Savine caminhava entre os corredores vazios da mansão em direção ao seu dormitório quando de repente, parou olhando para os lados se certificando que aquilo que estava ouvindo era realmente real, continuou imóvel por mais alguns segundos e pôde escutar com mais clareza um canto peculiar, mais precisamente como se estivessem lhe convidando emitindo um grito áspero, rouco e ressoante de “Olá” como forma de comunicação seguido de um som “caw” em repetitivas vezes
Curiosa e apaixonada por animais, plantas, flores e tudo que envolvia ciências biológicas, ecologia e meio ambiente, Savine, foi chegando cada vez mais perto em direção ao som e a voz que ecoava parando na aduela da porta que dava de encontro com uma área completamente fresca e adaptada se deparando como uma espécie de ave em grandíssimo porte, corpo do animal chegava a medir em torno de 60 centímetros de comprimento, sua era cabeça ligeiramente arredondada, com um bico forte, grosso, curvado para baixo, as pernas e os pés robustas e as garras afiadíssimas própria para facilitar na hora de caçar e manipular suas presas, Savine se atentou que se tratava de um lindo corvo com uma plumagem assertivamente preta em conjuntura a um brilho radiante imensamente metálico que variava diante da regulação da luz entre azul-escuro e esverdeado.
-Olá pequeno serzinho, o que faz aqui? Posso saber qual é o seu nome?
Savine notou que o corvo inicialmente se demonstrava com um comportamento um pouco arredio e até mesmo agressivo devido sua presença repentina, a jovem sabia que era uma forma da ave se proteger e de se defender por instinto próprio, então, Savine foi respeitando o espaço do animal fazendo ele entender que não haveria riscos com ela ali presentes ao seu lado, e depois de muito tempo, o convencendo de que estava seguro ao seu lado, o animal permitiu que Savine interagisse com ele onde a jovem lhe fez um breve carinho e aproveitou para alimentá-lo com algumas sementes, frutas e um punhado de ovos mexidos para a bela ave que acabou gostando e se acostumando com a sua companhia e expressando isso em vários sons ao decorrer disso.
Fergus havia chegado em um enorme prédio se encaminhando para uma luxuosa cobertura após digitar uma senha que dava acesso ao sofisticado repartimento onde uma famosa atriz lhe aguardava ansiosamente na parte de dentro da dependência
-Ai, até que enfim hoje você veio! O que estava fazendo de tão importante que me abandonou e ignorou como sempre todas minhas ligações, Fergus?
-Vamos deixar as coisas claras por aqui: Se eu não quis te atender é porque eu tinha algo mais importante para fazer, ao invés de ficar pendurado no telefone só jogando conversa fora discutindo sobre assuntos totalmente desinteressantes e já vou avisando que a minha visita é rápida, se for querer algo de mim seja breve e objetiva, Emily!
-Vai passar essa noite comigo? Nem me lembro a última vez que dormimos juntos, meu amor!
-Peça outra coisa!
-Porque eu não posso ter você aqui comigo? Mal ficamos 10 minutos juntos, isso quando vem, não é?!
A mulher comentou descontentamento
-E se continuar reclamando eu vou embora agora mesmo!
Fergus rebateu fatigado
-Tá bom, não vou falar mais nada, eu prometo! Vou aproveitar o único tempo que eu tenho com você, então, eu juro…
Sem perder mais tempo, a atriz sorriu maliciosamente se ajoelhando entre as pernas de Fergus segurando nos botões de sua calça abaixando junto da cueca boxer preta deixando o pênis dele de frente ao seu rosto
-Me chupe e engula toda a minha porra sem engasgar ou deixar escapar uma gota sequer pra fora
Fergus ordenou a encarando com a face séria
Sem falar nada, a mulher havia colocado sua língua para fora lambendo e dando voltas e voltas massageando a cabeça de seu pau, depois desceu a boca tocando a base do membro até o fundo de sua garganta ficando uma parte generosa para fora dos lábios femininos por conta do tamanho avantajado e volumoso de seu cacete descomunal cheio de veias sobressaltadas.
Cada movimento que a mulher fazia para chupá-lo o barulho da respiração de Fergus aumentava com ele enfiando a cabeça feminina cada vez mais fundo em seu pau, ao fechar os olhos, Fergus se deparou surpreso assistindo a imagem da insolente jovem com seus longos cabelos ruivos cacheados, a boca vermelha carnuda e os olhos azuis mais inocentes que ele nunca havia visto antes na vida, quando caiu em si novamente, a mulher apertava suavemente suas bolas aproveitando a intensidade do orgasmos com aquilo.
-Já teve o que queria, estou saindo!
Fergus se levantou se recompondo, deixando o copo de uísque sobre a cabeceira do local
-Como assim, o que eu fiz?
A mulher perguntou confusa pelo ato inesperado vendo Fergus simplesmente virar suas costas saindo do ambiente sem dar atenção ou muito menos alguma explicação do ocorrido.
Saul Hudson estava concentrado estudando e criando novas estratégias para o seu plano de governo da presidência quando recebeu Fergus inesperadamente em sua residência
-Aconteceu alguma coisa?
Hudson perguntou preocupada
-Eu só quero conversar um pouco!
Fergus respondeu confuso
-Entre, vamos tomar um gole de uísque, estou com a garganta seca
Saul Hudson deu duas batidas nas costas de Fergus usando uma de suas mãos e logo depois o serviu entregando um copo generoso de bebida
-Aceita um charuto, um cigarro?
Saul ofereceu acendendo um para ele mesmo
-Não, não
Fergus recusou balançando a cabeça em negação
-Então o que houve, Fergus, você está me assustando com essa cara de preocupado!
-Eu acho que estou ficando louco!
Saul Hudson não se controlar e deu uma risada
-Você não está louco, na verdade você sempre foi, infelizmente, só agora que descobriu
-Não, não é sobre o trabalho que estou me referindo…
-É o que então?
-Aquela garota insolente, é tudo culpa dela, ela me tira do sério, tira a minha a razão, porra!
-Como assim, meu filho? Seja mais claro
Saul perguntou já entendendo o que estava acontecendo
-Ela não sai da porra da minha cabeça, simplesmente não sai
-E qual o problema disso? Você sempre foi um homem resolvido sem nenhuma reserva e é desimpedido, que mal tem? É só mais uma garota na sua extensa ficha, não é?
-Não, Saul, você não consegue entender!
-O único que não quer entender aqui, é você! É diferente!
-Eu devo estar ficando louco, porque nada faz sentido pra mim, nada!
-Se você diz..
Saul cruzou os braços em protesto
-Hoje depois daquele ocorrido que aconteceu na minha casa, ela me disse que estava cansada de ser ameaçada e que só queria fazer um enterro digno para a mãe dela
-Essa mulher não tem nenhuma ligação com Michael ou Rodolpho, ela foi ameaçada para pegar aquelas promissórias em troca de liberdade, ela não é informante e muito menos infiltrada deles, ela é uma vítima também, Fergus!
-Como você tem tanta certeza disso?
-Porque os olhos, os olhos não mentem, e os olhos dessa menina dizem isso..
Saul Hudson afirmou
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Atualizado até capítulo 91
Comments
Alana Dias
Savine tá roubando até os pensamentos desse homem minha gente
2024-11-14
4
Beatriz Seixas
Eita que o bicho é igual o dono dele kkkk
2024-11-14
2
Silvia Moraes
Autora aguardando próximos capítulos
2024-11-14
1