Chegamos na casa de Jimin, ou melhor dizendo no castelo. Já que era enorme e tão bonita.
Os seguranças abriram os portões e entramos com o carro.
— Por sua segurança e por que eu também não vou mantê-la presa aqui dentro, os cães ficaram presos durante o dia e soltos a noite. — ele me diz quando estaciona na entrada da casa.
O olho.
— Obrigado. — o respondo.
Ele sorri.
— E por favor, não tente nada que posso lhe trazer dor ou machucados. Me peça, e se eu achar que não vai além eu permito. — me informa.
Faço sinal positivo.
— Tudo bem. — respondo. Ele solta seu cinto e desce do carro vindo até mim.
Abre a porta e inclina seu corpo junto ao meu para soltar o meu cinto de segurança.
Respiro fundo tentando controlar meus hormônios, pelo fato de seus lábios estarem a centímetros do meu.
Ele solta o cinto e em seguida desliza uma de suas mãos pela minha coxa.
— O que está fazendo?... — o pergunto sentindo um arrepio percorrer meu corpo.
Seu olhar encontra o meu e um sorriso sexy brinca em seus lábios.
Minha respiração se descontrola rapidamente e ele parecia ficar satisfeito com isso.
— Nada... — me responde. — Eu não estou fazendo nada... — completa e se afasta de mim para que eu pudesse descer do carro.
— Eu não acredito que estava me provocando. — retruco.
Ele acaba rindo.
— Eu? Nunca faria isso... — fala em sua defesa.
— Você fez sim, fez no hospital e agora está fazendo aqui... e ainda tem a capacidade de negar.. — digo e acabo me precipitando para descer do carro e me desequilibro.
Jimin no mesmo instante percebe o meu ato e me imobiliza junto ao seu corpo, caindo junto a mim sobre o banco do carro.
Faço uma careta pela pressão nos machucados dos braços.
Ele percebe de imediato.
— Está tudo bem? Eu te machuquei? — pergunta preocupado.
— Não, tudo bem.. foi só um susto... — o respondo.
Ele respira mais aliviado se levanta de cima de mim, me erguendo logo depois.
Fecho a porta e caminho junto dele para a casa.
Quando entramos a senhora Lin já nos aguardava. A mesma correu até mim e me abraçou forte.
— Minha menina que grande susto! — ela diz enquanto me abraçava.
Certamente Jimin não havia dito a verdade a ela. E fiquei feliz por isso.
— Está tudo bem. Eu estou bem. — tento acalma-la.
— Eu mesma disse a Jimin que aqueles cães um dia causariam problemas. Foi uma sorte não terem mordido você. — ela fala saudosa e dirige seu olhar para Jimin.
— Não precisa se preocupar, Angeline está bem. E de agora em diante os cães ficaram presos durante o dia, e só serão soltos ao cair da noite. — ele informa ela.
— Fico mais tranquila com isso. Imagino que ter um cão como aquele correndo atrás de mim como se eu fosse o almoço dele não é algo agradável. — Sra Lin brinca e sorrimos.
— Sim Naná. Agora vou leva-la para o quarto. Para descansar um pouco, nos informe quando o almoço estiver pronto. — Jimin diz a ela.
— Sim claro deve estar cansada por causa dos machucados. Assim que a refeição ficar pronta eu subo para avisá-los. E minha menina, se precisar de ajuda com o banho ou para se trocar não exite me chamar. — ela responde me olhando.
Mas antes que eu pudesse responder Jimin o fez por mim.
— Não se preocupe naná, eu mesmo vou ajudá-la. — quando ele termina de dizer me sinto mais vermelha que um pimentão.
A senhora Lin o olha sem acreditar no que ouviu.
Jimin apenas sorri e me guia pelas escadas.
Quando chegamos ao corredor do quarto eu o encaro.
— Ah meu Deus, por que disse aquilo a senhora Lin? — o indago.
Ele sorri para mim.
— Eu apenas disse a verdade. Irei ajudá-la com o banho e com os curativos enquanto estiver aqui, nas horas vagas que eu sair a Sra Lin pode ajudar. Mas quando eu estiver por perto, não. — me responde.
— Não acredito no que disse. Não vai me ver nua. — pesnejo.
Jimin morde o lábio inferior quando eu digo aquilo.
— É claro que eu vou. Você é minha mulher esqueceu? — me fala e em menos de dois segundos me pega em seus braços.
