No coração de uma noite fria e enluarada, o castelo se erguia imponente, envolto em uma atmosfera misteriosa. As paredes de pedra, cobertas de trepadeiras antigas, guardavam segredos que apenas a brisa sussurrante conhecia. Muriel, curioso, estava fascinado por esse lugar, especialmente pela presença hipnotizante de Lorde Louis, um vampiro cujo olhar parecia conter a escuridão e a luz das estrelas. Enquanto caminhava pelos corredores, sua voz suave e sensual ressoava como um eco dos sonhos mais profundos.
Quando Muriel enquanto parou para conversar com Louis, a tensão entre eles era palpável. Ele se sentia atraído por aquele homem, não apenas por sua beleza cativante, mas pela aura sedutora que o cercava. “Vou para o meu quarto, licença, Louis”, disse Muriel, tentando ignorar a intensidade de seu olhar. Louis, com um sorriso enigmático, olhou sobre seu ombro e respondeu: “Cuide-se para não se machucar no meio do caminho”. A risada de Muriel foi leve e despreocupada, como se estivesse se despedindo de um sonho: “Estou indo para o meu quarto, não vou me machucar.”
Depois de se afastar, Muriel correu para seu quarto, seu coração pulsando rápido. A aura de Louis a seguia como uma sombra tentadora, algo que ela não conseguia compreender. Ao deitar-se na cama, seu rosto se iluminou com as memórias dos cabelos arranjados de Louis e de seu olhar vermelho fascinante. Enquanto seus olhos se fechavam, os sonhos a envolviam, trazendo à tona a curiosidade sobre o homem enigmático que habitava aquele castelo sombrio. Aquele vampiro amaldiçoado pela noite e pela imortalidade despertava nele a vontade de saber mais sobre a verdadeira essência de sua natureza noturna.
A beleza de Louis era deslumbrante, mas seu destino obscurecido pela maldição da imortalidade a deixava intrigado. Muriel sonhou em se perder na profundidade de seus olhos, imaginando como seria ser tocado por alguém que conhecia a escuridão de forma tão íntima. O desejo de entender a complexidade de Louis cresceu, e ele sentiu que, de alguma forma, associar-se a ele poderia iluminar suas próprias verdades ocultas. E assim, naquela noite, em seu quarto no castelo, a vida de Muriel tomou um rumo inesperado cheio de encanto e mistério, enquanto Muriel sonhava sob a proteção da luz da lua.
O sol começou a nascer, e as aves cantavam doces melodias. Muriel acordou com batidas animadas em sua porta, ainda sonolento, mas curioso. Com seus cabelos bagunçados e pijama confortável, ela se levantou e foi até a porta. Ao abrir, viu Elisabeth, o braço direito do rei, vestida com sua armadura leve e tecidos vibrantes que refletiam a luz do dia. A energia contagiante de Elisabeth iluminou o ambiente, e sua animação era quase palpável.
"Muriel, hoje é um dia especial!", exclamou Elisabeth com um sorriso radiante. "Seus óculos estão prontos e estou aqui para buscá-lo!" Muriel sentiu seu coração disparar de empolgação, pois sempre esperou ansiosamente por aquele momento. Um novo mundo de clareza a aguardava, e ele estava determinado a explorá-lo. "Que incrível! Vou tomar um banho e já volto," respondeu Muriel com um sorriso largo, mal conseguindo conter sua alegria.
Elisabeth, sempre dinâmica e divertida, não hesitou em entrar no quarto de Muriel enquanto ele se preparava. Muriel ficou um pouco surpreso, uma vez que não tinha a convidado diretamente, mas rapidamente deixou de se preocupar. Elisabeth tinha a habilidade de fazer tudo parecer natural e divertido, e a presença dela trazia uma sensação de conforto e camaradagem. "Você precisa me ajudar a escolher seus novos óculos!", disse Elisabeth, enquanto olhava em volta com interesse.
A conexão entre Muriel e Elisabeth se fortalecia a cada momento que passavam juntos. Muriel percebeu que essa amizade era preciosa, e cada risada compartilhada tornava os dias em ainda mais brilhantes. Com o banho tomado e um brilho de expectativa nos olhos, Muriel se vestiu e se preparou para o grande dia. Juntos, eles partiram em direção à ir até o curandeiro real pegar os óculos, onde um novo capítulo da vida de Muriel estava prestes a começar!
