...Park Jimin...
Quando ela se desequilibrou e quase caiu sobre o chão, eu coloquei o meu corpo a sua frente e a segurei pela cintura juntando seu corpo ao meu.
Naquele instante eu não pensei em mais nada, apenas em tê-la em meus braços. O calor do seu corpo junto ao meu, me fez esquecer qualquer problema que estava em minha mente.
E quando nossos lábios se tocaram eu senti um misto de sensações que eu nunca havia sentido com nenhuma outra mulher.
Então foi naquele momento que percebi que não poderia deixar partir mesmo que quisesse. Ela teria de ser minha, e apenas minha.
Mesmo que o acordo dissesse que a mesma teria de ser de todos os sete gângsters, eu estava disposto a romper aquelas regras e pagar o que fosse necessário para tê-la apenas para mim.
A deitei sobre a cama e continuei a beija-la. Deslizei minhas mãos para sua cintura por debaixo da blusa.
No mesmo instante senti seu corpo se assustar pelo meu toque, e foi então que me lembrei que ela jamais havia sido tocada por um homem.
Então era normal que ela se sentisse insegura e com medo.
Afastei meus lábios dos seus e olhei em seus olhos.
Angeline estava ofegante e assustada ao mesmo tempo, sem saber o que dizer ou como agir.
— Tudo bem, não se preocupe... eu não vou fazer absolutamente nada que você não queira... como eu te disse... não sou um monstro... — digo a ela suavemente.
A mesma assente devagar.
— Ok.... — sussurra em resposta.
Deslizo minha mão suavemente até seu pescoço e acaricio o mesmo até chegar em seu rosto.
Ela fecha os olhos ao sentir meu toque.
— Vai me deixar ir... — ela me pergunta de olhos fechados.
Movo minha mão até seus cabelos os soltando.
— Me desculpe Angeline... mas eu não posso fazer isso... e com o tempo você verá, que não há lugar melhor do que nos meus braços... eu te darei tudo... — a respondo.
A mesma abre os olhos e me encara.
— Então mentiu para mim quando estava no carro? — menciona.
— Sinto muito, mas não havia outro jeito. Ou você não teria descido do mesmo... — digo e acaricio seus cabelos. — Mas realmente quer que eu a deixe ir depois do beijo que te dei? Jura que não sentiu nada, nem ao menos uma única vontade de permanecer ao meu lado? Se ousar dizer que não, saiba que eu sei que estás a mentir. Pois seu corpo demonstrou completamente o contrário. — completo a deixando sem uma resposta.
— Mas eu não te amo... — ela sussurra. E noto que sua voz estava trêmula.
Abro um sorriso.
— Isso não muda o fato de que você sente atração por mim e que seu corpo me deseja... — a respondo e antes mesmo que ela possa começar a dizer mais alguma coisa eu a pego de surpresa a beijando novamente.
Seguro firmemente seu corpo novamente junto ao meu.
E me deito sobre o seu corpo.
Ela geme dentre os meus lábios e aquilo me excita de uma forma inexplicável, e a vontade de arrancar a única veste que cobria seu corpo tomava conta de mim.
Mas eu sabia que teria de me controlar. Pois não era a hora certa.
Paro o beijo por precaução e escondo meu rosto por algum tempo dentre seu pescoço e seus cabelos.
Respiro fundo tentando acalmar meus desejos insanos.
Ela parecia não entender o que estava acontecendo, mas de certa forma agradecia por eu ter parado o beijo. Certamente ela tinha medo de que eu soubesse que a mesma não tinha experiência alguma com aquilo.
Me pergunto como o trouxa do namorado dela não a teve para si. Ele com total certeza nunca a amou ou a via como mulher.
Mas esse não era o meu caso. Desde que eu vi fotos da mesma uma atração tomou conta de mim.
E tê-la pessoalmente e fisicamente junto a mim era algo que estava me deixando maluco.
— A minha vontade é tirar toda a sua roupa e mostra-la como é o prazer em toda a sua essência... Mas eu sei que não é o momento certo... e que você ainda está insegura quanto a tudo isso... Então eu apenas irei esperar que você se entregue a mim espontaneamente... Mas isso não irá me impedir de provoca-lá e ver a qual grau de prazer seu corpo suporta... já que és minha... — digo ao pé do seu ouvido.
Noto toda a extensão do seu corpo se arrepiar.
Abro um sorriso. Era aquilo que eu queria.
— Vamos dormir... mas primeiro vou trazer o chá que a senhora Lin fez para você se aquecer e ficar livre de resfriados. Nem pense em tentar fugir daqui... A casa é cercada por seguranças e cães ferozes... — a explico enquanto me levantava de cima do seu corpo.
Angeline não se move momento algum. Apenas me olha enquanto eu me afasto da cama.
Vou até o outro lado do quarto, onde havia deixado a bandeja do chá que a senhora Lin havia feito para ela.
Sobre a bandeja também estava uma colher com a medida média de um sonífero.
Por precaução pedi a Sra Lin que dosasse para que eu pudesse colocar no chá, para que fizesse Angeline dormir a noite toda, e não tentasse fugir.
Misturei o sonífero e peguei a caneca de chá levando até a cama.
Angeline me olha duvidosa e desconfiada.
Eu sabia que receberia aquela expressão. Então tomei um pequeno gole de sua caneca para que ela acreditasse que não havia nada demais.
A Sra Lin me alertou que apenas um gole não me faria mal, só me afetaria se eu tomasse a caneca toda.
— Viu, não está envenenada. Agora beba. Vai te fazer bem. — a informo.
A mesma pega delicadamente a caneca da minha mão e aos poucos toma o chá por completo. Me devolve a caneca e se ajeita sobre a cama, cobrindo seu corpo com o edredom.
Removo minha camisa e vou em direção a cama me deitando ao seu lado.
— O que... o que está fazendo? — ela pergunta me olhando sem jeito.
Vejo suas bochechas corarem.
Abro um sorriso e toco suavemente as maçãs de seu rosto.
— Este é o meu quarto baby. Então eu certamente dormirei aqui... acostume-se a companhia do meu corpo junto ao seu... assim nenhum dos dois passará frio algum... — a respondo e encosto a minha cabeça sobre o travesseiro.
Ela me olha por mais alguns instantes antes de se acomodar na cama se virando de costas para mim.
Rio mentalmente, e para provoca-la me aproximo de seu corpo e envolvo em meus braços.
Sinto seu corpo ficar tenso e as batidas do seu coração se acelerar, mas aos poucos ela vai se acalmando, quando o efeito do sonífero começa a fazer efeito.
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Atualizado até capítulo 98
Comments
corrinha
e se os envolvidos não aceitar vai começar uma briga entre si eles vão querer a sua parte quero dizer a mocinha 🤣🤣🤣
2023-07-21
2
corrinha
e os coleguinhas ele vai trai_ Los
2023-07-21
0
Cleusa Massafra
espero autora que ela vinga dessa familia de impocrita
2023-02-17
1