Máximo
— Os treinos têm se tornado progressivamente mais desafiadores para o Rhael. Ontem, trabalhamos com arremesso de facas. A utilização de uma arma será introduzida em breve. Ele demonstrou um bom progresso, evidenciado até mesmo nas mudanças nas suas expressões faciais. Recentemente, impus-lhe uma nova forma de disciplina: mantive-o trancado no banheiro, de joelhos, por duas horas, durante as quais não poderia se mover. A cada movimento inadequado, aplicava uma chicotada. Essa é a abordagem que considero necessária para moldá-lo de forma severa, com a esperança de que, no futuro, ele possa se tornar até melhor do que eu.
— As lágrimas do meu filho Rhael não me convencem pois, eu já enfrentei situações muito piores do que ele está a viver Para ele, tudo isso é novo, mas com o passar do tempo, ele perceberá que nada foi em vão. Tenho plena convicção de que o filho do Apolo, aquele que considero um desafortunado, receberá treino de alguém; não tenho dúvidas sobre isso. Portanto, antes de mais nada, é melhor eu precaver-me. Eu já afirmei que acabaria com a vida daquele infeliz, e cumpri a minha palavra. Agora, só falta um obstáculo no meu caminho, mas isso será resolvido ainda hoje.
— Entro em contado com o Theo para definir o local do encontro, mas não irei deslocar-me até lá. Essa tarefa ficará sob a responsabilidade do Guilherme. Após a ligação, percebi que o Theo é extremamente vulnerável, gerando certa compaixão. Solicito ao Guilherme que prepare uma bolsa com notas falsas e o orienta a marcar o encontro num local de difícil acesso.
Um pouco mais distante dali.
— Ao longo do dia e da noite, Apolo se recusa a sair do seu quarto. Na noite passada, ouvi gritos vindos do interior do seu quarto e, prontamente, levantei-me para verificar se ele precisava de ajuda. Entretanto, o que recebi foi desprezo. Joana conseguiu acalmá-lo ao oferecer-lhe analgésicos para as dores. Acredito que Apolo esteja a entrar num estado de depressão, o que me preocupa bastante, pois temo que ele possa tentar o suicídio. Assim, irei contratar um psicólogo particular para auxiliá-lo.
— Hoje, convoquei o meu neto para uma conversa séria, reservada apenas entre nós. Dessa vez não irei obedecer às ordens do Apolo, afinal o Pedro também é meu neto. Estava apenas aguardando o retorno dele da escola. Durante o dia, pedi à Joana que mantivesse em segredo a retirada de quaisquer objetos que pudessem machucar Apolo. Em nenhum momento ela questionou a razão, apenas cumpriu a sua tarefa e atendeu ao meu pedido de não mencionar nada a ele. Reconheço que as coisas têm sido muito difíceis com a morte da esposa e o desinteresse do Rhael. Não acredito que ele irá mudar essa situação.
Cárter —Ao observar o meu neto chegando da escola, ele imediatamente pediu-me a bênção, e eu abençoei-o. Perguntei-lhe se gostaria de comer algo antes de conversarmos, mas ele afirmou que não precisava. Assim, fui direto ao ponto e perguntei se ele tinha interesse em ser treinado por meu amigo Thomas. Ele questionou-me sobre o tipo de treinamento, e, sem me alongar em precauções, fui direto ao assunto: tratei-se de uma formação para se tornar um assassino profissional, aguardando a resposta dele.
Pedro — Ser igualmente o papai vovó?
— Ao ouvir aquela confissão, fiquei intrigado em saber como ele tinha ciência de que o seu pai era um assassino. Com um semblante curioso, perguntei — Como você descobriu que o seu pai é um assassino? Aguardei a sua resposta com expectativa.
Pedro —Há algum tempo, percebi que o meu pai costumava voltar para casa durante a madrugada. Por curiosidade, decidi seguir os seus passos e o vi a entrar num pequeno quarto, onde digitou uma senha para acessar uma sala. Gravei os números na minha memória e esperei ele sair, tendo a certeza de que ele estava no quarto com a minha mãe. Quando tive a oportunidade, consegui acessar o local e, assim que as luzes acenderam-se automaticamente, deparei-me com uma grande variedade de armas. Fiquei intrigado com aquilo e, após refletir, cheguei à conclusão sobre a verdadeira ocupação do meu pai.
Cárter —Estou impressionado você já resumiu em tudo quê eu ia te dizer dou um abraço nele e pergunto — então qual é a sua resposta está dentro sim ou não? mais antes dele me responder eu falo — Será um segredo nosso ele concorda me dizendo.
Pedro — Estou dentro vovó.
Guilherme Narrando
— Já havia deixado a minha casa, conforme as instruções que recebi, e me dirige ao local de encontro, onde cheguei antes para observar à distância e garantir que ele estava sozinho. Não demorou muito até que avistasse a sua presença. Quando ele se aproximou, abri a pequena bolsa para verificar as notas, e, aproveitando a sua distração, efetuei um disparo no seu pescoço. O local era relativamente deserto, e ele caiu no chão.
— Abaixei-me e, enquanto ele agonizava, aproximei-me, ajoelhei-me e disse —Se eu tivesse um irmão quê nem você eu dava preferência ao diabo em ser meu irmão de um adeus por mim para Alice. Saio dali sem olhar para atrás.
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Atualizado até capítulo 25
Comments
Vilenia Silva
Acho q o Theo deveria ter sofrido mais, esse infeliz...🤬
2024-08-25
1
Vilenia Silva
Ele mesmo vai dar fim no pai...
2024-08-25
0
❤️🔥autora_Fêêniix🔞🔥
que isso, porra isso foi incrível
2024-08-14
0