Thomas
— Passei o dia inteiro aqui, no hospital, rezando para que tudo ocorra bem. Estava aflito. Apolo ainda estava na sala de cirurgia. Já contei nos dedos quantos copos de café eu já bebi para tentar acalmar meus nervos. Depois de muitas aflições, a espera finalmente acabou. Vejo o médico vindo na minha direção; o semblante dele já me dizia que as notícias não eram nada boas.
Dr. — Responsável que está acompanhando o seu Apolo Martim. Vejo a pessoa levantando a mão e eu falo: — Bom, como o senhor pode ver, a cirurgia durou três horas. A bala ficou alojada na medula espinhal T1; nessa região é bem delicada e o paciente sofrerá paralisia das pernas e do tronco. Eu sinto muito. Logo ele estará no quarto. Eu peço a uma enfermeira para avisar ao senhor para estar vendo ele. Com licença.
— Eu não conseguia acreditar no que o médico acabou de me dizer: Apolo ficará paraplégico. Informo imediatamente ao cárter, após longas horas na chamada. Ele encerrou a ligação, ficou sem acreditar também e acabou passando mal. Ainda bem que tem uma enfermeira particular para cuidar dele. Meu mundo caiu ali mesmo; olhar o que Apolo buscou para a sua vida... Como eu vou dar essa notícia para ele? Meu Deus, por que tinha que ser eu? Momentos depois, vem uma enfermeira avisar-me que ele já está no quarto. Agradeço e vou ver como ele está. Sigo para o corredor; a porta do seu quarto era de número cinco. Abro e vejo ele de olhos fechados. Não queria incomodar, então sento-me numa cadeira próxima e fico ali aguardando ele acordar. Não demorou muito tempo até ele olhar para mim com um olhar profundo e perguntar como foi a cirurgia. Juntando as falas na minha boca, eu não poderia esconder isso dele mais.
Thomas — A cirurgia foi bem, delicada Apolo eu gaguejava quando vou falar, ele interrompe-me.
Apolo — Desembuchar Thomas, eu quero saber porquê não sinto, as minhas pernas e porquê estou de sonda, e fralda eu olho para cima sem fazer movimento com, o meu pescoço julgo que bem lá, no fundo, eu já sabiá da resposta mais só precisava da confirmação.
Thomas — Respiro pesadamente e digo — Você ficará paraplégico, eu sinto muito. Eu chego perto dele, mas ele manda eu ir embora. No estado em que Apolo estava, eu não queria deixá-lo sozinho. Ele estava transtornado; o barulho do choro dele era demais para mim. Também podia sentir a tristeza dele e falo — Não está sozinho, estarei aqui por você sempre, segurando sua mão. Ele gritava repetidamente a palavra "não" e dizia por que aquilo tinha que acontecer com ele. Eu tento acalmar, mas foi bem difícil. Mas não desisti e, após tanto consolá-lo, ele acabou adormecendo.
Do outro lado dali mas distante.
Máximo
— Os treinamento de Rhael, tenhe cido cada dia mais rígido ele quase, toda a hora tenhe atormentado a minha cabeça, perguntando pela mãe sempre desviando, do assunto mais ontem foi de mais eu acabei, dando um tapa em seu rosto para ele ir aprendendo, como a vida é dura e precisar encarar logo, a realidade de cara todos os dias Guilherme acorda, ele às cinco da manhã e quando ele se enrolar, para não se levantar eu mesmo jogo água, fria na cama ele precisa entender e enxergar, quê os modos de convivência mudaram, contratarei professores particular para dá aula, há ele hoje eu sigo o seu progresso de perto vou até, na sala e vejo ele sentando assistindo alguma, coisa reparo às marcas em seu corpo, devido as chicotada que o Guilherme tenhe, realizado tudo faz parte da minhas ordem falo, com ele quê nós precisávamos da uma voltar, sem mencionar nada ele simplesmente, me acompanha quieto.
— Ligo o meu carro, chamo o Guilherme juntamente a mim e embarcamos para irmos a uma simples floresta verdejante. Quero ver o potencial do garoto. Seguimos o caminho todo calados por alguns minutos. Durante a estrada, recebo uma ligação do Theo, atendo, dou algumas palavras e encerro. Olho para o Guilherme ao meu lado, pois ele já sabia o que os meus olhos queriam dizer, e nós rimos, sempre olhando para o retrovisor. Observo o quanto o Rhael se parece comigo me, sinto radiante com tudo isso. Chegamos ao local, todos descem. Ponho um banco para me sentar enquanto assisto ao Guilherme dando as ordens para o Rhael correr de nós até a ponta daquele precipício. Ele nos olha e eu digo: — Não quero medo em seus olhos, quero ver coragem, moleque. Ande logo, pois eu não tenho o dia todo.
Rhael — Como quiser.
— Vejo ele percorrer várias, vezes caia em certos momentos mais fazia, parte do treino só quê para mim não estava a funcionar, dessa formar precisava ser mais grosseiro, com ele e grito — Não é assim mantenha a postura, e fazia ele voltar desde o início ele estava, cansado e suado e eu penso o tempo voar quando nós, se diverte pego o meu chicote novamente, espero o seu retorno e logo ele chegar próximo, de mim retiro as suas roupas deixo somente, de cueca e vou a dar várias chicotadas nas suas, pernas no seu braços nas suas, costa quando vejo quê está vermelho e ele gemendo, com dores eu paro não era para machuca-lo mais sim uma lição para cada erro quê ele fizer, retornamos para casa novamente.
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Atualizado até capítulo 25
Comments
❤️🔥autora_Fêêniix🔞🔥
nossa esse máximo é um doente cara odeio ele quero ele morta ja rahel é outro merece um pouquinho quem mando não ouvir sua mãe a desobediência dele gerou a morte da mãe dele bom apesar que com rahel ou sem rahel esse louco já tava com cedo de vingança
2024-08-09
3
❤️🔥autora_Fêêniix🔞🔥
nossa coitadinho do apolo vai ficar aleijado
2024-08-09
2