Gustavo parabéns pra ele 👏🏼👏🏼👏🏼
2025-02-07
1
Thaliaa Vieira
Tenho certeza que ela não vai lembrar depois, e vai fazer drama 🙄
2024-10-27
0