minha rosa vermelha

Louis repousava sobre o peito de Muriel, sentindo as mãos delicadas deste a acariciar seus cabelos, o que lhe proporcionava um conforto inigualável. Ambos encontravam-se no sofá de tonalidade avermelhada, iluminados pela suave luz das lâmpadas que os cercavam. As amplas janelas do castelo permitiam a entrada de uma brisa sutil, e através delas era possível avistar a lua, enquanto a chuva caía lá fora. Assim, Louis começou a sentir o sono se aproximar enquanto repousava no colo de Muriel. Ao se preparar para adormecer, notou que Muriel apresentava uma expressão séria. Ele, então, erguendo a cabeça do peito do companheiro, dirigiu seu olhar em sua direção, deslizando sua mão fria pelo rosto de Muriel, puxando-o pelo queixo para que o fitasse. Com seus olhos carmesins a brilhar, Louis proferiu:

- Muriel, não sou capaz de te oferecer muito em troca.

Muriel retirou os óculos e os colocou sobre a mesa. Com um gesto delicado, acariciou o rosto de Louis, percebendo a frieza de sua pele. Os olhos carmesins dele, antes intensos, agora apresentavam uma tonalidade mais suave, enquanto seus cabelos alaranjados, que antes estavam cuidadosamente arrumados, encontravam-se um pouco desordenados. Muriel suspirou; seu coração pulsava de maneira acelerada, mas, de alguma forma, ele se sentia à vontade na presença de Louis. Aqueles olhos carmesins, de alguma maneira, transmitiam uma sensação de segurança. Em um tom suave, Muriel declarou:

- Louis, não desejo que me ofereça nada; apenas anseio por conhecer essa pessoa de sangue frio que se encontra diante de mim e compreender o que ainda faz você querer viver.

Louis, com um leve sorriso que não conseguiu esconder um toque de tristeza, respondeu:

- Eu já não tenho motivos para lutar. Evito conflitos, pois, no final, sei aonde isso nos levará. Não possuo mais família, não tenho alguém ao meu lado que me ame e nem mesmo filhos. Apenas experiencio a solidão a cada dia, a cada ano, a cada década.

Muriel sentiu a dor contida nas palavras de Louis, repletas de melancolia e uma estranha paz; mesmo na tristeza, ele parecia aceitar essa condição. Em um sussurro quase inaudível, Muriel falou:

- E se eu me tornar o seu refúgio nessa solidão? E se eu puder lhe oferecer um motivo genuíno para sorrir, para amar e ser amado, mesmo que por um breve período? Desejo ajudá-lo, quero compreendê-lo.

Louis ajustou-se no sofá, deslizou a mão pelos seus longos cabelos ondulados, desfazendo a trança e deixando-os soltos. Com uma voz que transmitia certa sensualidade, ele disse:

- Então, permita-me sentir sua pele, seu calor. Deixe-me experimentar a vida ao unir nossos corpos.

Muriel aproximou-se de Louis, acariciando suavemente seu rosto, enquanto sua mão deslizava lentamente pelo pescoço dele, sentindo a pele fria e pálida sob seus dedos. Louis fechou os olhos, absorvendo o toque e soltou um leve suspiro; era perceptível como sua respiração tornava-se mais rápida, e seu coração alterava seu ritmo. Muriel inclinou-se ainda mais em direção a Louis, passando as mãos pela camisa dele e, com delicadeza, começou a desabotoá-la, revelando seu corpo pálido, mas bem definido. Ao abrir os olhos, Muriel notou que seus olhos carmesins apresentavam um leve tom avermelhado, agora repletos de desejo. Um pouco nervoso, Muriel, com a respiração acelerada, declarou:

- Você é gelado, mas, mesmo assim, é agradável sentir seu corpo frio e perceber o pulsar do seu coração aquecer a sua respiração; tudo isso é profundamente humano para mim.

Louis aproximou-se do rosto de Muriel, inclinando a cabeça para o lado, enquanto acariciava os cabelos lisos e brancos do Muriel. Com uma voz rouca e sensual, ele disse:

- Pequeno lírio, permita-me sentir mais; posso lhe mostrar o quanto esse corpo gelado pode proporcionar prazer.

