Alex voltou ao escritório, a expressão implacável, e encarou Kim. "Parece que você está mentindo, Kim. Não havia ninguém no estúdio que pudesse confirmar sua história."
O coração de Kim afundou. Ela sabia que alguém havia comprado o silêncio dos funcionários, mas não podia provar nada. "Por favor, me deixe falar com Mark! Ele sabe a verdade!", implorou Kim, as lágrimas ameaçando transbordar.
"Já te disse, ele não pode entrar aqui sem um advogado.", respondeu Alex, com um tom de voz glacial. "E se você realmente for inocente, procure um bom advogado. Mas, pelas evidências que tenho, não acredito na sua inocência."
A porta se abriu, e dois policiais entraram, prontos para levar Kim de volta para a prisão.
"Você vai se arrepender disso, Alex!", gritou Kim, com a voz cheia de raiva e desespero. "A verdade vai sair à tona!"
Alex apenas sorriu, um sorriso frio e calculista. "Espero que sim, Kim. Espero que sim."
Enquanto Kim era levada de volta para a prisão, Luna, com um sorriso vitorioso, se preparava para o próximo passo. Ela havia recolhido um copo que Kim havia usado na agência, e agora, em seu apartamento, usava um kit de impressão digital para transferir a digital de Kim para a arma que havia matado o fã.
Com movimentos precisos e silenciosos, Luna colocou a arma embaixo do sofá de Kim, certificando-se de que ninguém a visse. Ela sabia que, com essa prova, a condenação de Kim seria inevitável.
A teia da mentira se fechava sobre Kim, cada fio cuidadosamente entrelaçado para garantir sua ruína.
Luna, com um sorriso cruel, observava a tela do computador. Ela havia hackeado o telefone de Kim, apagando todas as conversas reais e criando um histórico falso. Mensagens incriminatórias, repletas de intimidade e promessas, agora decoravam o celular de Kim, mostrando um relacionamento amoroso com o fã assassinado.
"Pronto, Kim. Agora ninguém vai acreditar em sua inocência.", murmurou Luna, com um olhar de triunfo.
Ela sabia que a mídia, faminta por escândalos, se alimentaria da história. A imagem de Kim, já manchada pela acusação de assassinato, seria completamente destruída. A fênix, antes símbolo de esperança, agora seria vista como uma assassina fria e calculista.
A notícia da descoberta das mensagens falsas se espalhou como um vírus. Jornais, revistas e canais de televisão exibiam as conversas incriminatórias, pintando Kim como uma manipuladora que havia usado o fã para seus próprios fins.
O público, revoltado com a traição, se voltou contra Kim. As redes sociais foram inundadas por mensagens de ódio, e a hashtag #KimAssassina se tornou uma das mais comentadas.
Mark, ao ver as mensagens falsas, sentiu um aperto no coração. Ele sabia que a verdade era outra, mas a mídia, cega pela busca por sensacionalismo, ignorava qualquer argumento contrário.
Mark, se lembrou de Julie a advogada que nunca perdeu um caso, ele começou a pensar que ela era a única solução, que ela poderia ajudar Kim com sucesso. Mas Mark não sabia do número dela, pois ele perdeu o seu contato Julie e Mark foram amigos na faculdade.
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Atualizado até capítulo 72
Comments
Rosiane Patrício
meu Deus quanta injustiça
2024-11-21
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