— Jimin! — acabo gritando seu nome pelo ato involuntário.
Ele me ignora e continua me carregar até o quarto.
— Não sou sua mulher. Não somos nada um do outro. — resmungo.
— Para você não, mas para mim sim. Eu comprei você esqueceu? E caí entre nós, eu não te comprei para ficar parada feito um móvel velho e empoeirado. Pelo contrário, eu quis você por ser maravilhosa e para tê-la em meus braços sempre que eu quiser.. — me responde audacioso.
— Vai me obrigar?! — indago.
— Não, pelo contrário. Vou faze-la pedir pelos meus toques e minhas carícias. E no final, você irá querer ser sempre minha. — ele fala enquanto me colocava sobre a cama.
— Você só pode estar maluco... — murmuro.
Jimin me olha.
— Não eu não estou maluco, mas eu te entendo. Você nunca foi tocada, então não sabe como é sentir prazer. Se você soubesse a sensação que trás, e quais são os pontos do seu corpo que mais exalam isso, você entenderia o que eu digo. — ele começa a dizer e retira seu blazer, ficando apenas com a sua tri-shirt branca.
Os músculos de seus braços eram altamente visíveis assim como o seu peitoral definido.
Afasto meu olhar do mesmo e olho para o chão.
Ele nota a minha expressão de vergonha e caminha até mim tocando meu rosto.
— Não sinta vergonha.... — sussurra para mim enquanto se punha ajoelhado em minha frente. — Você não ter sido tocada por nenhum homem sabe o que significa? — me pergunta.
Nego.
— Não, eu não sei... — o respondo.
Seu olhar brilhava e aquilo era fascinante.
— Significa que você é mais especial do que imagina. E eu quero que a sua primeira vez seja única e inesquecível. Eu quero beijar seus lábios a noite toda, e sentir o seu corpo junto ao meu. Quero ouvir você sussurrar meu nome e gemer ao meu ouvido enquanto eu exploro cada parte do seu corpo... — quando ele termina de dizer eu realmente não sabia o que dizer.
Eu nunca havia estado com um homem intimamente. Gael e eu éramos apenas momentos de carícias e beijos, ele nunca levou para o outro lado. E era o que eu mais achava estranho com o nosso tempo de relacionamento, ele nunca quis algo a mais.
E eu também nunca o procurei quanto a isso. Até por que tinha medo de não ser boa o suficiente quando fizesse.
E ouvir Jimin falar tudo aquilo comigo me fazia pensar se ele realmente sentia algo por mim, se poderia realmente haver um pingo de sentimentos além de prazeres carnais.
Jimin se aproxima mais de mim e acabo me inclinando sobre a cama.
Ele realmente era lindo. Na verdade muito mais que isso, mas naquele momento eu não conseguia encontrar palavras para descreve-lo.
Deslizo minha mão suavemente até seu rosto e o toco. O meu ato parece surpreende-lo pois vejo surpresa em seus olhos.
— O que está fazendo? — ele me pergunta baixo.
Acaricio seu rosto e acabo me perdendo em seu olhar.
— Você... — começo a dizer mas paro.
— Angeline... — ele sussurra meu nome.
— Eu não sei... se eu estou pronta para isso... e nem se serei boa o suficiente... — acabo dizendo. E a postura de uma mulher arisca que eu estava a minutos antes havia desaparecido completamente.
Eu estava fascinada por ele, mesmo que eu me negasse a acreditar, meu coração e meus olhos me mostravam a verdade.
— Angeline você é o suficiente para mim e é apenas isso que me importa. — ele me responde e aproxima seus lábios dos meus me beijando.
Acabo parando o beijo e olhando em seus olhos.
— E se eu me apaixonar por você, e você apenas estiver se aproveitando de mim.. como benefício por ter me comprado e me sequestrado... — sussurro.
Jimin encosta sua testa sobre a minha.
— Vou mostrar a você que não precisa ter medo... e que serei somente seu... — ele me responde e volta a me beijar, mas sempre cuidadoso por causa dos meus machucados.
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Atualizado até capítulo 98
Comments
Mary Lima
ele vai ter que ser.sabio é astuto.
2024-05-03
0
Leonor Santana
A briga dele com os outros vai ser dura por causa dela.
2023-06-15
2
Fátima amorim
Amando está história ❤️
2022-10-21
0