Envolto em sombras e mistério, Muriel e sua amiga Elisabeth vista magnífico castelo demoníaco que sempre as deixava encantado. A elegância sutil das paredes escuras e a beleza sombria dos enfeites criavam uma atmosfera hipnotizante. Muriel, um ser angelical, olhava ao redor, maravilhando-se como aquele lugar podia ser tão impressionante e, ao mesmo tempo, tão imponente. No salão, ele avistou Rafael e Louis, dois seres cujas presenças faziam seu coração acelerar de formas que ele nunca imaginou. A noite anterior havia sido quente e cheia de promessas com Rafael, mas agora ele se via intrigado também por Louis, um lorde das trevas com seu charme sedutor.
Rafael, percebendo a distração de Muriel, convidou-o a experimentar um par de óculos que ele havia desenhado especialmente para ele. "Olha esses modelos incríveis!", exclamou, com um brilho nos olhos. Louis, inclinando-se com um sorriso travesso, disse suavemente: "Eu mesmo os fiz. Com seus graus de visão, queria algo que combinasse com a sua essência angelical." Muriel, encantado, mas inseguro, respondeu: "Eu amei os óculos, mas eu prefiro algo mais simples e menor." A tensão no ar aumentou à medida que Louis observava Muriel com uma intensidade que o deixava sem palavras.
Com a partida de Rafael, que tinha afazeres a cumprir, Muriel e Louis ficaram a sós, e a conversa que se seguiu foi cheia de nuances e provocações. "Como um ser angelical se envolve com um demônio?", perguntou Louis, sua voz aveludada provocando um arrepio na pele de Muriel. Sem entender, Muriel balbuciou: "Como você sabe que fiquei com Rafael?" Louis sorriu, um brilho enigmático em seus olhos: "Eu sou um vampiro, e consigo sentir o fluxo do sangue e dos batimentos cardíacos dos seres ao meu redor." Muriel sentiu seu rosto esquentar, enquanto a conexão entre eles se tornava palpável.
Louis aproximou-se, a respiração quente e sedutora quase tocando a pele de Muriel. "A sensação que você tem por mim é tão intrigante", murmurou, passando os dedos levemente pela cintura de Muriel. "Você fica tão acelerado, e eu quero entender por que isso acontece." Muriel, lutando contra os sentimentos que cresciam dentro dele, disse timidamente: "Eu gosto do Rafael. Ele é uma pessoa legal." Mas a proximidade de Louis e sua energia irresistível o deixavam confuso e dividido entre seus desejos angelicais e as tentações demoníacas.
Continuou, com os sentimentos de Muriel se entrelaçando em um novelo complicado, cheio de paixão e dúvida. Ele não sabia como lidar com a sensualidade envolvente de Louis, que parecia despertar algo profundamente humano dentro dele. Enquanto os dois se encaravam, Muriel percebeu que estava em uma encruzilhada, onde os caminhos do amor e do desejo se cruzavam de formas inesperadas. Assim, em meio à elegância do castelo e as promessas não ditas, a história de Muriel se desenrolava em um futuro incerto, repleto de possibilidades e escolhas perturbadoras.
Louis acaricia o rosto de Muriel, utilizando uma voz sedutora e suave. "Anjo ou não, você me intriga." Ele desliza suas mãos pelo pescoço de Muriel, que sente seu toque gelado sobre a pele; apesar da frieza, essa sensação provoca um calor interior e descontrole. Era como se a presença de Louis emanasse uma aura quente. Em seguida, Louis fala novamente, apertando a cintura de Muriel: "Desejo descobrir o que me atrai em você; vamos nos conhecer."
Muriel retrocede ligeiramente e responde timidamente: "Concordo em nos conhecermos e explorar nossos sentimentos." Louis solta uma risada rouca, sensual e enigmática enquanto observa Muriel se afastar. Ele se afasta caminhando com charme, seus cabelos alaranjados balançando suavemente em um rabo de cavalo.
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Atualizado até capítulo 24
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