Em Busca De Vingança.

Apolo Narrando.

— Amanhecer com um aperto em meu peito não sei qual era o motivo, mais parecer quê está prestes acontecer o pior quê já imagino, chamo várias vezes pelo Pedro e nada dele, me responder logo o meu pai vêm até no meu quarto, dizendo quê o Pedro não se encontrava então falo, com ele para ele chamar uma das empregada há me ajudar em me colocar na cadeira de rodas, sigo para o banheiro escovo os meus dentes, e saio com a minha cadeira para sala vejo meu pai, pedindo para servir o café mais eu não estava com fome, pego o meu celular e logo para o Thomas.

Apolo — Bom dia! 📱Thomas o Pedro está com você? Aguardo ele falar.

Thomas — Bom dia Apolo, Não vê o Pedro hoje achei quê ele não ia, para Escolar aconteceu alguma coisa?

Apolo —📱 Eu não sei, mais acordei pela manhã com essa sensação de aperto, em meu peito estou ligando para o celular dele, mais está dando desligado.

Thomas — 📱 Ficar tranquilo, chego aí num instante.

Apolo — Ok. Encerro a ligação e meu pensamento é voltado para o Pedro, ele nunca saiu sem me avisar aonde foi quê ele se meteu.

Pedro

— Saí bem cedo pela manhã, sentindo uma intensa sede de vingança. Algo despertou em meu interior, o que explica essa rápida mudança de atitude. Passei a vagar pelas ruas da minha cidade, em busca de Rhael, mas até agora não obtive sucesso. Esta é minha primeira tentativa e já estou enfrentando dificuldades; ele não pode se esconder para o resto da vida. De qualquer forma, eu o encontrarei. O que ele fez é imperdoável e garanto que ele receberá as punições que merece. Ele ainda não conhece bem o irmão que tem.

— Após uma busca infrutífera, decido retornar para casa, pois passei o dia inteiro vagando pelos becos e outras áreas. Antes de ir, paro e reflito, convencido de que meu pai e demais pessoas estão preocupados com a minha ausência. Meu celular está descarregado e, ao voltar, provavelmente enfrentarei uma sermão considerável. No entanto, não me importo com isso. Planejo sair mais vezes, aquele rato de esgoto não pode permanecer debaixo das asas do pai dele por muito tempo. Chamo um Táxi, sigo para casa, enquanto a mente divaga em pensamentos sombrios sobre as piores formas de eliminar o Rahel.

— Meia hora depois, cheguei em casa e, ao abrir a porta, todos me olharam surpresos. Minha cabeça estava cheia de pensamentos, mas não podia ignorar as perguntas que estavam sendo feitas.

Apolo — Você deixou todos nós preocupado, Pedro. Aonde você esteve todo esse tempo?

Pedro: Fui caçar. Está satisfeito com a minha resposta?

Apolo — Essa é a forma como você se comunica conosco?

Pedro: Olha, pai, desculpe se pareço autoritário, mas cansei de ficar de braços cruzados, esperando a morte vir até mim.

Apolo — O que você disse, Pedro? Assim que eu me aproximo de, Pedro Thomas intervém. Eu olho para ele e decido deixá-lo conversar com Pedro.

Pedro — Por favor, tio Thomas, nem você nem ninguém irá me fazer parar agora. Eu vou eliminar aquele inseto detestável. Altero um pouco a minha voz e afirmo — Eu vou matá-lo.

Apolo — Apenas porque você tem uma arma, você já se considera um homem crescido, Pedro? É isso mesmo?

Pedro — Estou cansado de esperar; ninguém vai me impedir. Peço licença e me retiro.

Thomas.

— Após a saída do Pedro, conversei com o Apolo para que pudéssemos dar um tempo ao Pedro. Comuniquei a ele que percebo que ele não está bem, que algo nele mudou, e que não devemos pressioná-lo, permitindo que ele tenha a oportunidade de refletir. Olhei para o Apolo e informei que ficarei por aqui hoje só para ter a certeza quê Pedro, não irá fazer nada de cabeça quente.

Enquanto isso.....

Rhael.

— Saí para dar uma volta sem solicitar autorização ao meu pai, pois estou cansado do seu controle constante. Não posso ser tratado como um animal de estimação, que pode ser limitado em suas idas e vindas. Além disso, após o Miguel me alertar sobre a tal caixa, estou mais atento. Ao retornar para casa, sempre observando os arredores. Logo, cheguei em frente à minha casa, abri o portão com cuidado, certificando-me de que não havia ninguém por perto. Enquanto caminhava lentamente, fui surpreendido por uma voz familiar que me fez parar instantaneamente e olhar na direção dele.

Guilherme — O passarinho curioso resolveu deixar o ninho sem a autorização do papai?

Rhael — Vá se fuder! O que você tem a ver com a minha vida?

Guilherme — Tudo, especialmente a sua curiosidade sobre aquela caixa. Percebo, então, os olhos de Rhael bem abertos, fixos em mim.

Rhael — O que você disse? aponto a arma para a cabeça de Guilherme. Nesse momento, ouço a voz do meu pai, mas sem desviar a atenção.

Máximo — Abaixar essa arma, Rhael, imediatamente. Minha voz era grave e firme, mas não obtive sucesso em fazer com que Rhael me obedecesse.

Continua...

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Comments

Elisabete Claudino da Silva

Elisabete Claudino da Silva

Alice tem que está viva e se vingar

2024-08-23

1

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