Num movimento um tanto inesperado, Muriel subiu sobre o colo de Louis, abrindo devagar a camisa, fixando o olhar nos olhos de Louis, que o observava com admiração enquanto retirava a camisa, expondo seu corpo esbelto. Louis então passou as mãos na cintura de Muriel, puxando-o para mais perto, onde seus peitos se encontraram, e ambos puderam escutar os batimentos cardíacos um do outro.

Louis posiciona a mão na nuca de Muriel, fitando-o nos olhos por um instante antes de selar seus lábios de maneira suave e delicada. Suas mãos deslizam pelas costas de Muriel, absorvendo o calor que irradia dele. Muriel, por sua vez, ajusta um pouco seu corpo sobre Louis, sentindo a frieza do corpo do outro, mas também a ereção que se encontra sob ele, o que o surpreende. Em meio ao beijo, Muriel comenta:

- Pensei que por não estar aquecido, não teria uma ereção.

Louis solta uma risada rouca, observando Muriel com um olhar provocante. Suas mãos descem até a cintura de Muriel, apertando-o suavemente, enquanto diz:

- Posso fazer algo ainda melhor do que alguém que é quente, e vou te mostrar, lírio.

Louis, em um gesto ágil, ergue-se do sofá com Muriel em seus braços, pressionando-o contra a parede. Seus lábios se encontram com fervor; a língua de Louis busca passagem e Muriel, rendido, o recebe. As línguas entrelaçam-se numa dança apaixonada, enquanto os beijos se intensificam e as mãos de ambos exploram os corpos um do outro. Quando se separam, ofegantes, Muriel já se entregou ao momento e Louis diz:

- Você, em meus braços, lírio, está me conduzindo à loucura. Quero tudo de você, quero agora.

Muriel envolve os braços ao redor do pescoço de Louis e responde, ofegante:

- Eu te desejo com todo meu corpo e meu coração. Faça-me seu.

Louis deita Muriel no sofá, posicionando-se sobre ele. Começa a beijar seu pescoço, provocando arrepios com seus lábios frios, e desce os beijos até o peito de Muriel, lambendo e mordiscando os mamilos, fazendo com que Muriel libere um gemido baixo. Louis, com um tom sedutor, diz:

- Geme para mim, quero ouvi-lo, lírio.

Muriel acaricia o cabelo de Louis, ofegante, enquanto ele toca o rosto de Louis e diz com uma voz suave:

- Louis... mais... me toca.

Louis sorri de maneira travessa e começa a morder os mamilos de Muriel, deslizando as unhas pelas partes internas das coxas, apertando-as, fazendo Muriel soltar um gemido suave a cada toque. Ele observa as reações de Muriel, que se contorce e geme com cada carícia e pressão em seu corpo. Louis comenta:

- Nossa, lírio, te ver assim em êxtase com meus toques me deixa querendo mais.

Louis envolve Muriel pela cintura, abrindo a calça dele com calma, passando a unha pela barriga. Lentamente, ele despede-se das calças de Muriel, suas mãos exploram a pele dele, enquanto abre devagar as pernas de Muriel, inclinando-se para começar a beijar e morder as coxas, fazendo Muriel gemer mais alto e apertar as almofadas. Louis vai subindo os beijos até as partes internas das coxas, deixando beijos e mordidas, lambendo onde deixou marcas, passando as unhas por onde fez as marcas vermelhas na pele, ele diz de forma provocante:

- Que maravilha, lírio, e eu só comecei e você já está gemendo tanto.

Muriel, ofegante e entre gemidos, responde:

- Minha rosa, quero que me consuma, sou todo seu.

Louis, com um toque possessivo, passa as mãos pelo corpo de Muriel e diz:

- Vou fazer você gritar meu nome e te marcar por todo esse corpo.

Ele arranca rapidamente a roupa íntima de Muriel, lambendo a virilha e, em seguida, começa a lamber o membro dele, já cheio de desejo.

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