Fergus estacionou na garagem de sua mansão principal, ignorou todos os gritos e pedidos por socorro seguidos por tapas e empurrões que Savine lhe diferia sendo incapaz de fazer cócegas no homem que tinha o dobro de seu tamanho e tripla musculatura, que a encarava com sangue fervendo nos olhos
-Já parou com a porra da palhaçada?! Você rouba o que me pertence e agora quer dar uma de pobre vítima injustiçada querendo que outros acreditem que está sendo sequestrada? Você vai aguentar todas consequências do seu ato ficando frente a frente com o pior pesadelo da sua vida, Savine Sherman!
Fergus rugiu com a mandíbula cerrada pegando no braço da jovem a arrastando para dentro de sua casa luxuosa
- E mais uma coisa garota, se ousar tocar ou roubar em algo que me pertença novamente, eu mesmo faço questão de apressar definitivamente o teu destino e te uso de exemplo para quem quer seja!
-O que você quer comigo? Porque me trouxe para sua casa? Por que vocês não me deixam em paz de uma vez por todas?!
-Eu não vejo a hora de deixar você em paz pra sempre, a primeira opção é te colocar abaixo de sete palmos da Terra o quanto antes! Mas a princípio, aonde está a porra da minha procuração que me roubou?
-Eu não sei...
Savine murmurou negando com a cabeça assustada
-Porque eu tenho a ligeira impressão que você.. que você sabe muito bem aonde estão os meus documentos, você consegue imaginar que se essa porra cair em mãos erradas eu vou acabar com você e com todos a sua volta?!
-Pare de me coagir! - Savine empurrou Fergus apavorada - A minha vida de uma hora para outra se tornou um caos de círculos repetitivos de ameaças em cima de ameaças! Eu não aguento mais!
Fergus agarrou no pescoço de Savine e rosnou alto
-Quem você pensa que é para gritar comigo sua cadela sem nenhum valor! Você faz parte de qual bando das putas baratas? do fantasma do Rodolpho Smith ou do pau mandado do Michael Rodriguez?
Savine avançou em Fergus levantando sua mão esquerda na intenção de acertar em cheio o seu rosto com uma bofetada mas foi rapidamente pega pelo pulso por ele
- Vamos estabelecer alguns limites por aqui, não sou adepto a violência gratuita mas não venha achando que por ser mulher eu irei aceitar um tapa seu e não revidar, fique sabendo que eu posso quebrar você ao meio facilmente!
-Então pra quê me trouxe aqui?! Por um acaso eu serei algum tipo de submissa sexual?!
Savine respondeu puxando seu braço de volta amedrontada enquanto o olhar frio e rude de Fergus a analisava com desdém de cima abaixo
-Por um acaso já se olhou no espelho?! Você acha mesmo que um homem em sã consciência vai querer foder com uma ralé igual você? O único papel que irá exercer aqui é aquele iguala o seu nível, será a minha empregada, vai me servir como moeda de troca pelo roubo que me cometeu, vai trabalhar para mim até o final da sua vida ou pelo menos até eu encontrar o que me pertence, aí sim, eu mesmo, terei o prazer de me livrar de você, pra sempre! - Fergus ordenou a presença de seu mordomo que se apresentou ligeiramente - Jeffrey leve essa garota daqui e entregue para a governanta desta casa.
Savine foi encaminhada em direção a Samia Artu, uma governanta iraniana que trabalhava para Fergus há alguns anos e havia sido promovida recentemente ao cargo de responsável pela administração da sede onde seu patrão residia na maior parte do tempo, Savine parou para observar Jeffrey, o mordomo passando algumas coordenadas em voz baixa para a mulher que respondia tudo apenas fazendo um sinal positivo com a cabeça
-Olá, seja muito bem vinda ao nosso quadro de funcionários, quero saiba que estou aqui para garantir que os princípios gerais da nossa política moral, da ética e do conceito de qualidade seja pontualmente preservada, respeitada e prontamente seguida a partir de agora, vou esclarecer brevemente qual será a sua função e as regras a qual deve se atentar para que volte não cometer outro erro estupido e inconsequente com a única finalidade de evitar qualquer risco de que a sua incompetência possa respingar sobre mim…A levarei comigo para apresentar o seu trabalho, as repartições e por fim o seu dormitório, me acompanhe, por gentileza!
A governanta se dirigiu na frente com a cara de poucos amigos enquanto Savine custava a acreditar no que estava acontecendo
-Você tem algum aparelho celular com você?
Samia, a governanta sondou a esquadrinhando
-Não, não tenho!
Savine suspirou
-Menos mal, fique sabendo que é extremamente proibido o uso de celular durante o horário de trabalho, principalmente pelos arredores da mansão, você deve tomar muito cuidado por aí, ouviu bem?! Bom, aqui é o seu dormitório, seu expediente começa ainda hoje, aliás daqui a pouco, por favor, não se atrase!
A governanta havia saído fechando a porta
Foi o tempo que Savine teve para respirar e colocar seus pensamentos em ordem, olhou pela janela para se certificar se havia alguma saída para escapar, mas era completamente impossível, o local estava tomado por homens de aparência rígida e severa armados com fuzis e metralhadoras enormes praticamente competindo o mesmo tamanho com a munição.
