Julie, com a alma em chamas, mergulhou no caso de Clara. Ela sabia que a batalha seria árdua, mas estava decidida a fazer justiça para a jovem e para sua família.
"Sarah, preciso de todas as provas que temos sobre o caso de Clara. Testemunhas, mensagens, tudo. Precisamos abrir esse caso novamente."
Sarah, com um olhar de admiração e apoio, assentiu. "Já estou reunindo tudo, Julie. E já agendei uma audiência com o Juiz para amanhã."
Julie agradeceu e se dedicou a analisar cada detalhe do caso. Ela estudou os relatos das testemunhas, as mensagens trocadas entre os suspeitos, os laudos periciais. As provas estavam lá, claras e contundentes, mas a polícia havia decidido ignorá-las.
No dia seguinte, Julie, com o coração pesado, se apresentou no tribunal. Ela observava a sala, o juiz sentado em seu trono, Alex, o promotor, com um sorriso cínico nos lábios.
"Excelentíssimo Juiz, peço a Vossa Excelência a reabertura do caso da jovem Clara, vítima de estupro coletivo."
Alex, com a voz fria e arrogante, interrompeu. "Excelentíssimo, peço que não perca tempo com esse caso. Ele foi devidamente investigado e arquivado por falta de provas."
Julie, com a voz firme, rebateu. "Excelentíssimo, as provas existem, e estão aqui. Testemunhas, mensagens, laudos periciais. Tudo aponta para a culpa dos acusados."
Julie apresentou as provas, uma a uma, com detalhes e precisão. As mensagens cruéis dos suspeitos, os relatos das testemunhas que viram Clara em estado de fragilidade após o ataque, o laudo pericial que confirmava a presença de DNA dos acusados no corpo da vítima.
"Excelentíssimo, a polícia ignorou as provas, alegando falta de evidências. Mas a verdade está aqui, diante de Vossa Excelência. Clara foi brutalmente violada, e seus algozes devem ser punidos."
O Juiz, com um olhar sério, ouvia atentamente. Ele observava as provas, analisava os argumentos de Julie e de Alex.
"Excelentíssimo, peço que não permita que a justiça seja cega. Peço que não permita que a impunidade prevaleça. Peço que esses criminosos sejam punidos por seus atos."
Julie, com a voz carregada de emoção, olhava para o Juiz, esperando por sua decisão. Ela sabia que a batalha era árdua, mas ela não podia desistir. Ela não podia deixar que a memória de Clara se apagasse, que a dor de Dona Maria se tornasse em vão.
Ela iria lutar até o fim, até que a justiça prevalecesse.
O silêncio no salão do tribunal era denso, carregado de expectativa. Julie, com o coração batendo forte, esperava ansiosamente pela decisão do Juiz.
O Juiz, após analisar as provas e ouvir os argumentos de ambas as partes, finalmente anunciou sua decisão. "Considerando as novas evidências apresentadas, este Tribunal autoriza a reabertura do caso da jovem Clara, vítima de estupro coletivo."
Julie, com um sorriso de alívio e esperança, assentiu. Ela sabia que a batalha ainda não havia terminado, mas a reabertura do caso era um passo crucial para a justiça.
"O Tribunal determina que todos os envolvidos, incluindo os acusados, compareçam à primeira audiência do caso, marcada para o dia 15 de março, às 10h00."
Alex, o promotor, com a face vermelha de raiva, se levantou. "Excelentíssimo, essa decisão é um absurdo! O caso já foi encerrado, e não há provas suficientes para reabri-lo."
O Juiz, com um olhar impassível, ignorou as palavras de Alex. "O Tribunal reconhece a gravidade do caso e a necessidade de uma investigação justa e completa. A primeira audiência será um passo crucial para a elucidação dos fatos."
Julie, com a voz firme, se dirigiu a Alex. "O senhor parece ter esquecido que a justiça não se baseia em conveniências, mas em fatos. A verdade sempre se revela, e a justiça será feita."
Alex, com um olhar de ódio, se sentou, mas a fúria em seus olhos era visível. Ele sabia que a reabertura do caso era um golpe duro para ele, que a luta por justiça estava apenas começando.
Julie, com o coração cheio de esperança, deixou o tribunal. Ela sabia que o caminho seria longo e difícil, que Alex faria de tudo para impedir a justiça. Mas ela estava determinada a lutar, a defender a memória de Clara, a dar voz à dor de Dona Maria.
Ela iria lutar até o fim, até que a verdade prevalecesse, até que a justiça fosse feita.
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Atualizado até capítulo 72
Comments
juliana Sereno
Mais uma vitória certa,cuidado com o Alex Ju.Acho que vais ter que denunciá-lo
2025-01-05
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