Máximo
— há entrada do Apolo, foi triunfal mais não ia durar muito essa dureza, dele meus homens já sabiam como agir, nessa circunstâncias assisto ele de longe sendo, espancado que nem um cachorro sarnento, um lixo desprezível do meu sobrinho os anos, se passaram mais às mágoas do meu passado ainda, assolam-me e hoje estou aqui novamente olhando, distante para esse homem quê um dia foi uma, criança quê tornei a vida dele infeliz e miserável, como eu não me arrependo de nada, disso eu fazia com muito prazer tudo novamente naquela época após sair dos meus desvaneios, saio da minha cadeira e peço para eles derem, um basta por uns instantes com as agressões, e com a minha voz alta eu digo — Coloquem ele de joelho rapidamente fazem o que, eu disse eu me aproximo e começo a conversar, com ele.
Máximo — O lobo caiu na toca, facilmente eu dava risada e mando os, os meus soldados desamarrar a vagabunda, da Alice mais antes eu pego no seu rosto e digo — Assistir a sua amada esposinha morrer lentamente, ele se debatia várias vezes para mim, não segurar no seu rosto pego no seu cabelo, com toda a força e falo — Nunca deveriam esconder, o quê era meu por direito ela está a morrer, Apolo e o quê irá fazer em diz-me? E digo — ah! deixar para lá eu falo por você, a resposta é nada e digo — Eu não teria conseguido sem ajudar, do meu herdeiro ele seguirá o mesmo legado, quê o meu ele arregala os olhos deixo ele se, arrastejando até a sua amada Alice quê irá para o país do inferno com, a minha arma na mão já posicionada não quero, mata-lo mais será uma lembrança para o resto, da sua vida.
Apolo
— Às dores no meu corpo era apenas, temporária mais o meu coração pesava, em olhar para minha mulher naquele estado, eu tinha uma oportunidade de chegar mais próximo, dela eu ia-me arrastando lentamente as dores, era insuportável mais firme aqui eu estou, com muita dificuldade eu chego nela e vou a acariciar, o seu rosto mais não estava a conseguir ouvir, a sua respiração eu chamo várias vezes, e nada a minha voz era falhada lágrimas escorriam, por cima da sua bochecha e o meu pensamento, ia diretamente em Rhael o garoto quê, eu passei noite sem dormir troquei as suas fraldas, tinha tudo do bom e do melhor e ele simplesmente, traiu-me mais ainda sim ele continua a ser, o meu menino não importa como ele será, daqui para frente.
Máximo — Aquele teatro todo, só doía a minha cabeça e digo — Você ainda não, aprendeu Apolo quê não deveria ser dá as, costa ao inimigo com a minha palavra final, sem misericórdia eu dou um tiro certeiro nas suas, costa e mando meus subordinados limpar aquela, bagunça no meu galpão.
Thomas
📱 Senhor — Cárter eu escutei, um barulho de tiro vindo de dentro do galpão, estamos aqui dês quê ele entrou não tiramos, os olhos daqui nem por um minuto o rastreador, quê eu coloquei em sua blusa funcionou perfeitamente, encerro a ligação ele me passar, o quês nós deveríamos fazer derrepente o portão, se abre com carro todo preto e com os vidros, fechado eu preparo-me para seguir, eu não poderia perder-lo de vista sigo pela estrada, com uma visão bem ampla do carro na minha, frente logo em seguida sou surpreendido por, vários tiros pelo ar a estrada era densa aonde, eu estava a seguir peço ao meu parceiro para, dirigir para mim enquanto eu atiro pelo, menos no pneu não queria causar estrago no carro pois eu tinha, a certeza quê era o Apolo quê eles estavam a descartar, era uma corrida sem tempo meia hora depois de muita, lutar e muita bala consigo acertar o carro, desço rapidamente e vejo o Apolo agonizando no (porta), malas e eu digo — Não posso te mover Apolo precisamos agir rápido, aguenta firme um carro de ambulância, já estava a caminho Vinte minutos depois eles chegaram, a equipe pegar o Apolo com maior, cuidado imobilizando ele na maca e seguimos para, um pequeno hospital já conhecido do cárter, com seu amigo da máfia se tínhamos quê enfrentar, a polícia até desenrolar a história toda já sabem, o quê daria a vida do Apolo está entre a vida e a morte.
— há caminho do hospital, há ambulância corria o mais rápido possível pela, pista com a sirene ligada dava para afastar os carros, na nossa frente é claro quê eu embarquei nessa, também iria ficar ao lado dele com toda, convicção mais vir o quanto ele é relutante mais eu não, julgo eu no lugar dele fazia a mesma coisa, para salva se eu tivesse uma família eu não, quero nem imaginar quando ele souber o que aconteceu, com Alice o corpo dela foi queimado, sem nenhum remorso eu fico-me perguntando o porquê, quê aquele louco infeliz fez isso, já na porta do atendimento eu saio do carro e os enfermeiros, entram com Apolo para sala de cirurgia, ele vai passar pela mão de um neurocirurgião. Iremos aguardar há notícia.
Continua....
***Faça o download do NovelToon para desfrutar de uma experiência de leitura melhor!***
Atualizado até capítulo 25
Comments
Kellyane Samara
autora mulher
2024-08-26
1
Kellyane Samara
Não acredito
2024-08-26
0
Vilenia Silva
Meu Deus, Alice...😱
2024-08-25
0