Savine se despiu e se recordou do momento constrangedor que ficou praticamente nua na frente do homem que era seu chefe e se tornou o seu atroz, nunca havia compartilhado um momento de tanta intimidade assim com ninguém além de sua mãe… a sua mãe, ao pensar na mulher mais especial de sua vida, Savine chorou debaixo do chuveiro pedindo perdão pelo o que havia feito, pelo grande erro que cometeu e que agora não tinha mais volta, o medo preencheu o seu coração, o medo de perder suas duas únicas parentes próximas e a preocupação por querer saber onde Leila estava, não tinha nenhuma pista de onde sua amiga poderia estar e mal sabia como começar a procurá-la, até porque, perdeu o seu celular diante dos milhares de contratempos, sendo assim, fez uma breve oração silenciosa se enrolando em uma toalha que estava próxima ao blindex do banheiro e se vestiu com uma espécie de pijama se deitando na cama respirando bem fundo
Fergus estava em seu escritório em uma ligação direta com Saul Hudson juntamente com os principais líderes do estado americano, passava praticamente todas as madrugadas assim, no total claro resolvendo assuntos pendentes que envolviam a organização, os seus negócios locais e suas duas indústrias a qual comandava, enquanto Fergus dava fim às suas atividades, Cathal seu irmão, atravessou seu escritório sem pedir licença
-Já te falei para não entrar assim no meu escritório, da próxima vez, eu vou meter um tiro no meio da sua cara sem nenhum tipo de clemência ou compaixão!
Fergus respondeu encarando o irmão sério
-Não acredito que você colocou a pilantra que te roubou dentro da tua casa, você possui problemas neurais, caro irmãozinho?
Cathal perguntou em tom de deboche enquanto despejava uma bebida em dois copos servindo um deles para Fergus
-E você por um acaso vai dá uma mamãezinha agora querendo controlar o que faço da porra da minha vida? Fique sabendo, que eu não coloquei essa delinquente dentro da minha casa, ela só está aqui, porque quero os manter os meus olhos fixos nela, em cada passo que ela der, em cada respiração que ela fizer, em cada direção que ela for, em cada pessoa que ela cumprimentar, em cada ação que ela vier a praticar, eu estarei bem aqui, completamente à espreita observando cada pequeno movimento ou descuido seu, ela diz que não faz ideia onde está o que me roubou descaradamente, mas eu não confio em nenhuma de suas palavras e quando eu ter o que quero em meu domínio, vou me certificar de descartá-la de uma vez só.
Fergus rosnou fumando um charuto de uma de suas gigantescas coleções oferecendo outro ao Cathal
-Se eu não fosse o seu irmão eu certamente correria de você, as pessoas acham que eu sou o diabo, mas perto de você irmãozinho, eu sou um cordeirinho santo de Deus…
Cathal contava rindo da situação
-A única diferença que existe entre eu e você é que você gosta de fazer joguinhos e eu vou diretamente ao ponto, não tenho paciência para passatempos sem futuro.
Fergus informou virando um copo de conhaque em um único gole
-É pode ser…E o que vamos fazer com a ordem e direção daquele orfanato? O arcebispo e o padre estão desesperados com medo de morrer…
Cathal respondeu levando um cigarro até a boca
-Vamos mantê-los em nossas mãos, depois eu vejo o que faço de acordo com o que será mais vantajoso e satisfatório para organização, é mais um método em nossas mãos de fazer a facção crescer e assim enriquecemos cada vez mais, quanto mais aliados , mais olhos espalhados no mundo no inteiro teremos, é assim que a nossa base cresce, você precisa aprender sobre esse e outros mecanismos, Cathal, daqui a alguns anos será você no meu lugar.
Fergus havia ordenado concentrado em suas atribuições
-Coloque seus herdeiros para administrar; Não tenho perfil para chefiar, eu gosto é de desossar um bom cadáver bastante saudável de preferência, por exemplo.. também de matar, esfaquear, ver sangue correr, coração pulsando vivo pra fora, isso sim, é bem mais divertido, sem comparação!
Cathal explicava tranquilamente cruzando uma de suas pernas
-Você precisa começar a ter responsabilidade, porra! E que merda é essa de herdeiro que você está falando? Não quero ter filhos,e na verdade, eu odeio crianças, não suporto esses fedelhos que fedem a leite fazendo birra no mínimo umas 500 vezes ao dia! Agora se manda daqui, Cathal, some do caralho da minha frente ou eu acerto uma bala no meio da tua testa agora mesmo, quer pagar pra ver?!
Fergus ordenou irritado enquanto seu irmão saia do ambiente apressado com as duas mãos para o alto.
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Atualizado até capítulo 91
Comments
Lorrany Pimentel
Esses irmãos kkkkk o Cathal é o coringa e o Fergus parece o Batman
2024-11-16
0
Isabelle Isidório
Fica quietinha na sua baranga
2024-11-14
0
Isabelle Isidório
Já tô pegando a minha pipoca pra ver ele doido por um bebê kkk
2024-11-14
1