A notícia do fracasso do assassino chegou aos ouvidos de Luna como um trovão. A fúria a consumia, um turbilhão de raiva e frustração. Como ousava aquele incompetente falhar? Ela havia pago um preço alto para garantir que ele matasse Kim , e ele a havia decepcionado.
Com um olhar gélido, Luna ligou para o assassino, marcando um encontro em um local deserto, longe dos olhos curiosos. Ele chegou, com o semblante abatido, esperando uma bronca. Mas Luna não o repreendeu, não dessa vez. Ela o encarou com um sorriso cruel, uma promessa de morte.
"Você falhou," disse ela, a voz fria como o aço. "E o fracasso tem um preço."
O assassino, sentindo o perigo, tentou argumentar, mas Luna o interrompeu com um movimento rápido. Ela o golpeou com uma força brutal, o derrubando no chão. Ele tentou se levantar, mas Luna não lhe deu chance. Ela o golpeou repetidamente, até que ela tirou uma arma de dentro do bolso do seu casaco, e a tirou bem na cabeça do assasino, até que ele parou de se mexer.
Com a morte do assassino, Luna sentiu um misto de satisfação e medo. A vingança, agora, estava em suas mãos. Ela não confiaria em mais ninguém. Ela mesma se encarregaria de eliminar Kim.
Com a ajuda de um machado, Luna cavou uma sepultura rasa em um local isolado. Ela enterrou o corpo do assassino, apagando qualquer vestígio de sua existência. A terra fria e úmida cobria o corpo, silenciando-o para sempre.
Luna, com a alma enegrecida pela vingança, se preparava para o próximo passo. Ela não descansaria enquanto Kim estivesse viva. Na cabeça dela Kim, era culpada por ela, nunca ter conseguido chega ao sucesso.
Luna voltou para a agência, a mente fervilhando de planos. Ela precisava encontrar Kim, e desta vez, ela mesma se encarregaria de eliminar a rival.
A agência era um labirinto de salas escuras e cheias de fumaça de cigarro. O cheiro de álcool e perfume barato pairava no ar, misturado com o aroma de café velho. Luna se sentia em casa naquele ambiente sórdido, onde a moral era tênue e a lei do mais forte imperava.
Ela se aproximou do balcão, onde um homem corpulento, com uma tatuagem de um crânio no braço, a observava com desdém.
"Preciso de um favor," disse Luna, com um sorriso falso. "Estou procurando por Kim. Ela é alta, magra, cabelo meio ruivo, olhos castanhos. Você sabe quem é?"
O homem, sem tirar os olhos dela, respondeu com um tom rude: "Não me lembro de ter visto nenhuma garota com essas características por aqui. Você devia ter perguntado antes de matar o cara."
Luna sentiu um arrepio percorrer sua espinha. Ele sabia. Ele sabia que ela havia matado o assassino. Mas ela não podia se deixar intimidar.
"Não estou brincando," disse ela, com a voz fria. "Eu preciso encontrar essa garota. E se você não me ajudar, vai se arrepender."
O homem riu, um riso seco e ameaçador. "Você não assusta ninguém aqui, pirralha. Se você quer tanto encontrar essa garota, procure em outro lugar."
Luna, furiosa, se virou e saiu da agência, determinada a encontrar Kim por conta própria. Ela sabia que Mark estava protegendo Kim, mas não tinha provas. Ela precisava encontrar uma maneira de descobrir onde Kim estava escondida.
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Atualizado até capítulo 72
Comments
juliana Sereno
Esta Luna.é o resto dos restos
que seja logo descoberta.
2025-01-05
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