Luna, consumida pela fúria e pela inveja, não se conformava com a libertação de Kim. A justiça, para ela, era uma piada cruel. Ela não permitiria que a mulher que tinha tanta inveja, continuasse feliz.
Com um olhar frio e calculista, Luna ligou para seu contato, um assassino profissional, e ordenou que ele eliminasse Kim. O preço não importava, a única coisa que interessava era ver a rival morta.
Enquanto isso, Kim, ainda abalada pela experiência traumática na prisão, tentava se reerguer em seu apartamento. A sensação de insegurança a oprimia, cada ruído a fazia tremer. De repente, a porta foi arrombada com violência. Um homem alto e forte, com um olhar ameaçador, invadiu o apartamento.
"Você não vai escapar de mim," ele disse, com uma voz rouca e ameaçadora, brandindo uma faca.
Kim, tomada pelo pânico, correu para a porta, mas o homem a interceptou. Ela se esquivou, gritando por ajuda, e conseguiu escapar pela porta dos fundos.
Com o coração batendo forte no peito, Kim se lembrou do endereço de Julie, o único lugar seguro que lhe ocorria naquele momento. Ela correu até o apartamento de Julie, esgotada e tremendo.
"Julie, alguém tentou me matar!" Kim disse, com a voz trêmula, enquanto respirava ofegante.
Julie, apavorada com a notícia, ligou imediatamente para Mark. "Mark, você precisa vir aqui agora! Kim está em perigo!"
Mark, que estava em casa, se preparou para sair em disparada. A notícia de que Kim estava em perigo o deixou em estado de alerta. Ele tinha que protegê-la, a qualquer custo.
Em poucos minutos, Mark chegou ao apartamento de Julie. O encontro de Kim e Mark foi marcado por um abraço de alívio, a certeza de que, juntos, eles enfrentariam qualquer ameaça.
Julie, com a voz firme, disse para Kim: "Precisamos ir à delegacia fazer um Boletim de Ocorrência. É importante registrar o ataque para que a polícia possa investigar e te proteger."
Mark, concordou com Julie, ligou para sua secretária, pedindo que ela fosse até o apartamento de Kim pegar suas roupas e pertences. Ele não queria que ela voltasse para aquele lugar, não enquanto o perigo ainda pairava sobre ela.
Enquanto esperavam a secretária, Julie e Mark tentaram acalmar Kim, que estava em choque. Ela ainda tremia, as lembranças do ataque a assombrando.
"Eu vou ficar bem," Kim disse, com a voz fraca, "mas preciso que a polícia encontre aquele homem. Ele não pode ficar livre para tentar me matar de novo."
Juntos, os três foram até a delegacia. A delegada, uma mulher de rosto severo, ouviu atentamente o relato do ataque. Kim, com detalhes precisos, descreveu o homem que havia tentado matá-la: alto, forte, com um olhar frio e ameaçador, usando uma jaqueta de couro preta.
"Ele não tinha nenhum tipo de identificação? Algum detalhe que possa ajudar a identificá-lo?", perguntou a delegada.
Kim pensou por um momento. "Ele tinha uma tatuagem no braço direito, um dragão vermelho," respondeu ela.
A delegada anotou os detalhes no Boletim de Ocorrência. "Prometemos que faremos tudo ao nosso alcance para encontrar esse homem," disse ela, com um olhar sério. "Mas, por enquanto, é importante que você fique em um lugar seguro."
Kim, com a sensação de que a justiça estava sendo feita, finalmente conseguiu respirar fundo. Ela sabia que a batalha ainda não havia terminado, mas com a ajuda de Julie e Mark, ela se sentia mais forte.
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Atualizado até capítulo 72
Comments
juliana Sereno
Neste Neste momento é necessário que ela fique em lugar seguro.
2025-01-05
1
Esther Gonçalves Felipe Gonçalves Felipe
estou começando a ficar com um leve ódio de Luna, mas é bem pequeno sabe? quase nada🙂
2025-03-08
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