Savine e Fergus estavam juntos em uma espécie de um bunker luxuoso que ele tinha mandado construir no espaço subterrâneo dentro de sua mansão secretamente, alguns bilionários, tinham esse tipo de costume, caso acontecesse alguma ameaça mundial, algum ataque nuclear, ou até mesmo uma catástrofe global, e como, o chefe da máfia também possuía uma indústria de artigos, como bombas, mísseis, armas e explosivos nucleares, precisava estar atento a qualquer tipo risco ou ameaça.
— Eu tenho certeza que daria para colocar pessoas do mundo inteiro, dentro dessa mansão, inclusive, aqui, dentro deste espaço. Esse lugar é assustadoramente enorme, como consegue viver em uma casa tão grande, simplesmente sozinho?
Savine perguntou assombrosamente pela proporção enorme do lugar
— Eu não moro nessa mansão, eu apenas vivo nela… é daqui que eu comando minhas empresas, meus negócios, e a minha organização, você queria que eu vivesse onde, cerejinha?
— Essa organização que você fala, é algo como se fosse relacionado a máfia? Esses que assaltam, matam, estupram, mulheres sozinhas e indefesas na rua?
Savine havia perguntado se esgueirando para os lados com receio da resposta
— Não posso revelar detalhes, porque há um código de conduta a ser seguido e respeitado entre os membros. Mas o que posso dizer, é que o tipo de crime que você refere, é geralmente praticado por uma turma formada por jovens inconsequentes e menores infratores, onde muitos não tiveram a mesma oportunidade que eu tive, há anos atrás. Eles participam dessas gangues para terem mais liberdade de cometer essas tais infrações hediondas, Já a organização visa por negócios, por controle de territórios, focada em lucros, alicerçada com grandes aliados.. só posso contar até aqui, o resto é assunto de extrema importância aberto somente para os associados e integrantes que fazem parte da nossa sociedade.
Fergus respondeu observando Savine com os olhos semicerrados
— Entendi, mas e os jovens, e as crianças que você falou, que não tiveram a mesma oportunidade que você teve, que são obrigadas a viverem na rua e participar dessas coisas, vocês, vocês não ajudam?
Savine perguntou interessada pelo assunto
— Em grande parte sim, preparamos muito deles, tem vários deles na nossa central, eles possuem uma rotina rígida e bastante disciplinada, completamente regada por tarefas, como estudar, apresentar excelente notas, trabalhar o psicológico, praticar exercícios físicos, aprender artes marciais, se alimentar bem, dormir bem, para permanecerem em nossa base, tanto que temos uma pessoa responsável pelo treinamento dos soldados da organização – Fergus se referia a Seamus Kayson – mas tem alguns que não aceitam nossas regras e preferem ficam pelas ruas, e não podemos impor ou mandar na vontade dos outros…
Fergus informou, aproveitando para chegar mais perto de Savine, roubando um beijo de sua ruiva que estava cada vez mais linda, mais cheirosa, a única que mexia ele, Fergus sabia bem que Savine o enlouqueceria ainda mais, que ela conseguiria arrancar tudo dele se ela quisesse, Fergus agarrou Savine pela cintura e intensificou o beijo, devorando os lábios da jovem, aproveitando para invadir, adentrar a sua língua possessiva dentro da boca feminina, um beijo intenso, selvagem onde a barba de Fergus arranhava a pele delicada de Savine a qual estava ofegante, gemendo, sinalizando que havia ficado sufocada pelo beijo cheio de intensidade, urgência e desejo, onde Fergus a deitou num sofá, fazendo uma trilha de beijos pelas pernas de Savine
– Não, não.. vamos parar por aqui!
Savine comunicou tentando se controlar
— Porque? Eu queria tanto beijar você bem aqui… fazer você relaxar você com a minha língua… — Fergus sussurrou chegando no meio das coxas da jovem, que pelo movimento brusco que Savine havia feito para se levantar, a saia de seu vestido tinha subido um pouco deixando a mostra para ele, a metade de sua calcinha, onde o chefe da máfia aproveitou para marcar com um beijo, bem ali, na parte da região íntima da jovem
— Porque ainda não somos nada um do outro, só estamos nos conhecendo e ainda é muito cedo pra fazer isso, eu não estou pronta, para dar um passo tão grande assim…
Savine respondeu se levantando, se direcionando rapidamente até a saída, mas no mesmo instante, foi pega por ele
— Quer ser a minha namorada, cerejinha? Se aceitar ser a minha namorada, vai ter que me beijar, não vai poder fugir de mim, e eu, eu vou te esperar, vou esperar quando você estiver pronta pra mim! Vai ser duro, muito duro!
Fergus declarou tentando controlar sua ereção que estava dura, quase saltando por dentro da sua calça, tinha necessidade, pressa, de ter Savine em seus braços, sabia que ficaria louco, que teria que se controlar, que pela primeira vez teria que aguardar por uma mulher, que teria percorrer pelo caminho tortuoso da paciência e lidar com as tentações, que sem perceber, Savine o faria passar…
– Eu, eu, bem, eu aceito! Mas vamos com calma, tudo bem?
Savine respondeu confirmando com a cabeça, enquanto, Fergus havia alargado o seu sorriso
— Então, vamos nos beijar, cerejinha, beije o seu homem, vem…
Fergus sussurrou rouco e grave ao mesmo tempo, passando sua língua, lambendo desde a extremidade do pescoço feminino até a orelha da jovem, depois a beijando em seus lábios carnudos novamente
— Eu preciso ir, amanhã eu tenho que acordar cedo para ajudar a Sâmia na cozinha, já que hoje eu abandonei ela, por sua causa!
Savine informou tocando com a ponta do seu dedo indicador no peitoral de Fergus, para tentar se recompor do seu coração acelerado, controlando também o seu ventre que estava quente, enquanto, ele, ele sorria para ela, com aquele meio sorriso sedutor e delirante
— Não quero que trabalhe mais na cozinha, não tem mais necessidade disso, eu já falei isso pra você!
Fergus respondeu mais como uma ordem do que como uma resposta
— Mas eu quero, eu gosto de ficar lá, eu tenho que ir, preciso levantar cedo, já está tarde…
Savine rebateu olhando a hora pelo relógio suíço da marca de luxo chamada “Patek Philippe” com um fundo azul, que Fergus tinha no seu pulso
— Está fugindo de mim, de novo, cerejinha? Agora somos namorados, porque não dorme comigo… namorados dormem juntos, eu não vou fazer nada com você…
Fergus ainda tentou argumentar com um olhar que praticamente clamava por misericórdia
— É melhor não, todo mundo já deve ter achado esquisito, porque sumimos de lá de cima na mesma hora…
Savine retrucou se preparando para sair, quando ouviu a voz rouca, dominante dele novamente
— Cadê o meu beijo, cerejinha?
Fergus murmurou percebendo que as bochechas de Savine haviam ficado muito vermelhas, sua cerejinha, tinha se inclinado, levando seus lábios macios até os dele, mas, Fergus a puxou, com força, pegando na nuca feminina, lhe dando um beijo mais íntimo.
— Você é perfeita pra mim, e eu,eu vou sentir falta disso durante toda essa noite…
Ele havia declarado com pesar em ter que deixá-la dormir eu seu dormitório, longe dele.
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Atualizado até capítulo 91
Comments
Karol
Ansiosa para esses serem transantes kk
2024-11-23
5
Mayara
Casal mais lindooo, estou apaixonada nesse livro foi a minha melhor descoberta
2024-11-23
0
Olga Esteves
Fergus do céu
2024-11-23
0